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title: 30. Como a instalação chama quem é auditado
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createdAt: 2026-10-13T14:44:31.889Z
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*Empresa ou órgão público — um valor que troca a palavra em 269 textos sem editar nenhum.*

A pergunta que originou este campo foi literal: *"tem como deixar órgão somente no PPSI e o restante como empresa?"*

**Por norma não dá**, e o motivo é o desenho do acervo. A mesma pergunta serve a várias normas ao mesmo tempo — quatro delas atendem a quinze normas cada —, existe **um enunciado por pergunta**, e é exatamente isso que faz a pergunta cobrada por duas normas ser respondida uma vez só. Duplicá-la resolveria a frase e destruiria o alcance cruzado: quem responde veria a mesma pergunta duas vezes. E uma auditoria aberta contra PPSI **e** ISO 27001 juntos não teria qual dos dois textos mostrar.

**Por instalação dá**, e é melhor que as duas alternativas. O texto guarda um marcador, e a instalação declara o que ela é:

:::BlockQuote
\{\{A\_entidade}} nomeou um Gestor de Segurança da Informação?
:::

A chave **dupla** acima não é erro de digitação: é como se escreve o marcador sem que ele seja trocado. Sem ela, este capítulo seria o único texto da plataforma que a tradução estragaria — ele mostraria "A empresa nomeou…" onde precisa mostrar o marcador.

Uma empresa lê *"A empresa nomeou…"*; um órgão público troca um valor e lê *"O órgão nomeou…"*, sem editar duzentos e sessenta e nove textos. **O padrão é empresa**, porque é o que descreve quase todo cliente.

***

### <font color="#15803D">Trocar a palavra</font>

1.     Abra **Administração ▸ Normas disponíveis**. O primeiro bloco é **Como chamamos quem é auditado**.

2.     Escolha uma das opções — cada uma traz ao lado o exemplo do texto como ele vai ficar.

3.     Pronto: não há botão de salvar. A escolha grava na hora e as listagens abertas se recarregam.

Trocar exige a permissão admin\:estrutura; quem tem só admin\:usuarios vê a tela e não grava. Voltar atrás é escolher a outra opção de novo — nenhum texto é reescrito.

***

### <font color="#15803D">Os marcadores carregam a contração</font>

E não só o substantivo. "O órgão" é masculino e "a empresa" é feminino: um marcador único deixaria "do empresa" pelo caminho, e ninguém revisa duzentos e sessenta e nove enunciados procurando concordância. Por isso existem formas separadas para \{\{da\_entidade}}, \{\{na\_entidade}}, \{\{pela\_entidade}}, \{\{as\_entidades}} e as demais, cada uma com a sua versão capitalizada.

Marcador desconhecido **fica à mostra**, entre chaves, em vez de virar vazio. Apagar em silêncio produziria "A nomeou uma autoridade" — uma frase que parece correta e está errada, e que ninguém revisa porque não chama atenção.

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### <font color="#15803D">Onde a troca </font>

Na leitura, num lugar só: a serialização da resposta. O enunciado aparece na listagem de perguntas, na fila, no questionário, na exportação, na busca, no assistente e em cada painel que cita a pergunta — traduzir em cada um deles seria dezenas de lugares, e o que fosse esquecido só apareceria na tela de alguém.

O banco continua guardando o marcador. Por isso a troca é **reversível sem perda**, e por isso ela vale para as telas já existentes e para a que ainda não foi escrita.

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### <font color="#15803D">O que a troca não alcança</font>

Um texto que alguém **editou pela tela** deixa de acompanhar o vocabulário: ao gravar, o que vai para o banco é a palavra literal que estava no campo. É o comportamento certo — aquele texto passou a ser da instalação, escrito como ela quis —, mas vale saber que ele não muda mais junto.

O módulo **IMR** continua dizendo "órgão contratante" de propósito: ele atende exclusivamente a contratos do Governo Federal brasileiro, e ali a palavra é a correta.
