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title:  13. Hub de integrações, conectores e De-Para
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createdAt: 2026-10-09T19:12:00.225Z
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O **hub de integrações** é o ponto único onde a Empresa Exemplo S.A. cadastra cada ligação do Bússola/BSC com outro sistema: APIs, web services, bancos de dados, arquivos, SEI, SIAFI, dados abertos e canais de mensagem. Cada integração guarda a credencial cifrada, passa por uma lista de saída aprovada pelo administrador do sistema e é testada antes de ser usada.

Sobre as integrações, os **conectores do BSC** definem quando agir e o que fazer (avisar pessoas e canais quando um indicador sai da faixa, ou capturar dados por agenda), e o **De-Para** traduz o dado capturado nos objetos do BSC: realizado e meta de indicador, execução de entregas e atividades e itens de portais.

Este capítulo cobre o cadastro e o teste das integrações, cada tipo disponível, os sistemas corporativos sob demanda, o ambiente de simulação, os conectores e o De-Para com suas tabelas de equivalência. O acompanhamento das execuções está no Monitor de integrações, descrito no capítulo de dados.

## 13.1 Conceitos: integração, conector e De-Para

ID BSC-ITG-01

### Para que serve

O **hub de integrações** é o lugar único onde a organização cadastra cada ligação do Bússola/BSC com um sistema de fora: SEI, SIAFI, APIs de parceiros, bancos de dados, arquivos, brokers e canais de mensagem (Microsoft Teams, Discord e WhatsApp também são tipos do hub). Ele fica num menu próprio, **Integrações**; o BSC apenas escolhe entre as integrações cadastradas, e ninguém digita a senha de outro sistema em outra tela.

Três peças trabalham juntas: a **integração** diz com quem e com que credencial o Bússola/BSC fala; o **conector** diz quando e para quê usar a integração (por exemplo, "atingimento abaixo de 80%" → enviar mensagem, ou capturar dado por agenda); o **De-Para** diz o que vira o quê, isto é, qual coluna da origem vai para qual campo de um objeto do BSC.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Gestor de Desempenho; Diretoria de Estratégia; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › veja a lista das integrações cadastradas.
2. Gestão por indicadores › Configuração de conectores › veja os conectores que usam essas integrações.
3. Na ficha de um conector de captura, use **Abrir o De-Para** para ver a tradução dos campos.
4. Na ficha de uma integração, consulte **Quem usa** para saber quais conectores e canais dependem dela.

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Figura 141 — Lista de integrações do hub

### Observações

- A senha, a chave ou o token fica cifrado e nunca volta para a tela, o histórico ou uma mensagem de erro; a ficha mostra só "Definido em … por …".
- O endereço de destino precisa estar na lista de saída aprovada pelo administrador do sistema.
- Endereços internos da própria máquina, da nuvem ou dos servidores da plataforma são sempre recusados, mesmo aprovados.
- Homologação e produção do mesmo sistema são duas integrações, cada uma com seu selo de ambiente.
- Uma integração usada por um conector ativo não pode ser desativada: pause ou troque antes o conector.

## 13.2 Cadastrar uma integração

ID BSC-ITG-02

### Para que serve

O cadastro registra o sistema de destino, o objetivo, o ambiente e os responsáveis, além do endereço e da autenticação próprios de cada tipo.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › use os filtros (tipo, direção, ambiente e situação) para conferir se a integração já existe.
2. Clique em **Nova integração** e escolha o tipo num dos cartões, agrupados em Dados, Governo, Mensageria e API aberta.
3. Em **Identificação**, preencha Nome (único; diga sistema, objetivo e ambiente, por exemplo "SEI — abrir processo (homologação)"), Código, Objetivo, Ambiente (homologação ou produção), unidade e pessoa responsáveis.
4. Preencha **Endereço**, **Autenticação** e **Avançado** conforme o tipo; consulte o painel **Como integrar** ao lado do formulário.
5. Clique em **Salvar**; o Bússola/BSC confere o endereço na lista de saída e recusa na hora se não estiver aprovado ou for proibido.
6. Na ficha, clique em **Testar** e, nos tipos que leem dados, em **Pré-visualizar**.

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Figura 142 — Nova integração: escolha do tipo por grupo

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Figura 143 — Ficha da integração com Testar, Pré-visualizar e periodicidade

### Observações

- A lista mostra nome, tipo, direção (captura, envio ou ambos), ambiente, último teste, quantos conectores a usam e responsável.
- O código aceita maiúsculas, números, hífen e sublinhado e não muda depois; o tipo também não muda: cadastre outra integração.
- É normal ter duas integrações do mesmo sistema (por exemplo, "SEI — abrir processo" e "SEI — consultar andamento"). Nunca troque de ambiente editando o endereço: cadastre a outra.
- "Já existe uma integração com o nome …": acrescente objetivo ou ambiente ao nome.
- "Este tipo de integração ainda não está disponível nesta versão": o tipo é de uma próxima entrega.
- O cadastro e cada alteração entram no histórico da integração.

## 13.3 Testar uma integração

ID BSC-ITG-03

### Para que serve

O botão **Testar** chama o outro sistema pelo caminho de teste do tipo, passando pela lista de saída e pela guarda de endereços, e grava o resultado com data. A resposta é sempre traduzida para a linguagem do operador.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › abra a integração.
2. Clique em **Testar**.
3. Leia o resultado na ficha e na lista, por exemplo "Conectou: o outro sistema respondeu." ou "O outro sistema recusou a credencial…".
4. Corrija o que for indicado e teste de novo.

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Figura 144 — Resultado do teste na ficha da integração

### Observações

- Resultados: funcionando (destino respondeu com sucesso); credencial recusada (confira a autenticação e substitua o segredo); caminho não existe (corrija o caminho de teste); redirecionou (o Bússola/BSC não segue redirecionamento, cadastre o endereço final); endereço não aprovado ou proibido; não respondeu a tempo, recusou a conexão ou certificado não confere (confira o serviço e os tempos em Avançado).
- Editar o endereço ou a credencial apaga o último teste: ele provou outra configuração.
- Se alguém alterar a integração enquanto um teste roda, o resultado aparece para quem testou mas não fica na ficha.
- O tipo Arquivo não tem Testar. O tipo Banco de dados testa também a conta.
- Só quem mantém integrações vê o botão Testar.
- O texto técnico do outro sistema nunca chega à tela.

## 13.4 Pré-visualizar os dados de uma integração

ID BSC-ITG-04

### Para que serve

Os tipos que leem dados (API REST, web service SOAP e arquivo) têm o cartão **Pré-visualização**: ele lê os primeiros 50 registros como a integração está configurada e mostra os nomes dos campos encontrados, para conferir o caminho dos registros, o elemento que se repete ou o leiaute antes de uma carga ou de um De-Para.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › abra a integração.
2. No cartão **Pré-visualização**, para arquivo enviado pela tela, anexe um arquivo de exemplo.
3. Clique em **Pré-visualizar**.
4. Confira a tabela com os nomes dos campos e os fatos medidos (resposta, páginas lidas, versão do SOAP).
5. Passe o mouse sobre um valor cortado para vê-lo inteiro.

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Figura 145 — Cartão de pré-visualização com os primeiros registros

### Observações

- Na API e no SOAP a pré-visualização chama o outro sistema e o resultado fica como último teste da integração.
- No arquivo, o exemplo (até 10 MB) é lido e descartado e não conta como teste.
- Campo aninhado aparece como JSON compacto.

## 13.5 Periodicidade da atualização

ID BSC-ITG-05

### Para que serve

API REST, web service SOAP e banco de dados têm a seção **Atualização**, que define com que frequência os dados devem ser renovados. Quem executa a atualização são as cargas de dados e os conectores que usam a integração.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › abra a integração e clique em **Editar**.
2. Na seção **Atualização**, escolha Manual, De hora em hora (no minuto escolhido), Diária, Semanal (dia da semana) ou Mensal (dia 1 a 28).
3. Informe o horário no formato HH\:mm.
4. Salve e confira a **próxima atualização prevista** na lista e na ficha.

### Observações

- Todos os horários são de Brasília, seja qual for o fuso do seu computador.
- O dia do mês vai de 1 a 28 para existir em todos os meses.
- Integração inativa não tem próxima atualização.
- O tipo Arquivo não tem periodicidade própria: o agendamento de arquivo por endereço fica na carga de dados.

## 13.6 Segredos e troca de credencial

ID BSC-ITG-06

### Para que serve

Senhas, chaves, tokens e certificados são guardados cifrados e só podem ser escritos, nunca lidos de volta. A troca de credencial é registrada sem o valor antigo nem o novo.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › abra a integração.
2. No cartão **Credenciais**, clique em **Substituir** (ou edite a integração e preencha o campo do segredo).
3. Informe o novo valor e salve.
4. Clique em **Testar** de novo, pois o último teste foi apagado.

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Figura 146 — Cartão Credenciais com a opção Substituir

### Observações

- Ao editar, o campo de segredo mostra "Definido em … por …"; deixá-lo intocado mantém o valor guardado.
- O histórico registra "segredo trocado em …" sem os valores.
- Cabeçalho ou parâmetro comum com nome de credencial (Authorization, Cookie, X-Api-Key, ou contendo token, secret, password ou key), chave na URL e usuário e senha embutidos no endereço são recusados: credencial vai na seção Autenticação.
- Os segredos usam a cifragem com versão de chave da plataforma; quando o administrador troca a chave em **Início › Chaves de cifragem**, os segredos das integrações são recifrados junto.
- "A credencial guardada não pode ser lida": a chave sumiu antes da recifragem; substitua o segredo.

## 13.7 Lista de saída (destinos aprovados)

ID BSC-ITG-07

### Para que serve

A lista de saída diz para onde as integrações do ambiente podem se conectar. É mantida só pelo administrador do sistema e protege a rede interna e a plataforma contra conexões indevidas.

**Quem usa:** Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Início › Lista de saída das integrações › clique em **Aprovar destino**.
2. Informe o **Servidor** exato (por exemplo, api.exemplo.com.br) ou um IP, sem curinga e sem caminho.
3. Escolha o **Protocolo** (HTTPS, HTTP só para rede local, banco de dados, broker AMQP ou Kafka) e a **Porta** (vazia só para HTTPS público, que vira 443).
4. Marque **Servidor da rede local** quando o destino for um servidor interno da organização.
5. Escreva a **Justificativa** e salve.
6. Para consultar mudanças, abra o histórico do destino (ícone de relógio); para retirar a aprovação, use o ícone de energia.

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Figura 147 — Lista de saída com os destinos aprovados

### Observações

- Retirar a aprovação faz toda integração que usa o destino ser recusada na próxima execução.
- Nunca são liberados, mesmo aprovados: a própria máquina, a rede de enlace local, os metadados de nuvem, IP escrito de forma não padrão, nomes de uma palavra só e os servidores da própria plataforma (banco, mensageria, autenticação, arquivos, portal).
- O endereço é conferido já resolvido no momento da conexão: um nome aprovado que passe a apontar para a rede interna é recusado.
- Servidor interno exige "Servidor da rede local" marcado e o nome completo.
- O histórico de um destino abre para quem tem a leitura da auditoria.

## 13.8 Perfis de acesso ao hub

ID BSC-ITG-08

### Para que serve

O acesso ao hub é controlado por operações atribuídas aos cargos nas regras de autorização. O Analista de Integração de Dados mantém as integrações; Diretoria de Estratégia e Gestor de Desempenho consultam; o administrador do sistema cuida da lista de saída.

**Quem usa:** Administrador do sistema; Analista de Integração de Dados; Diretoria de Estratégia; Gestor de Desempenho.

### Passo a passo

1. Início › Alçada (regras de autorização) › localize as operações **Ver o hub de integrações**, **Cadastrar e testar integrações** e **Configurar conectores do BSC**.
2. Atribua ou retire cada operação dos cargos conforme a política da organização.
3. Confira com um usuário do cargo se o menu Integrações aparece como esperado.

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Figura 148 — Regras de autorização por cargo

### Observações

- Analista de Integração de Dados: vê o hub; cadastra, testa, troca segredo e desativa.
- Diretoria de Estratégia: vê o hub sem botões de edição e liga canais de Teams e Discord às unidades.
- Gestor de Desempenho: vê o hub sem botões de edição.
- Administrador do sistema: mantém a lista de saída.
- Demais cargos: o menu não aparece e o acesso é recusado.

## 13.9 Tipo API REST

ID BSC-ITG-09

### Para que serve

Lê dados da API de outro sistema por HTTP(S), com consulta GET (ou POST com corpo fixo), página após página. Tem Testar, Pré-visualizar e periodicidade.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Obtenha do outro sistema o endereço base (por exemplo, https\://api.exemplo.com.br/v1), o caminho dos dados, um caminho leve para teste, a credencial (de preferência uma conta só de leitura dedicada ao Bússola/BSC), a forma de paginação e onde fica a lista na resposta JSON.
2. Peça ao administrador do sistema a aprovação do servidor da API e, se for outro, do servidor do token OAuth2.
3. Integrações › Integrações › **Nova integração** › API REST.
4. Em **Endereço**, preencha URL base, Método, Caminho dos dados, Corpo da requisição (só POST, JSON fixo, nunca credencial) e Caminho de teste.
5. Em **Autenticação**, escolha Nenhuma, chave num cabeçalho, usuário e senha (Basic), token (Bearer) ou OAuth2 com credenciais do cliente.
6. Em **Avançado**, informe cabeçalhos e parâmetros fixos, Caminho dos registros, Paginação (página e tamanho, deslocamento e limite, cursor ou cabeçalho de próxima página), tempos e requisições por minuto.
7. Salve, clique em **Testar** e depois em **Pré-visualizar** para conferir os registros.

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Figura 149 — Integração de API REST com pré-visualização dos registros

### Observações

- No OAuth2 o Bússola/BSC pede o token ao servidor de autorização (HTTPS obrigatório), guarda-o só em memória até vencer e o envia como Bearer.
- A pré-visualização lê até 5 páginas e mostra os 50 primeiros registros.
- Erros comuns: caminho dos registros não encontrado; API que não respondeu em JSON; servidor de autorização recusou o cliente; próxima página apontando para outro servidor (nunca seguida); redirecionamento; resposta acima de 10 MB depois de descompactada (use paginação).

## 13.10 Tipo web service SOAP

ID BSC-ITG-10

### Para que serve

Lê uma operação de consulta de um web service SOAP descrito por um WSDL 1.1, o caso de serviços que ainda não têm API REST. Tem Testar (lê o WSDL e confere a operação, sem chamá-la), Pré-visualizar e periodicidade. O tipo só lê; o SOAP do SEI tem tipo próprio.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Obtenha o endereço do WSDL 1.1 (por exemplo, https\://ws.exemplo.com.br/servico?wsdl), a operação de consulta, os valores dos parâmetros de entrada, o elemento que se repete na resposta e a credencial, se houver.
2. Peça a aprovação na lista de saída do servidor do WSDL e do servidor do serviço, se forem diferentes.
3. Integrações › Integrações › **Nova integração** › Web service SOAP.
4. Informe o **Endereço do WSDL** e clique em **Ler o WSDL** para listar serviços, portas e operações.
5. Escolha a operação; serviço, porta e versão do SOAP são preenchidos automaticamente.
6. Informe o **Elemento que se repete** e, em Avançado, os **Parâmetros** (o valor  vira o dia da execução).
7. Escolha a autenticação (Nenhuma, Basic, chave num cabeçalho ou usuário e senha na mensagem), salve, teste e pré-visualize.

### Observações

- Só operações com entrada simples (textos, números, datas) são atendidas; para as demais, use um barramento REST ou peça um tipo próprio.
- Importações do WSDL precisam estar no mesmo servidor; WSDL 2.0 é recusado.
- Basic e usuário e senha na mensagem só funcionam sobre https\://.
- Uma falha SOAP aparece com o código e a mensagem curta do outro sistema; o detalhe técnico nunca é mostrado.
- XML com declaração DOCTYPE/DTD é recusado por segurança.
- Use **Endereço do serviço** só quando o endereço dentro do WSDL estiver errado; ele também é conferido na lista de saída.

## 13.11 Tipo banco de dados

ID BSC-ITG-11

### Para que serve

Lê tabelas e visões do banco de outro sistema (PostgreSQL ou SQL Server) para as consultas e cargas do Bússola/BSC. Tem Testar, com diagnóstico da conta, e periodicidade; as consultas são escritas no editor SQL e nas cargas.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Obtenha o servidor, a porta, o nome do banco e uma conta somente leitura dedicada ao Bússola/BSC, sem poder gravar e sem papel de administração.
2. Peça ao administrador do sistema a aprovação do servidor na lista de saída com protocolo Banco de dados e a porta exata (servidor interno com "Servidor da rede local").
3. Integrações › Integrações › **Nova integração** › Banco de dados.
4. Em **Endereço**, informe Tipo de banco, Servidor (só nome ou IP, por exemplo db.exemplo.com.br), Porta, Banco e Criptografia.
5. Em **Autenticação**, informe usuário e senha da conta somente leitura.
6. Em **Avançado**, use apenas as propriedades extras do driver aceitas para o tipo de banco.
7. Salve e clique em **Testar**; leia o diagnóstico da conta.

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Figura 150 — Teste de banco de dados com o diagnóstico da conta

### Observações

- Diagnóstico: conta somente leitura funciona; conta que pode gravar funciona com aviso (consultas e cargas só rodam depois de um teste limpo); conta administradora é recusada com o motivo.
- Não existe campo de linha de conexão: vírgula, barra, arroba, espaço, instância nomeada e parâmetros no servidor são recusados.
- Trocar servidor, porta, banco, criptografia, usuário ou senha apaga o último teste.
- Prefira "Criptografada, com certificado e nome conferidos" sempre que o servidor tiver certificado confiável.
- Conexão em paralelo a vários endereços e banco em nuvem no modo de redirecionamento não são atendidos; cadastre o endereço que responde por um IP.
- A conexão é feita por driver nativo; não há ODBC a instalar. Outros bancos podem ser instalados sob pedido da organização.

## 13.12 Tipo arquivo

ID BSC-ITG-12

### Para que serve

Lê arquivos CSV, TXT, Excel, JSON ou XML, enviados pela tela ou baixados de um endereço, para as cargas do Bússola/BSC. Não tem Testar nem periodicidade própria; tem Pré-visualizar com arquivo de exemplo.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › **Nova integração** › Arquivo.
2. Em **Origem do arquivo**, escolha enviado pela tela ou baixado de um endereço (informe a URL https\:// e peça a aprovação do servidor na lista de saída).
3. Em **Avançado**, defina Formato, Codificação, Separador, Linha do cabeçalho, Aba (Excel), Caminho dos registros (JSON) ou Elemento que se repete (XML).
4. Salve e, na ficha, anexe um arquivo de exemplo e clique em **Pré-visualizar**.
5. Use a integração numa carga de dados, onde fica o agendamento.

### Observações

- O leiaute fica fixado na integração: um arquivo exportado com outra codificação ou outro separador lê colunas erradas até a integração ser editada. Pré-visualize um arquivo novo antes de usá-lo numa carga.
- Codificação automática: UTF-8 quando o arquivo é UTF-8; senão Windows-1252.
- XML com DOCTYPE ou entidades é recusado por segurança; nada é lido de fora.
- "Este tipo de integração não tem periodicidade própria": agende pela carga.

## 13.13 Tipos das próximas entregas: HTTP de saída, webhook de entrada, broker e barramento

ID BSC-ITG-13

### Para que serve

Alguns tipos já aparecem citados na tela de nova integração para planejamento, mas ainda não executam nesta versão. Conhecê-los ajuda a preparar o que pedir aos outros sistemas.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › **Nova integração** › veja os tipos citados abaixo dos cartões.
2. Para **HTTP de saída** (envio de dados com fila de reenvio e chave de idempotência), prepare o endereço que recebe (POST, PUT ou PATCH), a credencial e, se houver, o segredo de assinatura.
3. Para **Webhook de entrada** (eventos assinados enviados ao Bússola/BSC), saiba que o endereço e o segredo serão gerados pelo próprio Bússola/BSC e mostrados uma vez.
4. Para **Broker de mensageria** (Kafka ou AMQP), prepare servidores e portas, usuário e senha ou certificado de cliente, tópicos ou filas e a aprovação na lista de saída com o protocolo do broker.
5. Para **Barramento de integração**, prepare o endereço base, a credencial e o catálogo das operações liberadas.

### Observações

- Esses tipos aparecem na paleta de conectores com o selo **Próxima entrega** e não abrem.
- O broker da própria plataforma nunca pode ser usado como destino.

## 13.14 Tipo SEI

ID BSC-ITG-14

### Para que serve

Abre e acompanha processos no SEI pelo módulo REST oficial do SEI, entrando com um **usuário de serviço** da organização. O Bússola/BSC só faz o que o perfil desse usuário permite, e tudo aparece no SEI como feito por ele.

Uso no BSC: a execução de uma entrega ou atividade pode ser acompanhada por um processo SEI (quando concluído em todas as unidades, a entrega vai a 100% na data do último andamento); abrir processo, incluir relatório em PDF e lançar andamento são disparados pelos conectores.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Peça à área de TI que administra o SEI: a instalação do módulo REST oficial no SEI de homologação, um usuário de serviço não pessoal com perfil básico lotado na unidade de acompanhamento da estratégia, a senha, o endereço https\:// e a liberação de rede.
2. Peça ao administrador do sistema a aprovação do servidor do SEI (por exemplo, sei.exemplo.com.br) na lista de saída.
3. Integrações › Integrações › **Nova integração** › SEI; informe nome, código, objetivo e ambiente.
4. Em **Endereço**, informe a URL base e, só se a TI instalou o módulo em outra pasta, o caminho da API.
5. Em **Autenticação**, informe a sigla do usuário de serviço e a senha (podem ficar em branco até serem entregues).
6. Clique em **Testar**: a primeira etapa confirma o módulo; a segunda entra com o usuário e lista as unidades.
7. Em **Avançado**, escolha o órgão e a **Unidade padrão** na lista e marque as **Operações habilitadas no Bússola/BSC**.

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Figura 151 — Integração do SEI com o teste em duas etapas

### Observações

- Operações possíveis: listar catálogos, abrir processo, incluir relatório, lançar andamento, consultar processo, ler o histórico e listar documentos. A trava do que o Bússola/BSC faz é o campo de operações habilitadas.
- Sem usuário ou senha, o teste diz "Módulo encontrado; aguardando o usuário de serviço e a senha do SEI" e a integração aparece desabilitada na escolha, com o motivo.
- A sessão devolvida pelo SEI fica só em memória e é descartada ao fim; ao vencer, o Bússola/BSC entra de novo uma vez.
- Processo sigiloso, de unidade sem lotação ou inexistente aparece igual: "Processo não encontrado ou sem acesso no SEI". Nenhuma mensagem do SEI é gravada.
- "Resultado incerto: o SEI não respondeu à criação": o Bússola/BSC não repete a abertura sozinho; confira no SEI.
- O endereço precisa ser https\://. Se a política da organização não aceitar usuário de serviço, a alternativa é o cadastro do Bússola/BSC como sistema no SEI, em entrega própria.

## 13.15 Tipo SIAFI: API Dados SIAFI (STA)

ID BSC-ITG-15

### Para que serve

O tipo SIAFI traz a execução do orçamento (empenhado, liquidado, pago) para o Bússola/BSC, com cinco canais num tipo só. O canal padrão é a **API Dados SIAFI (STA)**, fonte primária de empenhos com itens, restos a pagar e saldos contábeis. Em nenhum canal o Bússola/BSC envia dado ao SIAFI.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema; Gestor de Desempenho.

### Passo a passo

1. Obtenha com a área de orçamento: usuário e senha de serviço do STA (só consulta), unidade gestora (6 dígitos), gestão (5 dígitos) e órgão (5 dígitos), com zeros à esquerda.
2. Peça à contabilidade a confirmação das contas contábeis que formam disponível, empenhado, liquidado e pago, e à área de orçamento a fórmula do indicador de execução do orçamento.
3. Peça ao administrador do sistema a aprovação do servidor do STA na lista de saída (HTTPS, porta 443).
4. Integrações › Integrações › **Nova integração** › SIAFI › Canal **API Dados SIAFI (STA)**.
5. Preencha UG e gestão em Endereço; usuário e senha em Autenticação; órgão, exercício, tamanho máximo de resposta e tempos em Avançado.
6. Clique em **Testar**: o Bússola/BSC entra no STA, procura a UG e confere a gestão.

### Observações

- Sem credencial nada é chamado e o resultado é "Aguardando usuário e senha do STA"; a integração fica fora dos conectores até um teste com sucesso.
- A captura lê itens de empenho do exercício ou alterados nos últimos dias, restos a pagar, saldos contábeis da UG e do órgão, e as visões derivadas de posição orçamentária e execução por nota de empenho.
- Os dados chegam com defasagem, não em tempo real.
- Credor pessoa física chega sem CPF e nome, a menos que a opção de mantê-los seja ligada.
- O STA não pagina: acima do tamanho máximo de resposta a captura fica parcial. Cada captura tem até 10 minutos.
- Erros comuns: credencial recusada; UG não encontrada; resposta acima do tamanho máximo; contas contábeis de cada grupo não informadas no conector.

## 13.16 Tipo SIAFI: Portal da Transparência, Tesouro Gerencial e web services

ID BSC-ITG-16

### Para que serve

Além do STA, o tipo SIAFI oferece canais alternativos: dados abertos do **Portal da Transparência** (sem credencial do SIAFI), **relatório extraído do Tesouro Gerencial** (arquivo enviado por um servidor habilitado) e **web services do SIAFI** (integração oficial que exige adesão formal).

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › **Nova integração** › SIAFI › escolha o **Canal**.
2. Portal da Transparência: obtenha a chave gratuita da API de dados por um e-mail institucional da área responsável, informe UG, gestão, órgão e exercício, peça a aprovação do servidor do Portal na lista de saída e clique em **Testar**.
3. Tesouro Gerencial: peça um relatório CSV (separador ;) ou XLSX, de até 20 MB, sem colunas de favorecido pessoa física; informe formato, codificação, separador, linha do cabeçalho e aba.
4. Web services do SIAFI: cadastre endereço, certificado e senha, UG, gestão, órgão e exercício; o teste informa o que falta (adesão, certificado de aplicação e homologação).

### Observações

- Portal: sem chave nada é chamado ("Aguardando a chave"); com chave, o teste lê uma página da despesa anual do órgão. A captura lê documentos de despesa por dia (até 31 dias) e por fase, itens dos empenhos e despesa anual do órgão.
- Portal: se o ritmo for excedido, o Bússola/BSC espera dentro do tempo da execução; se o tempo acabar, a captura fica parcial e o histórico diz a última página lida.
- Tesouro Gerencial: o Bússola/BSC não acessa o sistema; o arquivo é enviado numa captura manual do conector. O teste responde "Pronto". Uma coluna chamada só "ND" nunca é ligada pelo nome: quem configura o De-Para escolhe.
- O histórico de cada captura guarda o nome do arquivo e a impressão digital do conteúdo: o reenvio do mesmo arquivo é reconhecível.
- Web services do SIAFI não são oferecidos aos conectores até a adesão estar completa.

## 13.17 Canais de mensagem como tipos do hub

ID BSC-ITG-17

### Para que serve

Microsoft Teams, Discord e WhatsApp também são cadastrados no hub como tipos de integração da família Mensageria. Eles publicam os avisos do Bússola/BSC num canal ou enviam alertas pessoais, e são usados pelos conectores que enviam mensagem.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Diretoria de Estratégia.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › **Nova integração** › grupo Mensageria › escolha Microsoft Teams, Discord ou WhatsApp.
2. Cadastre e teste a integração seguindo o capítulo de mensageria.
3. Ligue os canais de Teams e Discord às unidades em **Integrações › Canais de área** (tarefa da Diretoria de Estratégia).
4. Use a integração num conector que envia mensagem.

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Figura 152 — Canais de área ligados às unidades

### Observações

- O endereço de um webhook de Teams ou Discord é um segredo: fica cifrado e nunca volta à tela.
- Enquanto houver um canal ativo usando a integração, ela não pode ser desativada no hub.
- Os detalhes de cada canal, do consentimento do WhatsApp e das mensagens estão no capítulo de mensageria.

## 13.18 Sistemas corporativos sob demanda

ID BSC-ITG-18

### Para que serve

Na tela **Nova integração**, o grupo **Sistemas corporativos — sob demanda** apresenta, com o selo **Disponível sob demanda**, integrações que o produto pode oferecer com outros sistemas corporativos: **GRCS** (GRC corporativo), **Agility** (gestão de cards) e **ServiceNow SPM** (portfólio estratégico). Elas não estão habilitadas na instalação: não há formulário, nada é gravado e o Bússola/BSC nunca chama o outro sistema.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Diretoria de Estratégia; Administrador do sistema.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › **Nova integração** › grupo Sistemas corporativos — sob demanda.
2. Abra o cartão do sistema para ver o que a integração faria em cada direção (Enviar e Capturar) e os campos e segredos que pediria.
3. Use **Testar** para confirmar a situação: "Integração disponível sob demanda — não habilitada nesta instalação".
4. Para habilitar, solicite ao provedor contratado.
5. Na configuração de conectores, monte e salve o conector com o componente sob demanda para deixar a regra pronta.

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Figura 153 — Vitrine dos sistemas corporativos sob demanda na tela Nova integração

### Observações

- GRCS: enviaria um risco, uma não conformidade ou um achado de auditoria quando uma regra do BSC disparasse, e acompanharia o estado do registro aberto. Pediria URL base, chave de acesso de conta de serviço, segredo de assinatura do webhook, ações habilitadas e os de-para de criticidade → severidade e de natureza do risco → categoria.
- Agility: criaria um card vinculado a cada tarefa do BSC e moveria o card conforme o percentual; ao contrário, atualizaria o percentual da tarefa quando o card mudasse de raia, por um de-para raia → percentual (por exemplo, Backlog 0%, Em andamento 50%, Homologação 90%, Produção 100%). Pediria URL, endereço do token, id e segredo do cliente, workspace, board e raia de entrada.
- ServiceNow SPM: vincularia demandas e projetos do portfólio a ações estratégicas e sincronizaria o progresso nos dois sentidos. Pediria endereço da instância, cliente OAuth, usuário de serviço, tabelas de projetos e demandas e um filtro de portfólio.
- Conectores com componente sob demanda podem ser configurados e salvos; cada execução fica registrada como "Sob demanda — não habilitado aqui".

## 13.19 Ambiente de simulação para treinamento e homologação

ID BSC-ITG-19

### Para que serve

Para treinar usuários e homologar o lado do Bússola/BSC antes de os sistemas reais estarem disponíveis, existe um **ambiente de simulação** que responde como o SEI, a API Dados SIAFI (STA) e o Portal da Transparência nas operações que o Bússola/BSC usa, com dados fictícios.

**Quem usa:** Analista de Integração de Dados; Gestor de Desempenho.

### Passo a passo

1. Integrações › Integrações › localize as integrações marcadas com o selo **Simulador**.
2. Use-as para testar e exercitar os fluxos de ponta a ponta (entrar com usuário de serviço, abrir processo, incluir relatório, lançar andamento; capturar empenhos e saldos; ler documentos de despesa).
3. Mantenha ao lado a integração real do mesmo tipo, cadastrada com os campos definitivos; o Testar dela mostra exatamente o que falta.
4. Quando os acessos reais forem entregues, preencha a credencial na integração real e teste de novo, sem mudar mais nada.

### Observações

- A integração de simulação é do mesmo tipo da integração real e leva o selo Simulador em toda tela onde aparece.
- A simulação prova o lado do Bússola/BSC, não o sistema real: não prova acentuação gravada no sistema real, limites reais de uso, mensagens reais de erro nem o significado das contas contábeis.
- O ambiente de simulação só é alcançável em ambientes de treinamento e homologação; num ambiente de produção a marca de simulação é recusada.

## 13.20 Conectores do BSC: a paleta de componentes

ID BSC-ITG-20

### Para que serve

A **Configuração de conectores** põe as integrações do hub para trabalhar no BSC. A tela abre com a **paleta**: um ícone por componente, lido do catálogo do hub, mais os canais próprios do Bússola/BSC. Cada componente mostra se envia, recebe ou os dois, e o que faz em cada direção.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados; Diretoria de Estratégia.

### Passo a passo

1. Gestão por indicadores › Configuração de conectores › veja a paleta de componentes.
2. Identifique o grupo: Canais do Bússola/BSC (Sino, E-mail, Push), Mensageria (WhatsApp, Teams, Discord), Dados e governo disponíveis, Sistemas corporativos sob demanda ou Próximas entregas.
3. Passe pelo componente para ler o que ele faz ao enviar e ao receber.
4. Clique no componente desejado para montar um conector.

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Figura 154 — Configuração de conectores com a paleta de componentes

### Observações

- Configuram: Gestor de Desempenho e Analista de Integração de Dados. A Diretoria de Estratégia lê conectores e histórico, sem editar. Quem não lê as integrações não vê o menu.
- Canais do Bússola/BSC e Mensageria criam conectores que enviam mensagem; na mensageria a integração é opcional e liga os disparos ao monitor.
- Componentes de dados e governo exigem uma integração ativa e testada do mesmo tipo.
- Componentes de próximas entregas aparecem com o selo Próxima entrega e não abrem.

## 13.21 Montar um conector

ID BSC-ITG-21

### Para que serve

O conector define quando agir (por condição ou por agenda), o que fazer (enviar mensagem, capturar dado ou enviar dado) e para quem. Antes de salvar, a simulação mostra o efeito sem enviar nada.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Gestão por indicadores › Configuração de conectores › clique no componente da paleta.
2. Em **Envia ou recebe**, para tipo de dado escolha a direção e a **integração do hub** (só aparecem as ativas e testadas; se a lista estiver vazia, a tela explica cada exclusão).
3. Em **Quando age**, escolha **Quando uma condição for alcançada** (atingimento abaixo de X% ou alcançou X%, faixa vermelho/amarelo/verde, apuração vencida, avanço da ação abaixo de/alcançou X%, entrega em atraso) com o escopo (ciclo, perspectiva, objetivo, unidade ou lista de registros), ou **Por agenda** (a cada N horas, diária, semanal ou mensal, hora de Brasília).
4. Ajuste **reavisar a cada N dias**, o **Teto diário de disparos** (padrão 50) e, se quiser, **Adicionar outros limiares** para criar conectores irmãos.
5. Em **O que faz**, escolha **Enviar mensagem** (canais, **Também enviar push**, destinatários, observação e **Avisar também quando normalizar**), **Capturar dado** (abre o De-Para) ou **Enviar dado**.
6. Clique em **Simular (sem enviar)** e confira registros do escopo, quem dispararia, reavisaria ou normalizaria, canais, destinos, a mensagem como ficaria, o aviso de teto e outros conectores sobre os mesmos registros.
7. Clique em **Salvar conector**.

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Figura 155 — Conector aberto com componente, gatilho e ações

### Observações

- Teams e Discord exigem o destinatário "Canal da área"; o push vai a pessoas.
- O texto da mensagem segue o modelo **Alerta de conector do BSC** das mensagens institucionais; a observação vai ao final.
- Até um De-Para ser publicado, o conector de captura fica "De-Para a configurar" e cada execução é registrada sem ler o outro sistema.
- Enviar dado fica registrado como não disponível nesta versão ou sob demanda.
- Outros limiares só podem ser adicionados na criação e cada limiar tem estado próprio.
- "A integração ainda não passou no teste do hub": rode Testar na integração. Nomes de conector são únicos.

## 13.22 Como o conector dispara e sigilo

ID BSC-ITG-22

### Para que serve

O conector dispara na **passagem** de normal para em alerta, não a cada medição, e só leva a cada pessoa o que ela pode ler. Isso evita excesso de avisos e vazamento de registros sigilosos.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados; Diretoria de Estratégia.

### Passo a passo

1. Lance ou importe um valor no indicador: a avaliação roda logo depois.
2. Aguarde a varredura automática (a cada 15 minutos) ou, na ficha, clique em **Avaliar agora** (conector por agenda: **Executar agora**).
3. Acompanhe os registros em **Registros em alerta** e no **Histórico de disparos**.

### Observações

- Exemplo com "atingimento abaixo de 80%": 85% não dispara; 70% gera uma mensagem e o registro fica em alerta; 75% não gera nada (sem reaviso); 85% gera "Normalizado" (se marcado) e volta a normal.
- Duas avaliações ao mesmo tempo nunca mandam a mesma mensagem duas vezes.
- O conector vê só os registros que o dono (quem criou ou reativou) pode ler, e cada pessoa só recebe se puder ler o registro.
- Registro sigiloso nunca sai por WhatsApp, e-mail, Teams ou Discord: vai só ao sino de quem pode lê-lo (e push sem o nome). Sem sino nem push, o disparo fica "Retido: registro sigiloso".
- Quem não pode ler um registro vê "Registro reservado" na simulação e no histórico.

## 13.23 Ficha do conector e acompanhamento no monitor

ID BSC-ITG-23

### Para que serve

A ficha reúne a regra, os canais, os destinatários, os registros em alerta e o histórico completo de disparos e alterações. Todo disparo também aparece no Monitor de integrações.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados; Diretoria de Estratégia.

### Passo a passo

1. Gestão por indicadores › Configuração de conectores › abra o conector.
2. Confira componente, integração herdada, regra em uma frase, canais, destinatários, dono e situação.
3. Consulte **Registros em alerta** e o **Histórico de disparos** (quando, registro, passagem, valor e resultado).
4. Use **Simular**, **Avaliar agora** / **Executar agora**, **Pausar** / **Reativar** e **Editar** conforme a necessidade.
5. Integrações › Monitor de integrações › filtre pelo conector para ver cada disparo e cada aplicação do De-Para.

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Figura 156 — Ficha do conector com histórico de disparos

### Observações

- Resultados possíveis de um disparo: Enviado, Pulado pelo teto, Retido por sigilo, Ninguém a avisar, De-Para a configurar, Sob demanda.
- Mudar a condição, o limiar ou o escopo zera os estados: a regra nova começa do normal.
- O conector se pausa sozinho, com o motivo visível, quando a integração é desativada no hub ou o dono perde a permissão; quem reativa passa a ser o dono.
- No monitor há uma linha por disparo, nunca duas; cada aplicação do De-Para gera uma linha do tipo De-Para aplicado, com as contagens.

## 13.24 De-Para: destinos

ID BSC-ITG-24

### Para que serve

O **De-Para** traduz o que outro sistema manda no que o BSC guarda: qual coluna do dado capturado vai para qual campo de um objeto do BSC. Ele entrega cada linha ao dono do objeto e nunca grava direto em lugar nenhum.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Gestão por indicadores › Configuração de conectores › abra um conector que captura dado e clique em **Abrir o De-Para**.
2. Em **Novo De-Para para**, escolha o destino: Realizado de indicador, Meta de indicador, Execução de entrega, Execução de atividade, Item de portal do governo ou Só guardar as linhas.
3. Confira as condições do destino antes de montar as linhas.

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Figura 157 — De-Para do conector com amostra e destinos

### Observações

- Realizado de indicador: grava como valor enviado por integração (mesmo valor = sem mudança; valor revisto = retificação com a versão anterior preservada). Exige o indicador marcado como alimentado por integração e o período terminado.
- Meta de indicador: a meta nasce rascunho e, com **Enviar para aprovação ao importar**, segue o fluxo de aprovação. Meta valendo ou em aprovação nunca é alterada.
- Execução de entrega ou atividade: grava pela sincronização da ação, por referência e só o que mudou. Exige a entrega vinculada a este conector na configuração de execução automática.
- Item de portal do governo: grava pela sincronização dos portais; a fonte do portal precisa ler a mesma integração do conector.
- Só guardar as linhas: as linhas ficam na área de preparação.
- Um objeto que o dono do conector não pode ler é recusado como "Destino não encontrado", sem revelar que existe.

## 13.25 De-Para: montar, validar e publicar

ID BSC-ITG-25

### Para que serve

O De-Para é montado sobre uma amostra real do dado capturado, validado numa prévia que não grava nada e publicado como versão imutável.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. No quadro **Amostra (o que chegou)**, confira as colunas; num conector SIAFI, clique em **Executar leitura de teste**; nos demais, execute antes a carga de dados da mesma integração.
2. Em **Novo De-Para para**, escolha o destino ou um modelo pronto (SIAFI — Execução do orçamento (%) ou SIAFI — % financeiro da entrega) e clique em **Criar rascunho**.
3. Num conector SIAFI, confira em **O que é lido do SIAFI (STA)** a operação e as contas contábeis propostas, confirme com a contabilidade e clique em **Salvar o que é lido**.
4. Em cada linha, escolha **Vem de**, a **Conversão** (como vem, sem espaços, maiúsculas, número, data, período, multiplicar, dividir, razão em percentual, valor fixo, valor quando vazio, juntar, parte do texto, tabela de equivalência), o parâmetro e o **padrão quando vazio**.
5. Defina o **Formato de número** e o **padrão de data**; se quiser, limite com **Só as linhas em que** (até 5 condições).
6. Clique em **Validar (prévia)** e confira, para até 50 linhas, o que criaria, ficaria sem mudança, retificaria, seria recusado (com motivo) ou ficaria fora.
7. Clique em **Publicar**.
8. Para mudar, use **Editar (nova versão)**; para tirar de uso, **Aposentar**.

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Figura 158 — Linhas do De-Para com conversões e prévia da validação

### Observações

- Não há fórmula nem script: só a lista fechada de conversões.
- O produto nunca liga uma coluna pelo nome e nunca adivinha formato de número ou de data.
- Publicar exige validação sem pendências sobre a amostra atual e ao menos uma linha aceita. A versão publicada não muda mais; a anterior é aposentada na hora.
- Cada valor gravado cita o conector, a versão do De-Para e a linha de origem; medições antigas continuam citando a versão que as produziu.
- Os modelos SIAFI trazem uma hipótese de contas contábeis que precisa ser confirmada pela contabilidade antes de confiar nos números.
- Aposentar devolve o conector ao estado "De-Para a configurar".

## 13.26 De-Para: aplicar

ID BSC-ITG-26

### Para que serve

A versão publicada do De-Para é aplicada a cada execução do conector de captura ou sob comando, sem duplicar dados e preservando o histórico de retificações.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Deixe o conector de captura executar pela agenda ou pela condição: ele lê o outro sistema e aplica a versão publicada.
2. Para aplicar às linhas atuais sem ler o outro sistema de novo, clique em **Aplicar agora** no topo do De-Para.
3. Confira as contagens (criadas, sem mudança, retificadas, recusadas, fora) e as linhas recusadas com o motivo.
4. Acompanhe a linha do tipo De-Para aplicado em **Integrações › Monitor de integrações**.

### Observações

- Uma linha recusada não impede as outras.
- Recapturar o mesmo dado não cria nada em dobro; um valor revisto pela origem retifica com a versão anterior preservada.
- Na execução de entrega, a entrega vinculada é sincronizada na hora; fato com data de hoje só entra na execução de amanhã.

## 13.27 Tabelas de equivalência

ID BSC-ITG-27

### Para que serve

Uma tabela de equivalência traduz um código de outro sistema (por exemplo, o plano interno do SIAFI ou um PTRES) num objeto do BSC (entrega, atividade, ação, indicador) ou num texto. É usada pela conversão Tabela de equivalência do De-Para.

**Quem usa:** Gestor de Desempenho; Analista de Integração de Dados.

### Passo a passo

1. Integrações › Tabelas de equivalência › clique em **Nova tabela**.
2. Informe código e nome e escolha **Os códigos apontam para**.
3. Acrescente os códigos e escolha o objeto de cada um.
4. Clique em **Salvar tabela**.
5. No De-Para, use a conversão **Tabela de equivalência** e escolha a tabela.

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Figura 159 — Tabelas de equivalência

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Figura 160 — Tabela de equivalência aberta com os códigos e objetos

### Observações

- Só aparecem os objetos que você pode ler.
- Maiúsculas e espaços nas pontas não contam na comparação.
- Um código que falta na tabela deixa a linha fora da captura; nunca é adivinhado.
- O histórico mostra quem mudou o quê; um objeto sigiloso aparece no histórico só pelo tipo.
- O modelo "% financeiro da entrega" cria a tabela PI → entrega se ela ainda não existir.
