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title: Administração
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createdAt: 2026-08-14T12:47:11.147Z
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# Administração, segurança e plataforma (usuários, alçadas, LGPD, notificações)

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Pré-requisitos: [Cadastro fiscal próprio](docId\:Q-zx6Qk4pMFD09yrhmsve). Esta página é executada pelo **perfil administrador** do tenant. A maior parte dos operadores nunca precisa abrir estas telas.
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## Introdução

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A administração é o **posto de controle** do tenant: define quem pode entrar (usuários e papéis de login), qual a **estrutura organizacional** (empregados, cargos, lotação) que sustenta a autoridade, até que valor cada cargo pode aprovar/cancelar/transmitir (a *alçada*), a **delegação** dessa autoridade quando o titular se ausenta, e as travas de segurança da plataforma — sessões ativas, faixas de IP, trilha de auditoria e chaves de integração. Cobre ainda a **conformidade com a LGPD** (incidentes de dados, direitos do titular, consentimentos de campanha) e a plataforma de **notificações** (modelos, preferências e reprocessamento de e-mails que falharam).

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**As duas camadas (não confundir).** O **login** só autentica — diz *quem é a pessoa*. A **autoridade** (alçada) vem do **cargo** que o empregado ocupa pela **lotação** — diz *o que ele pode aprovar e até quanto*. Um mesmo login pode mudar de cargo (e de alçada) sem trocar de usuário. Por isso, para dar poder de aprovação a alguém, você mexe no **cargo** e na **lotação**, não no usuário.
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**Onde ficam as telas de pessoal.** **Empregados**, **Cargos** e **Competências** saíram do menu Administração e passaram a viver no grupo **Recursos humanos**, porque a gestão de pessoas deixou de ser três telas de configuração. Continuam documentadas aqui — é onde a alçada por cargo é explicada, e separar o passo a passo da regra de autoridade deixaria as duas metades incompletas. A **delegação** de alçada segue em Administração: ela delega *autoridade*, não vínculo de trabalho.
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## Passo a passo

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### Provisionar usuários de acesso

O usuário é apenas a credencial de login — quem autentica a pessoa e carrega os papéis de acesso. A autoridade de aprovação vem depois, pelo cargo.

1. **Abra "Usuários".** Menu **Administração → Usuários**. A lista mostra os logins do tenant, com nome, e-mail, papéis e situação.
2. **Novo usuário.** Informe nome, e-mail e os **papéis** de acesso (ex.: usuário comum, aprovador financeiro, administrador). O sistema cria a credencial no provedor de identidade e dispara um e-mail para a pessoa definir a própria senha.
3. **Salve.** A pessoa recebe o link de cadastro de senha por e-mail e, em seguida, consegue entrar. O que ela vê e pode fazer depende dos papéis atribuídos aqui e da alçada do cargo que ela ocupa (adiante).

### Cadastrar cargos (organograma e escalonamento)

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**Permissão exigida (por design).** Todo o cluster de estrutura organizacional — **departamentos, cargos, empregados, lotação, centros de custo autorizados e delegações** — fica atrás de uma permissão própria (MANAGE\_DEPARTMENTS, tipicamente do administrador de RH/organização). Um usuário que **não** carrega essa permissão recebe **"Você não tem autorização para esta operação"** (bloqueio *fail-closed*) ao tentar cadastrar, listar ou editar qualquer desses itens — inclusive só **abrir a lista** de empregados. Isso não é defeito: é a mesma segmentação por papel que governa Compras. Se você bater nesse bloqueio, autentique com o papel correto.
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A alçada é do **cargo**, não do usuário. Antes de criar regras de alçada, cadastre os cargos da organização e a cadeia de chefia por onde os valores sobem.

1. **Abra "Cargos".** Menu **Recursos humanos → Cargos**. A tela mostra o **organograma** (cargos por chefia) à esquerda e, ao selecionar um cargo, à direita: a **alçada** ligada a ele (operação, teto, *centro de custo*) e a **cadeia de escalonamento** — para qual cargo o valor sobe quando passa do teto.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/132-positions.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Novo cargo.** Informe nome, **chefia** (cargo-pai — opcional; em branco = topo do organograma) e descrição. O sistema recusa uma chefia que criaria um ciclo (A chefia de B que chefia A). Um empregado passa a exercer a alçada do cargo pela **lotação** — o vínculo que registra quem ocupa o cargo.

### Descrever o que o cargo exige (competências)

A alçada diz o que quem ocupa o cargo **pode fazer**; o perfil diz o que se **espera** dele. É esse perfil que o processo seletivo usa para triar candidato, a avaliação de desempenho para pontuar, e o plano de desenvolvimento para apontar lacuna.

5a. **Cadastre as competências da organização.** Menu **Recursos humanos → Competências**. Informe código (único), nome, **natureza** (técnica ou comportamental), descrição e o **teto da escala** — o nível máximo em que aquela competência pode ser avaliada.

O teto vive na competência, não numa configuração global, porque cada uma é medida na sua própria escala. Um cargo **não pode exigir nível acima dele**: a tentativa é recusada informando qual é o teto válido.

Competência não é apagada, apenas **inativada** — apagar levaria o histórico de avaliação junto. A tela guarda histórico de alterações: quem mudou, quando e de quê para quê.

5b. **Descreva o perfil do cargo.** Na tela de **Cargos**, selecione um cargo no organograma. Abaixo da alçada aparece o bloco **"O que este cargo exige"**. Use **Adicionar competência**, escolha a competência, o **nível exigido** e se ela é obrigatória. O nível é editável direto na lista.

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**Armadilha que vale conhecer.** Neste produto o cargo **é** a cadeira do organograma: cinco cadeiras de "Analista de Compras Pleno" em três departamentos são **cinco cargos**, cada um com o seu próprio perfil. Ao revisar uma exigência, **confira os cargos irmãos de mesmo nome** — senão três ficam atualizados e dois não, e a diferença só aparece meses depois.
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5c. **Copie o perfil de um cargo irmão.** No mesmo bloco, escolha um cargo em **"Copiar perfil de"** e clique em **Pré-visualizar cópia**. O sistema mostra um **rascunho** com as competências e os níveis do cargo de origem, deixando de fora as que este cargo já exige — **nada é gravado até você confirmar**. Revise, ajuste o que for diferente e confirme.

5d. **Registre as certificações que o cargo exige.** Ainda na tela de **Cargos**, abaixo das competências fica o bloco **"Certificações que este cargo exige"**. Clique em **Adicionar certificação** e informe o nome (ex.: "CNH categoria D"), o **órgão emissor** quando houver, e a **validade em meses**.

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**O campo de validade decide se alguém vai ser cobrado.** Deixar a validade **em branco** significa que a habilitação **não expira** — e essa certificação nunca entra na cobrança de recertificação. Deixe em branco **de propósito**, não por esquecimento: é a diferença entre um registro que o sistema acompanha e um que ele ignora para sempre. **Zero não serve** para dizer "não expira": o sistema recusa, porque prazo zero deixaria a exigência permanentemente vencida.
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5e. **Descreva as funções que compõem o cargo.** No bloco **"Funções que compõem este cargo"**, use **Acrescentar função** e escreva uma atribuição por linha. Reordene com as setas ↑ e ↓ e remova com a lixeira.

Função **não** é competência: competência é o que a pessoa precisa **saber**, função é o que ela precisa **fazer**. É a lista de atribuições que se publica num edital de concurso e que orienta a conversa de avaliação.

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**A ordem só vale depois de salvar.** Reordenar e editar mexem apenas na tela; clique em **Salvar lista e ordem** para gravar. O sistema grava a lista **inteira** de uma vez — não linha por linha — e por isso a numeração nunca fica com buracos. Linhas em branco são descartadas na gravação, em vez de barrarem o resto da sua edição.
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### Registrar a faixa salarial do cargo

A faixa é o intervalo que a organização considera adequado para o cargo, por nível. É contra ela que um reajuste ou uma promoção é medido — sem faixa, cada decisão salarial vira uma negociação isolada.

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**Esta tela pede autorização própria.** Menu **Recursos humanos → Faixas salariais** só aparece para quem carrega a permissão de **ler faixas salariais**. Ter a leitura genérica de cadastros **não basta**: remuneração é dado sensível e foi deliberadamente separada. Se o item não está no seu menu, é por isso — e não por defeito.
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6a. **Abra "Faixas salariais"** e escolha o cargo. A lista mostra as faixas já cadastradas, com nível, mínimo, ponto médio, máximo e a vigência de cada uma.

6b. **Cadastre uma faixa.** Clique em **Nova faixa** e informe o **nível** (ex.: "Sênior"), o **mínimo**, o **máximo**, opcionalmente o **ponto médio**, e a data em que passa a valer. O sistema recusa mínimo maior que o máximo, e ponto médio fora do intervalo, dizendo quais números estão em conflito.

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**Cadastrar uma faixa nova não apaga a anterior.** Se a nova começa depois, o sistema **encerra a atual na véspera** daquela data, na mesma operação. A faixa antiga continua legível — é ela que justifica uma decisão salarial tomada quando valia. Por isso não existe "excluir faixa".
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**Vigências não podem se sobrepor.** Duas faixas do mesmo cargo e nível nunca valem ao mesmo tempo. Ao tentar, o sistema recusa e informa a partir de quando a faixa conflitante já vale.
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6c. **Consulte qual faixa valia numa data.** No bloco **"Qual faixa valia numa data"**, informe o nível e a data — em branco significa hoje. É o que responde "contra qual intervalo esta promoção de dois anos atrás foi avaliada".

6d. **Veja o histórico.** Selecione uma faixa na lista: abaixo aparece o histórico de alterações, com autor, data e os valores antes e depois. Faixa salarial é a primeira coisa que uma auditoria pergunta.

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**A faixa é deste cargo, não do nome do cargo.** Cinco cadeiras de "Analista de Compras Pleno" carregam **cinco faixas separadas**. Ao reajustar, confira os cargos irmãos de mesmo nome.
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### Conferir divergências entre cargos de mesmo nome

Neste produto o cargo **é** a cadeira do organograma. Cinco cadeiras de "Analista de Compras Pleno" são cinco cargos, cada um com o seu perfil e a sua faixa — e no dia do reajuste três são atualizadas e duas ficam para trás, porque ninguém sabia que existiam. O problema não aparece no dia seguinte: aparece meses depois, quando duas pessoas no mesmo cargo descobrem que estão em faixas diferentes.

Esta tela é a rede que torna isso administrável.

6e. **Abra "Divergências entre cargos"** no menu **Recursos humanos**. O sistema agrupa os cargos **ativos** pelo nome — ignorando maiúsculas e espaços a mais, porque "Analista de Compras Pleno" e "analista de compras pleno" são o mesmo cargo na intenção de quem cadastrou — e compara, em cada grupo, as competências exigidas com os seus níveis e a faixa vigente.

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**A tela sempre diz quanto foi comparado**, mesmo quando não há nada a corrigir. "Nenhuma divergência" e "a comparação não rodou" produziriam a mesma tela vazia, e a segunda é um defeito silencioso.
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6f. **Leia o apontamento.** Cada grupo divergente mostra em quê os cargos se afastaram — competências diferentes, faixa diferente, ou as duas — e lista cada cadeira com o que ela exige e o que paga hoje.

6g. **Corrija, ou registre que a diferença é intencional.** Dois cargos de mesmo nome podem legitimamente diferir. Clique em **"Esta diferença é intencional"** e escreva o motivo — o motivo é obrigatório, porque aceite sem justificativa não se distingue de alguém apagando um aviso para ele sumir.

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**O aceite não é permanente, e é de propósito.** Ele fica selado contra o estado que você olhou. Se qualquer coisa naquele grupo mudar depois — uma competência acrescentada, um nível alterado, uma faixa reajustada — o selo deixa de bater e **o grupo volta a aparecer**. É o que impede que um "marcar como resolvido" silencie para sempre justamente a revisão que a tela existe para pegar.
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### Cadastrar empregados, lotação e centros de custo

O **empregado** é a base da estrutura: dele dependem a lotação (onde trabalha e em que cargo), os centros de custo autorizados e a alçada (que vem do cargo).

1. **Abra "Empregados".** Menu **Recursos humanos → Empregados**. A lista reúne os empregados com nome, *CPF*, e-mail e situação. Ela exige a permissão de RH/organização (MANAGE\_DEPARTMENTS, ver nota acima): sem ela, o carregamento é **recusado** (bloqueio *fail-closed*); no ambiente de demonstração, o perfil padrão não carrega essa permissão, e a tela fica em "Carregando…" sem trazer dados.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/131-employees.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Novo empregado.** Informe nome, CPF (único por tenant), e-mail, situação (Ativo/Inativo) e, opcionalmente, o **usuário de acesso** (o login provisionado no passo 2). Lembre: o login só autentica; a alçada vem do cargo da lotação.

7-A. **Dados declaratórios.** Na ficha do empregado, no cartão **"Dados declaratórios"**, registre o que o governo pede no evento de admissão e que não cabe no cadastro básico: **nome social**, **data de nascimento**, **PIS/NIS**, **CTPS** (número, série e UF), **raça/cor**, **estado civil** e o bloco de **deficiência**.

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**Nada aqui é obrigatório para salvar, e isso é deliberado.** O bloco é completado **conforme os documentos chegam** — registrar a admissão hoje com a CTPS chegando semana que vem é o caso normal, não erro. Quem confere a completude é a **declaração**, na hora de transmitir. Se o cadastro exigisse tudo de uma vez, alguém digitaria um número qualquer para passar da tela, e dado inventado é pior que dado faltando: ele **parece** informação.**O PIS/NIS é conferido ao salvar.** Digite como o documento imprime, com pontuação — o sistema normaliza. O que ele recusa é **dígito verificador inválido**: número errado volta como **rejeição do lote inteiro**, meses depois, e a rejeição não diz de quem é.**A deficiência são cinco afirmações independentes**, não uma escolha: física, visual, auditiva, mental e intelectual. A mesma pessoa pode ter mais de uma, e o governo as declara assim. **"Conta na cota legal" é decisão à parte** — o sistema recusa marcá-la para quem não tem nenhuma deficiência declarada **nem** é reabilitado pela previdência (Lei 8.213/1991, art. 93), porque contar quem não é infla o relatório de cota, que é o primeiro número que a fiscalização confere.**O nome social não substitui o nome civil.** O CPF e a CTPS carregam o civil, e a declaração precisa dos dois — por isso são campos separados.**Este cartão tem permissão própria**, mais estreita que a do cadastro: raça/cor, deficiência e nome social são dado sensível (LGPD), e quem não a tem **não vê o cartão** — não vê um formulário vazio, que se leria como "nada foi declarado". O histórico logo abaixo mostra quem alterou e o quê.
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7-B. **Dependentes.** No cartão **"Dependentes"**, cadastre filhos, cônjuge e demais dependentes com **nome**, **tipo** (Tabela 07 do eSocial), **data de nascimento** e **documento**. Depois, pelo botão **"Registrar direito"** de cada linha, informe **qual direito** aquele dependente carrega e **desde quando**.

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**Os dependentes são da PESSOA, não de um vínculo.** Quem tem dois contratos no grupo tem os mesmos filhos nos dois — por isso o cartão está aqui, na ficha do empregado, e não no contrato de trabalho. Cadastrá-los por contrato faria a mesma criança existir duas vezes, e as duas cópias divergiriam no primeiro aniversário.**São DOIS direitos separados, e essa é a parte que mais custa se for tratada como uma só.** A **dedução de IRRF** vale até **21 anos** (24 cursando ensino superior ou técnico) e vale **também para o cônjuge**; o **salário-família** vai até **14 anos** e tem **teto de renda**. Os dois conjuntos se cruzam mas não coincidem: um filho de 16 anos **deduz e não gera** salário-família; um cônjuge **deduz e nunca gera**. Uma marcação só erraria esses casos **em silêncio** — o contracheque sairia plausível.**O limite AVISA; ele não desliga nada.** O cartão mostra, para cada dependente, até quando cada direito valeria, e marca em vermelho o que já passou. Quem muda o estado é você. Registrar um período que passa do limite é legítimo — universitário, dependente inválido — mas o sistema **exige o motivo por escrito**: é ele que responde à fiscalização anos depois.**O documento pode ficar vazio.** Recém-nascido não tem CPF nas primeiras semanas, e inventar um manda o número errado para o governo. O que o sistema recusa é **o mesmo CPF duas vezes** para a mesma pessoa — o evento sairia com o dependente repetido e voltaria recusado.**Este cartão também tem permissão própria.** Nome, CPF e data de nascimento de filhos são dado pessoal de **terceiro**, com a proteção reforçada da LGPD quando é criança. Quem não tem a permissão não vê o cartão.
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7-C. **Foto.** No cartão **"Foto"**, use **"Enviar foto"** para escolher a imagem. Trocar por outra é o mesmo botão, agora escrito **"Trocar"**; **"Remover"** deixa a pessoa sem foto.

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**Uma vigente, sempre.** Trocar a foto **aposenta a anterior na mesma operação** — nunca ficam duas. É o que faz "a foto do fulano" ter uma resposta só quando o crachá, a ficha de empregado e a folha forem buscá-la.**A foto responde à permissão do CADASTRO DE PESSOAS, não à de anexos** — e essa distinção é a razão de o cartão existir separado. Ela não é visível olhando a tela: a permissão genérica de anexos é detida por praticamente todo cargo, e se a foto respondesse a ela, o rosto de qualquer empregado ficaria listável e baixável pela tela genérica de **Anexos** por quem não pode nem abrir a ficha. Aqui não fica — quem não tem a permissão do cadastro leva recusa **em todas as portas**: no cartão, na tela de anexos e no download direto por link.**O campo aceita imagem, e diz isso quando não é.** Arrastar para cá o PDF do contrato devolve uma recusa que **nomeia** o problema: este campo quer foto, e o PDF vai na pasta de documentos da pessoa.
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1.

**Registrar uma lotação para o mês que vem não tira a pessoa da lotação de hoje.** A anterior é **encerrada na véspera** do início da nova, e continua sendo a lotação vigente até lá — é dela que saem o cargo, o departamento, o teto de alçada e os centros de custo que a pessoa pode apropriar. Agendar uma promoção com antecedência é operação normal e não deixa ninguém sem lotação no intervalo.

**A coluna "Primária" tem três leituras, e a do meio costuma assustar.** **Primária** é a que vale hoje. **Primária a partir de \<data>** é uma lotação que você marcou como primária e que **ainda não começou** — o caso normal de quem registra uma promoção com antecedência; a marcação pegou, ela só entra em vigor na data. E **—** é uma lotação não primária, ou uma já encerrada.

**A mesma área e o mesmo cargo, duas vezes no mesmo período, é recusado.** A recusa nomeia a lotação que já cobre aquelas datas. Duas lotações sobrepostas contam a **mesma pessoa duas vezes** em tudo que é apurado por unidade — população de benefício, rateio de custo —, e o número sai plausível.

**O motivo é obrigatório e vai para a trilha de vida funcional.** Vale a mesma regra do cadastro trabalhista: o sistema sabe **o quê** (comparando antes e depois), **quando** e **quem**; o **por quê** não está em campo nenhum e é a primeira coisa que um auditor procura. Escreva "reestruturação da diretoria", "pedido do próprio empregado", "assumiu a coordenação da equipe" — não "mudança de lotação", que a espécie já diz.

**"O que é esta mudança" é declaração, não dedução — e é por isso que é um campo.** As opções são **Mudança de lotação** e **Promoção**. O sistema **não** adivinha: mover alguém de área e promover alguém mexem exatamente nos mesmos dois campos (departamento e cargo), e a diferença não está no dado — está no que a organização decidiu. Como o lançamento na trilha **não se edita nem se apaga**, uma dedução errada ficaria gravada para sempre. Uma promoção que também mexe no salário produz **dois** lançamentos, um aqui e outro no cartão de remuneração do contrato, e isso é o comportamento certo: as duas datas de efeito nem sempre coincidem.

**Atribuir o vínculo por essa porta deixa rastro**, como qualquer correção de passado: entra uma **Mudança de lotação** na trilha de movimentação, com o motivo que você escreveu. Até esta data não deixava — a correção não gravava o vínculo, e a inscrição na trilha dependia justamente dele.

**Lotações antigas aparecem como "Registrada antes de existir vínculo"** — são as linhas gravadas antes de o contrato de trabalho existir no sistema, e elas continuam valendo. **Desde 2026-08-06 dá para atribuir o vínculo a elas**, pelo botão **Corrigir lotação passada** da própria linha (passo 10): escolha o vínculo, escreva o motivo e salve. O sistema **preenche** um vínculo que estava vazio e **recusa trocar** um que já esteja preenchido — trocar moveria um trecho da vida funcional de um vínculo para outro, e a trilha já escrita contra o anterior continuaria apontando para ele. Para esse caso, encerre a lotação e registre outra no vínculo certo.

**O vínculo vem primeiro, e é campo novo.** A lotação diz *onde a pessoa trabalha*; o **contrato de trabalho** diz *por qual empresa*. Quem tem dois vínculos no grupo — dois contratos simultâneos, ou o vínculo novo depois de uma sucessão — tem **duas** vidas funcionais, e uma lotação que nomeasse só a pessoa não diria qual das duas está descrevendo. Se a lista de vínculos vier vazia é porque a pessoa ainda não tem contrato: cadastre-o em **Recursos humanos → Contratos de trabalho** (ver *23 — Cadastro trabalhista*) e volte.

**Lotação.** Na ficha do empregado, no bloco **Lotação**, registre o **vínculo** + departamento + **cargo** + centro de custo padrão + vigência (início e, quando o vínculo terminar, fim), mais **o que é a mudança** e **por quê**. Marque **primária** a lotação que vale por padrão — ao registrar uma nova primária, a anterior é encerrada automaticamente como primária. O histórico de lotação fica guardado. É a lotação **vigente** (primária, início ≤ hoje, sem fim) que define o cargo (e a alçada) e o centro de custo padrão do empregado.

1. **Trilha de uma lotação.** Cada linha do histórico traz o botão **Trilha**, que abre o que mudou naquela linha, campo a campo, com quem mudou e quando. É a trilha **daquela** lotação, e não do bloco inteiro: qual linha mudou é metade da pergunta que uma auditoria faz.
2.

**E há um terceiro caso, que não trava mas também não passa calado:** quando **não existe folha nenhuma** para a competência tocada, o sistema não tem como afirmar que ela está aberta. A recusa aí é **diferente** da anterior e diz o que falta — porque mandar o operador "retificar a folha" quando não há folha a retificar é um beco sem saída. Nesta entrega, enquanto a apuração nativa não existir e a organização não importar lote, **toda** correção retroativa cai nesse caso.

**Por que é uma porta estreita.** Lotar gente daqui pra frente é trabalho do dia a dia e não deve virar cerimônia. Reescrever um mês que já foi encerrado, pago e declarado é outro ato: a lotação é o que o rateio de custo e o encargo da folha leem para decidir **qual departamento pagou** por aquela pessoa. Mudá-la muda números que já foram reportados.

**Corrigir uma lotação já encerrada.** Linhas encerradas trazem o botão **Corrigir lotação passada**, e ele é diferente de todos os outros desta página:

:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Exige autoridade própria** — **"Corrigir lotação de período passado"**, concedida em **Administração → Perfis e permissões**. Ela **não** vem junto com a permissão de RH/organização, e quem não a tem vê o botão **desabilitado com a explicação ao lado** — nunca um botão ausente, que se lê como funcionalidade inexistente.
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Exige motivo**, como qualquer movimentação.
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**É recusada de plano quando a folha daquele mês já foi encerrada**, e a recusa **nomeia a competência**. Nenhuma alçada passa por cima: a lotação daquele mês é a base do que já foi pago, e o caminho é a retificação da folha.
:::

1. **Centros de custo autorizados.** No bloco **Centros de custo autorizados**, autorize 1 ou mais centros e marque **um como padrão**. Quando o empregado tem mais de um centro autorizado, a requisição dele **exige escolher** qual usar (e valida que o escolhido está nesta lista).

### Configurar alçadas e permissões

A alçada de Aprovar documento já apareceu na página [Financeiro — títulos (contas a pagar e a receber)](docId\:D4kuGidayU2GQ-hMhF_T-). A tela de alçadas cobre **todas as operações sensíveis** do sistema.

1. **Abra "Alçada".** Menu **Início → Alçada**. No topo, o painel **"Operações sem regra ativa"** lista o que **ainda não tem regra**: por padrão, uma operação sem regra é **liberada** a qualquer usuário autenticado. Use esse painel como checklist do que falta governar.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/004-authorization-rules.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Operações disponíveis.** O seletor de "Nova regra" lista **todas** as operações governadas (financeiro, compras, estoque, fiscal, contabilidade, tesouraria, frota, vendas, viagens etc.), ordenadas pelo nome traduzido — por exemplo: Aprovar documento, Cancelar documento, Liquidar documento, Transmitir nota fiscal, Aprovar requisição, Gerenciar orçamento, Gerenciar crédito, Aprovar venda, Gerenciar estoque.
3.

⚠️ Restringir uma regra **não** cria restrição onde não havia. Operação **sem nenhuma regra ativa** continua liberada a qualquer usuário autenticado (é o que o painel do passo 12 lista). E quem tem o cargo mas está lotado **fora** da unidade da regra simplesmente não é alcançado por ela — se não houver outra regra que o alcance, a operação lhe é negada.

**Nova regra.** Escolha **operação** + **cargo** + teto opcional. O campo de cargo é um seletor dos cargos cadastrados (tela "Cargos"): o usuário é autorizado quando o **cargo** dele (resolvido pela lotação primária vigente) casa com a regra, respeitando o teto. O campo de **centro de custo** aparece **apenas** para "Aprovar requisição" — a dimensão da despesa. Quando o valor excede o teto do cargo, o sistema **escala** automaticamente para o cargo-chefe até encontrar um que cubra (visível na tela "Cargos").**Unidade organizacional (opcional).** O mesmo cargo costuma existir em várias unidades — há "Comprador" na superintendência e "Comprador" na gerência. Deixar o campo em **"Todas as unidades (geral)"** concede a autoridade ao cargo **em todo o órgão**, que é como toda regra já cadastrada funciona. Escolher uma unidade **restringe** a regra a quem está lotado nela — e, por herança, a quem está lotado nas **unidades abaixo** dela: uma regra na superintendência alcança as gerências subordinadas, não o contrário.

1.

**Nem toda alçada é exercida na tela do documento.** Algumas operações não têm dono: quem decide é a própria autoridade aprovadora, não o documento. Elas caem numa fila separada — veja **"Decidir solicitações de aprovação"**, ao fim desta página.

**Salve.** A regra vale imediatamente e passa a aparecer na lista, com busca por cargo funcionando.

### Configurar as faixas de aprovação de vendas (inadimplência e desconto)

Além da alçada geral por cargo, o módulo de vendas tem uma tela própria para **encaminhar ao papel certo** uma venda que ficou retida — seja porque o cliente está **inadimplente**, seja porque o **desconto** passou do limite do vendedor. Em vez de decidir caso a caso quem pode liberar, você monta **faixas por valor** (ou por percentual de desconto) e liga cada faixa a um **papel aprovador**: uma venda que caia dentro de uma faixa vai para a fila de aprovação daquele papel.

Abra **Administração → Alçadas de aprovação de vendas**. A lista traz as faixas já cadastradas, com o escopo, o nível, o intervalo e o papel que aprova. Em **Nova faixa**, escolha primeiro o escopo em **Aplica-se a**: *Venda a cliente inadimplente (valor)* roteia pelo valor da operação com um cliente em atraso; *Alçada de desconto (%)* roteia pelo percentual de desconto concedido. Informe o **Nível** (inteiro ≥ 1 — use níveis crescentes quando houver mais de uma faixa no mesmo escopo) e o intervalo que aciona a faixa: **Valor mínimo** e **Valor máximo (opcional)** no escopo de inadimplência, ou **Desconto mínimo (%)** e **Desconto máximo % (opcional)** (0 a 100) no de desconto — deixe o máximo em branco para "sem teto". Por fim, escolha o **Papel aprovador**, a operação que autoriza a liberação (ex.: *Aprovar venda*): é o papel de quem vai decidir. **Salve** — a faixa vale de imediato; edite ou remova pelos ícones na linha.

A partir daí, uma venda cujo valor (ou desconto) caia dentro do intervalo é **retida** e encaminhada ao papel aprovador da faixa; a decisão acontece em **Vendas → Aprovações** ([Vendas e CRM08 — Vendas e CRM](docId\:TaINdkXLJcUzyq0xUuGfH)), com o motivo *Inadimplência* ou *Desconto*, e a venda só avança depois que a autoridade libera.

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💡 **As faixas de limite de crédito funcionam igual — e agora valem de verdade.** Na mesma tela existe o bloco de faixas para **mudança de limite de crédito**: até um valor decide o analista de crédito, acima dele decide a tesouraria, por exemplo. **A faixa vale para aprovar e para recusar**, porque recusar também encerra o pedido contra o cliente. Quem tem a autoridade de **qualquer** faixa enxerga a fila de pendentes — senão o tesoureiro, único autorizado a liberar os pedidos grandes, não conseguiria encontrá-los. Uma ressalva que evita configuração inútil: se a operação escolhida na faixa **não tiver nenhuma regra ativa** na tela de autorizações, ela não restringe ninguém (uma operação sem regra é permitida a todos), e o sistema então mantém a exigência anterior — a do analista de crédito — em vez de abrir a decisão para qualquer usuário. Configure a faixa **e** a regra da operação que ela nomeia.
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### Autorizar (ou não) a alteração de pedido aprovado

Um pedido de compra já aprovado pode ficar **congelado** — nenhuma mudança depois do aval — ou permanecer **editável**, hipótese em que cada alteração o **reavalia contra a alçada** de aprovação. O administrador decide isso num único interruptor em **Administração → Política de alteração de pedido aprovado**: desligado, o pedido aprovado fica travado; ligado, ele volta a aceitar mudanças e é reconferido pela alçada do cargo.



![](https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/144-purchase-order-policy.png)

### Delegar alçada (substituição)

Quando o titular de um cargo se ausenta (férias, licença) ou a função passa temporariamente a outra pessoa, registre uma **delegação**: um substituto passa a exercer a alçada do cargo no período.

1. **Abra "Delegações".** Menu **Administração → Delegações**. A lista reúne as delegações com tipo, escopo, substituto, vigência, motivo e situação; no ambiente de demonstração aparece vazia até você registrar a primeira pela ação **Nova delegação**.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/133-delegations.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Nova delegação.** Escolha o **tipo** (Temporária — com início e fim; ou Permanente — sem prazo), o **escopo** (Cargo inteiro ou uma Operação específica), o **cargo** de origem, o **substituto** (empregado) e a **justificativa** (obrigatória). Em delegação temporária, informe início e fim.
3. **Encerrar.** Em uma delegação vigente, use a ação de encerrar (com motivo opcional). O **histórico** de cada delegação (criação e encerramento) fica na trilha de auditoria — acessível pelo ícone de histórico na linha.

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Uma delegação por **operação** vence a do **cargo inteiro** para aquela operação. O sistema impede a sobreposição de duas delegações vigentes do mesmo escopo. Toda delegação é um deslocamento de poder de aprovação — por isso a justificativa e a auditoria são obrigatórias.
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**O que o substituto passa a poder — e até quanto.** Enquanto a delegação estiver vigente, o substituto executa as operações que o **cargo de origem** autoriza, **até o limite de valor desse cargo** — não é alçada ilimitada, e não é a alçada dele. Fora da vigência (ainda não começou, já terminou) ou depois de encerrada, ele volta a ser recusado como antes. Três situações valem conhecer:

- **Quem já podia por conta própria continua agindo por conta própria.** Se o substituto já tinha autorização para aquela operação, o sistema usa a **dele** — inclusive o limite dele — e o ato **não** é registrado como substituição. Só quem seria recusado é que passa a agir em nome de outro.
- **Duas substituições ao mesmo tempo bloqueiam.** Se a pessoa responde por **dois cargos diferentes** no mesmo dia, ou por um mesmo cargo em dois recortes que não se contêm, o sistema **recusa** em vez de escolher um: não há como dizer qual autoridade está sendo exercida. Encerre a que não vale mais e a ação volta a passar.
- **Delegação com departamento vale só ali.** Quando a substituição é confinada a uma unidade, o substituto alcança apenas o que aquela unidade (e as acima dela) alcança — nem o alcance do titular, nem o dele próprio.

### Controlar sessões ativas

1. **Abra "Sessões ativas".** Menu **Início → Sessões ativas**. A tela reúne os logins atualmente conectados, com usuário, início da sessão, último acesso e origem; no ambiente de demonstração ela aparece vazia ("Nenhuma sessão para exibir.") até que alguém esteja de fato conectado.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/005-sessions.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Encerrar uma sessão.** Em uma linha, use a ação de encerrar. A sessão revogada não consegue mais chamar o sistema — o usuário é obrigado a entrar de novo. Sessões inativas por muito tempo são encerradas automaticamente pela política de timeout do tenant.

### Restringir por faixa de IP

1. **Abra "Faixas de IP".** Menu **Início → Faixas de IP**. A tela lista os intervalos de rede autorizados a acessar o tenant.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/006-ip-allowlist.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Registrar uma faixa.** Informe o intervalo de rede (formato CIDR, ex.: 203.0.113.0/24) e uma descrição (ex.: "Rede da matriz ACME"). A partir daí, acessos de endereços **fora** das faixas cadastradas são recusados. Deixe a lista **vazia** para não aplicar restrição de IP (todos passam).

### Configurar e consultar a auditoria

Toda criação, edição e exclusão de cadastro sensível é gravada automaticamente. Você controla o que é monitorado e consulta o resultado.

1. **Configurar o que é monitorado.** Menu **Administração → Auditoria**. Marque quais entidades são acompanhadas pela trilha. Ao desmarcar uma entidade, novas operações naquela entidade deixam de gerar evento (útil para reduzir ruído em cadastros de baixo risco).
2. **Consultar a trilha.** Menu **Administração → Trilha de auditoria**. Filtre por entidade e/ou ator para investigar quem fez o quê; enquanto você não refina os filtros e busca, a área de resultados fica vazia ("Refine os filtros para começar a busca."). Cada evento traz o autor, a data/hora e o **antes/depois** da alteração (estado inicial na criação, campos alterados na edição, estado final na exclusão).:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/134-audit-events.png" alt caption width="3200" height="2000"}

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Dentro da ficha de cada cadastro há também um botão **Histórico**, que abre a mesma trilha filtrada só para aquele registro — o caminho mais rápido para investigar uma linha específica.
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**Quando o ato foi feito por substituição.** Um evento autorizado por *delegação* abre com a tarja **"Ato por substituição: autoridade do cargo X"**, dizendo de quem era a alçada exercida. Sem ela, a trilha mostraria alguém aprovando o que o próprio cargo não autoriza — que é como se lê um furo, não uma substituição. A informação também sai na **exportação CSV**, na coluna delegatedFromPositionId. A ausência da tarja significa que a pessoa agiu por autoridade própria.

### Emitir chaves de integração

1. **Abra "Chaves de integração".** Menu **Administração → Chaves de integração**. Aqui você emite as credenciais que sistemas externos usam para conversar com o ERP.
2.

Na mesma tela, o cartão **"Contrato da API"** é onde se abre a documentação — e ele **não é um link**: o navegador não envia cabeçalho ao navegar, então você escolhe a área de negócio, cola a chave e o sistema troca a chave por um acesso de curta duração para este navegador. O passo a passo está em *20 — Integração com sistemas externos*.

**Duas regras do escopo que surpreendem.** Operação fora do escopo é recusada **mesmo que o órgão ainda não tenha definido regra de alçada para ela** — para pessoas, "não configurei" significa liberado; para um sistema externo, significa não. E **chave nunca aprova valor**: aprovar dentro de alçada é ato de agente público, preso a um cargo, e um programa não tem cargo. Uma chave sem nenhuma operação no escopo não faz nada, propositalmente.

**Emitir uma chave.** Informe a descrição da integração (ex.: "Loja de compras do parceiro"), **escolha o escopo** — a lista de operações que aquela chave poderá executar — e emita. Copie o valor exibido: ele não é mostrado de novo. O sistema aplica limite de chamadas por minuto (rate-limit) automaticamente. Revogue a chave quando a integração for desativada; a revogação vale na chamada seguinte.

### LGPD — incidentes de dados

O ERP registra e acompanha incidentes de privacidade conforme a LGPD (art. 48), para que o prazo de notificação à autoridade e aos titulares seja cumprido.

1. **Abra "Incidentes de dados".** Menu **Início → Incidentes de dados**. A tela traz o formulário de registro no topo e, abaixo, a lista de incidentes com descrição, data, situação e prazo (vazia até o primeiro registro).:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/007-data-incidents.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Registrar um incidente.** Descreva o ocorrido, os dados afetados e as mitigações adotadas. O sistema calcula o **prazo regulatório** e o mostra na lista. A partir do registro fica disponível a exportação para comunicação à autoridade de proteção de dados.

### LGPD — direitos do titular

Um titular de dados pode pedir acesso aos próprios dados, correção ou exclusão. O ERP registra o pedido, controla o prazo e executa a exportação ou a anonimização.

1. **Abra "Direitos do titular".** Menu **Início → Direitos do titular**. Lista com titular, tipo do pedido (acesso, correção, eliminação), data e prazo legal.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/008-data-subject-requests.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Registrar um pedido.** Escolha o parceiro pessoa física, o **tipo** (acesso / correção / eliminação) e a data. O pedido aparece com o prazo regulatório a cumprir (referência: 15 dias para o direito de acesso).
3. **Exportar os dados do titular (direito de acesso).** No pedido de acesso, gere o **arquivo de dados** com tudo o que está armazenado sobre a pessoa (cadastro, históricos de pedido, notas fiscais em que é tomador, consentimentos etc.) e entregue ao titular dentro do prazo.
4. **Anonimizar (direito de esquecimento).** Para pedidos de eliminação em que **não** há obrigação fiscal de retenção, use a ação de **anonimizar**. Os dados pessoais são substituídos por marcadores (Anonimizado em DD/MM/AAAA), mas as referências fiscais/financeiras são mantidas para a escrituração — o histórico contábil continua íntegro.
5.

⚠️ **Bloqueio vale para as exportações seguintes — inclusive a de acesso e a de portabilidade.** Bloquear é *suspender qualquer tratamento* do dado, não anotar que ele é sensível. Por isso, depois de um bloqueio, um pedido de **acesso**, **portabilidade** ou **acesso por hipótese legal** do mesmo titular **não** devolve mais o dado bloqueado: o arquivo traz a linha Withheld under LGPD art. 16 (blocked) com a **entidade**, o **motivo legal** e o **prazo**. A existência do dado continua declarada — o que não se repete é a entrega. Se o titular exportar e vir só essa linha, é isso que aconteceu; não é o sistema dizendo que não há dado.

🔎 **Histórico da solicitação — o registro de quem fez o quê.** No pedido aberto, o cartão **"Histórico da solicitação"** lista cada ato: quem **registrou** o pedido, quem o **processou** (e a entrega aparece como **Exportação** quando o direito é de acesso/portabilidade, e como exclusão ou alteração quando o direito é de eliminação ou anonimização) e quem o **recusou**, com a justificativa. Clique numa linha para ver o detalhe. Esse cartão existe porque a pergunta que uma auditoria faz não é "o pedido foi atendido?" e sim "quem entregou o dado dessa pessoa, e quando" — antes ela não tinha resposta em lugar nenhum. **Quem consultou** dado pessoal (a consulta de CNPJ do cadastro de parceiros) aparece na tela **Log de auditoria**, filtrando a ação **Consulta**.

**Quando o dado é bloqueado em vez de apagado.** Se o dado está sob obrigação legal de guarda (o caso da maioria dos parceiros, pela retenção fiscal de 5 anos), o pedido de eliminação **não apaga**: registra um **bloqueio** (LGPD art. 16), e o resultado do processamento diz quantos registros foram apagados e quantos foram bloqueados. Veja os bloqueios do pedido na ação **"Bloqueios"**.

### LGPD — consentimentos de campanha

O consentimento para campanhas de marketing vive **dentro da ficha do parceiro**, não em uma tela separada — assim fica ao lado dos demais dados do cliente.

1. **Abra a ficha do parceiro.** Menu **Cadastros → Parceiros**, abra um parceiro pessoa física e vá à seção **"Consentimentos LGPD"**. A lista traz canal (e-mail / SMS / WhatsApp), finalidade (marketing / newsletter / cobrança), quando foi concedido e quando foi revogado.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/002-partners-detail.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Registrar consentimento.** Informe finalidade + canal + **versão do termo** (obrigatória, ex.: v1.0) e, opcionalmente, contato e evidência (texto ou link do registro). Registre. A linha aparece como **Ativo**.
3. **Revogar consentimento.** Em uma linha ativa, use a ação de revogar e escreva o **motivo** (ex.: "Titular pediu opt-out por e-mail em 28/05/2026"). A linha passa a **Revogado**, com a data e o motivo. A partir daí, o sistema bloqueia novas campanhas para aquele canal/finalidade.

### Notificações — modelos, preferências e falhas

As notificações são disparadas por **eventos do sistema** (pedido confirmado, nota emitida, carta de cobrança). Não existe "enviar agora" avulso — o administrador configura os modelos e as preferências, e reprocessa o que falhou.

1. **Modelos de notificação.** Menu **Início → Modelos de notificação**. Confira e edite os modelos por idioma (o mesmo evento tem versão em cada idioma do portal). Ao salvar, o novo texto passa a valer nos próximos disparos.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/009-notification-templates.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Preferências de notificação.** Menu **Início → Preferências de notificação**. Ative ou desative tipos e canais (in-app, e-mail). Desativar um tipo/canal e salvar faz com que novos eventos daquele tipo **não** notifiquem mais por aquele canal.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/011-notification-preferences.png" alt caption width="3200" height="2000"}
3. **Falhas de envio de e-mail.** Menu **Início → Falhas de envio de e-mail**. Aqui aparecem os e-mails que não saíram (destinatário inválido, erro do provedor) para você conferir o motivo e **reprocessar** os que puderem ser reenviados. Quando tudo saiu — o estado saudável, como no ambiente de demonstração — a tela mostra "Nenhuma falha de envio — todos os e-mails de notificação saíram.".:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/010-notification-delivery-failures.png" alt caption width="3200" height="2000"}

### Regras automáticas de e-mail (mapear evento → notificação)

As notificações do dia a dia (modelos, preferências, falhas) valem para o tenant. Um degrau acima ficam as **regras automáticas de e-mail**: cada regra liga um **tipo de evento de negócio** (ex.: orçamento acima do limite, pedido confirmado) a uma **notificação** — definindo os canais, os destinatários e uma condição opcional de disparo. É por aqui que se responde “quando *isto* acontecer, avise *estas* pessoas por *estes* canais”, sem pedir desenvolvimento. Atenção: esta tela é restrita ao **administrador de plataforma** — não a um cargo comum do tenant; um usuário sem esse perfil não a acessa.

1. **Abra “Regras automáticas de e-mail”.** Menu **Administração → Regras automáticas de e-mail**. A lista mostra as regras já cadastradas, com o **tipo de evento**, a **notificação** disparada, os **canais** (E-mail, No aplicativo), os **destinatários**, a **condição** e o **status** (Ativa/Inativa).:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/e32-16-notification-rules.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Nova regra.** Use **Nova regra**. O **tipo de evento** é escolhido numa **lista** — não se digita: a lista traz exatamente os eventos que o sistema publica (nota fiscal autorizada, título registrado/liquidado/cancelado/aprovado, lead registrado/qualificado/desqualificado/convertido, nota criada), com o código técnico abaixo de cada nome. Escolha também a **notificação** a enviar, os **canais** (e-mail e/ou no aplicativo), os **destinatários** e, se quiser restringir, uma **condição**. Uma regra **sem condição** dispara para **todo evento** daquele tipo.**Por que a lista, e não um campo livre.** Antes era possível digitar qualquer texto no tipo de evento. O sistema aceitava, a regra ficava **Ativa** — e nunca disparava, porque nenhum evento com aquele nome é publicado. Não havia erro em lugar nenhum: a regra parecia certa na tela e o silêncio parecia defeito do envio. Hoje o cadastro recusa um evento que ninguém publica e diz quais existem.**Se você já tem regra antiga apontando para um evento inexistente**, ela continua no banco e a lista a marca com **"Evento não publicado — esta regra nunca dispara"**. Corrija o tipo de evento (ou remova a regra): ela não foi apagada automaticamente para você não perder a configuração de canais e destinatários.**Sobre os destinatários:** a opção **"Usuários citados no evento"** não alcança ninguém hoje — nenhum evento do produto carrega usuário no seu conteúdo, e a tela avisa isso. Para e-mail, use **endereços da regra** (você digita os destinos) ou **e-mail do parceiro** (lido do parceiro que o evento cita — confira o aviso da tela, porque nem todo evento traz parceiro).
3. **Ative e salve.** Com a regra **Ativa**, todo evento do tipo escolhido passa a enviar a notificação aos destinatários resolvidos. Edite ou remova a regra pelos ícones na linha; **desative-a** para interromper os disparos sem apagá-la.

### Renomear rótulos de campos (sem codificação)

O administrador pode trocar o texto de qualquer rótulo do sistema pelo termo usado na própria organização, sem programar e sem novo deploy.

1. **Abra "Rótulos personalizados".** Menu **Administração → Rótulos personalizados**. A lista mostra as substituições já cadastradas, com a chave do rótulo, o idioma e o texto próprio.
2. **Nova substituição.** Em vez de adivinhar a chave, escolha a **Tela** e depois o **Campo** numa lista — a **chave** do rótulo é preenchida automaticamente (o modo **"Digitar a chave manualmente"** continua disponível para chaves fora do catálogo). Selecione o **idioma** (Português, Inglês ou Espanhol) e digite o **texto** da sua organização.
3. **Salve.** A troca é sobreposta ao dicionário do sistema e passa a valer no **próximo carregamento de tela** — não exige reinício nem publicação. Cada alteração exige a permissão de rótulos e vale só para o seu tenant.
4. **Histórico.** Cada substituição guarda a trilha de auditoria (quem alterou, antes/depois), acessível pelo ícone de histórico na linha.

### Base legal ao compartilhar registros de acesso (sigilo)

O compartilhamento de registros de acesso de um titular só ocorre sob uma **hipótese legal** registrada — por exemplo, ordem judicial —, preservando o sigilo e a confidencialidade.

1. **Ao registrar um pedido de acesso** do titular (menu **Início → Direitos do titular**), informe a **base legal** que autoriza o compartilhamento (ex.: *Ordem judicial*).
2. **A base legal fica gravada** no pedido e aparece tanto na lista quanto na ficha da solicitação, compondo a trilha de quem autorizou o quê e sob qual fundamento.

### Destinação dos dados ao término do contrato

Ao encerrar a relação contratual, o administrador executa uma rotina que **devolve** e depois **elimina** os dados pessoais do tenant, com comprovação (LGPD art. 15 e 16).

1. **Abra a tela de encerramento.** Menu **Início → Encerramento de contrato (destinação de dados)**. A lista mostra as execuções da rotina e a situação de cada uma.
2. **Devolver os dados.** Use **Executar a rotina** para iniciar a devolução — a situação passa a **Devolvido**, disponibilizando os dados para entrega à Controladora.
3. **Eliminar com comprovação.** Após a devolução, confirme a **eliminação**: a situação passa a **Concluído**, registrando a comprovação. Cópias são preservadas apenas nas hipóteses legais.

### Personalizar a ordem dos campos de uma tela (sem codificação)

Cada equipe usa a mesma tela de um jeito. O administrador pode **reordenar** e **ocultar** os campos de uma tela — para um usuário, um cargo ou um processo de negócio — pela própria ferramenta, sem programar e sem novo deploy. É o recurso que o mercado chama de "otimizador de tela".

1. **Abra "Ordem de campos".** Menu **Administração → Ordem de campos**. No topo, escolha a **Tela** que vai personalizar (ex.: *Parceiro*) e o **Escopo** do arranjo.
2. **Escolha o escopo.** *Toda a organização* vale para todo o tenant; *Usuário* vale só para uma pessoa; *Cargo (grupo)* vale para quem ocupa aquele cargo; *Processo de negócio* vale no contexto daquele processo. Quando o escopo pede um alvo (usuário, cargo ou processo), informe-o no campo **Alvo**.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/tech-field-layouts.png" alt caption width="3200" height="2000"}
3. **Reordene e oculte.** Use as setas **para cima/para baixo** para mudar a posição de cada campo e o ícone de **olho** para mostrar/ocultar. A numeração à esquerda reflete a ordem que o usuário verá.
4. **Salve.** O arranjo passa a valer para o escopo escolhido no **próximo carregamento da tela**. Quando um usuário se enquadra em mais de um arranjo, vale o **mais específico**: o pessoal do usuário prevalece sobre o do cargo, que prevalece sobre o do processo, que prevalece sobre o da organização. Use **Limpar escopo** para remover as personalizações daquele escopo e voltar ao padrão. Cada alteração fica na trilha de auditoria (ícone de histórico na linha) e vale só para o seu tenant.

### Criar layouts de importação e exportação de arquivos (sem codificação)

O órgão troca arquivos com outros sistemas o tempo todo, cada um com seu layout. O administrador pode **montar os próprios layouts** de importação e exportação — nos formatos **TXT** (posição fixa ou delimitado), **CSV**, **XLS** e **XML** — e usá-los para **exportar** dados do sistema ou **importar** dados de um arquivo recebido, tudo por configuração.

1. **Abra "Layouts de import/export".** Menu **Administração → Layouts de import/export**. A lista mostra os layouts já cadastrados, com nome, direção (Exportação/Importação), formato e o conjunto de dados de origem.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/tech-data-layouts.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Novo layout.** Clique em **Novo layout**. No painel à direita, dê um **nome**, escolha a **direção** (Exportação ou Importação), o **formato** (TXT/CSV/XLS/XML), o **tipo** (Delimitado ou Posição fixa) e o **conjunto de dados** de destino. Para layout delimitado, informe o **delimitador** (ex.: ;); marque **"Primeira linha é cabeçalho"** quando o arquivo tem cabeçalho.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/tech-data-layouts-builder.png" alt caption width="3200" height="2000"}
3. **Monte as colunas.** Em **Colunas**, adicione um campo por vez a partir do conjunto de dados escolhido; para cada coluna defina o **cabeçalho**, a **máscara** e se é **obrigatória** (na importação), e — em layout de posição fixa — a **posição inicial** e a **largura**. Reordene as colunas com as setas. Salve.
4. **Executar.** Num layout de **exportação**, o ícone de **download** na linha gera o arquivo no formato definido e baixa na hora. Num layout de **importação**, o ícone de **upload** abre o envio do arquivo: o sistema lê conforme o layout, valida os campos obrigatórios e as máscaras, grava as linhas válidas e devolve um **relatório** com quantas foram aceitas e quais foram recusadas (com a linha e o motivo). Cada layout guarda a trilha de auditoria e vale só para o seu tenant.

### Criar campos customizados (sem codificação)

Às vezes o órgão precisa guardar uma informação que o cadastro padrão não previu — o número do processo SEI, a modalidade da licitação, a data de vigência do contrato. Em vez de pedir desenvolvimento, o administrador **cria campos adicionais** na própria ferramenta: escolhe a tela, dá um rótulo, define o tipo e quem pode ver — sem programar e sem novo deploy. Os campos valem só para o seu tenant.

1. **Abra "Campos customizados".** Menu **Administração → Campos customizados**. No topo, escolha a **Funcionalidade (tela)** onde o campo vai aparecer (ex.: *Parceiro*). A lista mostra os campos adicionais já criados naquela tela, com o rótulo, o tipo e se é obrigatório.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/tech-custom-fields.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Novo campo.** Clique em **Novo campo**. No painel à direita, informe o **rótulo** (ex.: *Nº do processo SEI*), a **chave** (identificador estável, sugerido a partir do rótulo), o **tipo** e o **acesso**. Os **tipos** disponíveis cobrem o essencial de um formulário: Texto de linha, Texto de área, Inteiro, **Decimal**, **Moeda**, Data, Seleção, **Seleção múltipla**, Sim/Não, Opção única, **E-mail**, **URL**, **Telefone**, **Relação (lookup)** e **Fórmula (calculado)**. Para os tipos de lista (Seleção/Opção única/Seleção múltipla), monte as **opções** com **código** e **texto** — o código é o valor guardado (estável), o texto é o que aparece na tela; use **Adicionar opção** para cada uma. Marque **Obrigatório** quando o preenchimento for exigido — toda validação acontece **no servidor**.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/tech-custom-fields-drawer.png" alt caption width="3200" height="2000"}
   - **Valor padrão, ajuda e restrições.** Informe um **valor padrão** (o campo já vem preenchido num registro novo) e um **texto de ajuda** (aparece como dica sob o campo). Conforme o tipo, defina **restrições**: **mínimo/máximo** (Inteiro/Decimal/Moeda), **tamanho máximo** (textos, e-mail, URL, telefone) e um **formato** (expressão regular, para Texto de linha). O servidor recusa um valor fora do formato ou da faixa.
   - **Aparecer só quando… (visibilidade condicional).** Em **"Visibilidade condicional"**, escolha um **campo controlador** da mesma tela e o(s) **valor(es)** que revelam este campo — assim ele só aparece quando fizer sentido (ex.: mostrar *CNPJ* só quando *Tipo de pessoa = Empresa*). Um campo obrigatório que esteja escondido pela condição **não** trava o salvamento. Para regras mais ricas, clique em **"Usar uma expressão"**: escreva uma condição com comparações (==, !=, >, >=, \<, \<=, contains) e os conectivos && (E), || (OU) e ! (NÃO) sobre outros campos — ex.: \{status} == "APROVADO" && \{valor} > 1000. Referencie um campo pela sua chave entre chaves (\{chave}). O sistema **valida** a expressão ao salvar (uma condição malformada é recusada) e a aplica **igual** no servidor e na tela; **não é programação** — nenhuma linha de código do usuário é executada.
   - **Relação a outro cadastro (lookup).** Para o tipo **Relação**, escolha o **cadastro-alvo** (ex.: Parceiro, Produto); na ficha, o usuário busca e escolhe um registro existente e o sistema guarda o vínculo pelo identificador (renomear o registro não quebra a referência).
   - **Campo calculado (fórmula).** Para o tipo **Fórmula**, escreva uma expressão aritmética referenciando outros campos por \{chave} (ex.: \{preco} \* \{quantidade}), com + - \* / e parênteses. O valor é **calculado no servidor** e o campo é somente-leitura na ficha — o usuário não digita.
   - **Valor único.** Marque **Valor único** para exigir que o valor não se repita em outro registro da mesma tela (ex.: um número de protocolo). Um valor em branco é sempre aceito. (Não se aplica a Seleção múltipla.)
   - **Acesso a vários cargos e/ou usuários.** Sem nenhuma regra, o campo é visível a **todos**. Para restringir, use **Adicionar cargo** e **Adicionar usuário** quantas vezes precisar: o campo fica visível a quem estiver em **qualquer** uma das regras (vários cargos e vários usuários ao mesmo tempo). O controle de acesso do sistema sempre prevalece.
   - **Rótulo por idioma (opcional).** No bloco **"Rótulo por idioma"**, preencha o texto do rótulo em **Português, Inglês e Espanhol**. Cada usuário verá o rótulo no seu idioma; deixando um idioma em branco, aparece o rótulo padrão informado acima. Nos tipos de lista, cada **opção** também pode ter tradução por idioma. As traduções reaproveitam o mesmo mecanismo de "Rótulos personalizados" (4.3).
3. **Salve, edite ou remova.** O campo fica registrado naquela funcionalidade, para o seu tenant, e passa a compor a configuração da tela. Para **editar** um campo já criado, clique em **Editar** na linha (o rótulo, o tipo, as opções, a obrigatoriedade e o acesso mudam; a **chave** permanece a mesma); para **remover**, use **Remover**. O **controle de acesso do sistema sempre prevalece**: um campo restrito a um cargo não aparece para quem não o ocupa, e um campo numa tela que o usuário não pode ver nunca é exibido.
4. **Os campos aparecem na ficha do registro — em qualquer tela.** Feita a definição, os campos adicionais surgem numa seção **"Campos adicionais"** na ficha do próprio registro, em **qualquer tela de detalhe de registro do sistema** — dos cadastros (Parceiro, Produto, Centro de custo, Conta contábil, Tabela de preços, Funcionário, Depósito, …) às telas transacionais (Pedido de venda/compra, Cotação, Documento fiscal, Ordem de pagamento, Título, Processo jurídico, Orçamento, Bem patrimonial/imóvel, Oportunidade, Lead, …) — já preenchidos com o que foi salvo, e com o rótulo no idioma do usuário quando houver tradução. O operador informa os valores e clica em **Salvar** — a validação (tipo, obrigatoriedade, opção da lista) acontece no servidor, e o erro é mostrado no campo. Cada usuário vê só os campos que o acesso lhe concede. Nessas mesmas telas, o botão **Personalizar** deixa cada usuário **esconder ou recolher** seções (inclusive a de "Campos adicionais"), sempre respeitando o controle de acesso.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/tech-custom-fields-render.png" alt caption width="3200" height="2000"}
5. **Consulte e exporte por campo customizado.** Em **Administração → Relatório de campos customizados**, escolha a funcionalidade, informe filtros (campo + valor) e clique em **Consultar**: o sistema lista os registros que batem, com os valores dos campos que você pode ver. **Exportar CSV** baixa o resultado para planilha. Só entram na consulta os campos a que você tem acesso.
6. **Leve a configuração para outro ambiente ou órgão (exportar/importar definições de uma ou mais telas).** Na tela **Campos customizados**, o botão **Exportar** baixa um arquivo com as **definições** dos campos da tela selecionada (rótulos, tipos, opções, acesso e traduções) — **sem** os valores dos registros; o botão **Exportar tudo** gera um único arquivo com as definições de **todas as telas** de uma vez. Em outro ambiente (ex.: de homologação para produção) ou em outro órgão, o botão **Importar** envia esse arquivo e primeiro mostra uma **prévia** (nada é gravado ainda): o plano do que vai acontecer — quais telas seriam **criadas** ou **reaproveitadas** e quais campos seriam **criados** ou **atualizados**, além de quantas **regras de acesso** seriam ignoradas. Confira e clique em **Confirmar importação** para aplicar. A importação **recria** os campos de **todas as telas contidas no arquivo**, reaproveitando o que já existe (mesma tela / mesma chave são atualizados). As regras de acesso a um usuário ou cargo específico não são trazidas, porque os cadastros de destino são de outro ambiente; ajuste o acesso no destino, se necessário.

### Dicionário de dados (metamodelo do sistema)

Antes de criar um campo customizado, um layout de import/export ou um relatório, ajuda saber **quais entidades e campos** o sistema já tem. O **dicionário de dados** é a rotina própria da plataforma para essa consulta: lista as entidades do sistema (o metamodelo) e, ao abrir uma delas, os campos de cada uma, com **filtro por módulo** para achar rápido o domínio certo. É uma tela de **referência** — só consulta, não altera nada.

1. **Abra “Dicionário de dados”.** Menu **Administração → Dicionário de dados**. À esquerda, escolha o **Módulo** (ou *Todos os módulos*) e, se quiser, digite em **Buscar entidade**; a lista traz as entidades do módulo e, em cada linha, quantos campos ela tem. O contador no topo (ex.: *415 / 415 entidades*) mostra quantas entidades o filtro alcançou.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/e32-01-data-dictionary.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Inspecione uma entidade.** Clique numa entidade da lista para ver, no painel à direita, os **campos** dela (o nome e o tipo de cada atributo). Enquanto nenhuma entidade está selecionada, o painel mostra “Selecione uma entidade para inspecionar.”.

### Exigir no cadastro os campos que as declarações obrigatórias precisam

O SPED Fiscal descreve cada participante que apareceu numa nota do mês — nome, CNPJ ou CPF, inscrição estadual, município, rua, número, bairro. Faltando um desses, o **arquivo inteiro** é rejeitado, e a correção acontece no pior momento: no dia da entrega. Esta tela antecipa a cobrança para a **hora do cadastro**, e permite dizer **por causa de qual declaração** cada campo é exigido — porque isso muda de órgão para órgão e muda com a lei.

1. **Abra “Campos obrigatórios por declaração”.** Menu **Administração → Campos obrigatórios por declaração**. A tela é do perfil que responde pelas obrigações acessórias (o analista fiscal); exige a autorização *Gerenciar campos obrigatórios por declaração*.
2. **Parta do catálogo pronto.** O bloco **Exigências conhecidas das declarações** já traz os campos que os leiautes notoriamente exigem — os do registro 0150 do SPED (nome, CNPJ/CPF, inscrição estadual, logradouro, número, bairro, cidade) e os da NF-e/NFS-e (CEP, UF, e-mail). Clique em **Adicionar** na linha desejada: a exigência é criada **desligada**.
3.

**A tela *Produto* cobre os campos que o SPED pede do item** (registro 0200): **código (SKU)**, **descrição**, **unidade**, **NCM**, **CEST**, **código CATMAT/CATSER** e **natureza de estoque**. Use a condição **Somente quando → Tipo = Produto** nas exigências fiscais: um **serviço** não tem NCM, e uma regra sem essa condição tornaria impossível cadastrar qualquer serviço. Atenção a uma diferença em relação ao parceiro: o produto **já tem** exigências de fábrica que não se desligam aqui — NCM e unidade são obrigatórios para produto e matéria-prima, e o NCM é conferido contra o catálogo oficial. O que se configura nesta tela é o que vai **além** disso. A exigência vale também ao **duplicar** um produto.

**Ou monte a exigência à mão.** No bloco **Nova exigência**, escolha a **Declaração**, a **Tela** (*Parceiro*, *Endereço do parceiro* ou *Produto*), o **Campo exigido** e, se for o caso, a condição em **Somente quando** — por exemplo, exigir o CNPJ apenas quando o parceiro for **pessoa jurídica**. A observação é livre e serve para registrar o fundamento legal.

1. **Ative quando os cadastros estiverem prontos.** Toda exigência nasce **desligada**, de propósito: ligar uma regra retroativamente travaria a atualização de parceiros antigos que hoje passam. Use **Ativar** quando decidir cobrar. A partir daí, gravar um parceiro (ou um endereço) com aquele campo em branco é **recusado**, e a mensagem lista **todos** os campos faltantes de uma vez, dizendo quais declarações os exigem. A cobrança vale na tela, pela API e na importação — não só para quem digita no formulário.
2. **Desligue sem perder o histórico.** **Desativar** suspende a cobrança mantendo a regra cadastrada; **Excluir** remove de vez. Quem tem acesso à trilha de auditoria vê, no ícone de histórico da linha, quem ligou ou desligou cada exigência e quando.

### Decidir solicitações de aprovação (fila da autoridade aprovadora)

Certas mudanças exigem o aval de quem tem alçada: uma **despesa processual acima do teto de valor**, a **reversão de uma provisão** e a **alteração do valor de uma provisão** ([Jurídico e contencioso17 — Jurídico](docId\:DYpKNts8BU6LAG-ro0VgW)). Nesses casos o módulo **não aplica** a mudança: ele guarda uma solicitação, deixa o documento em "aguardando aprovação" e espera a decisão da autoridade. Esta é a tela onde essa decisão é tomada.

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**Não confunda com "Aprovações pendentes".** A caixa única de **Início → Aprovações pendentes** ([Extras15 — Extras](docId\:T4kPSRMFPloP-vHVEA9jU)) é um **índice**: cada linha leva você até a tela dona daquela decisão — venda, crédito, compras, orçamento —, e o botão de aprovar fica lá. As solicitações desta fila **não têm tela dona**: a decisão é da autoridade, não do documento, e por isso é tomada aqui mesmo. As duas telas existem e são coisas diferentes.
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1. **Abra a fila.** Menu **Início → Solicitações de aprovação** (logo abaixo de **Aprovações pendentes**). No topo, um aviso permanente repete a regra que mais engana: **aprovar aqui autoriza a mudança, não a aplica**.
2. **Leia o que está aguardando decisão.** A lista traz, por solicitação: o **Módulo** de origem (selo — ex.: *Jurídico*), a **Operação** em jogo (*Aprovação de despesa processual*, *Reversão de provisão*, *Alteração de valor de provisão*), a **Descrição**, o **Valor** envolvido, quem pediu (**Solicitado por**) e quando (**Solicitado em**). Módulo e operação aparecem por extenso, não em código interno.
3. **Decida.** Na linha, use a ação **Decidir**: abre o cartão **Decisão**, com o campo **Observação** (até 500 caracteres) e os botões **Aprovar**, **Recusar** e **Cancelar**. A observação fica gravada junto com a decisão — na prática ela é obrigatória ao recusar, para que quem pediu saiba o motivo.
4. **Confira o resultado.** Um aviso confirma a decisão (*Solicitação aprovada.* ou *Solicitação recusada.*), a lista é recarregada e a solicitação sai da fila. Quando não sobra nada esperando, a tela mostra **"Nada aguardando decisão."**.
5. **Volte ao documento de origem e refaça a ação.** Este passo é obrigatório e é onde a maioria erra: a aprovação apenas **autoriza**. Quem pediu precisa reabrir o documento (a despesa processual, a provisão) e executar a ação de novo — é nessa segunda execução que a mudança acontece. Se ninguém voltar, a solicitação consta **aprovada** e **nada aconteceu**.

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**Permissão exigida.** A fila é privativa de quem tem a autorização **Aprovar solicitações (alçada)** — cadastrada em **Início → Alçada** (passo 14). Quem não a tem **nem vê o item no menu**; entrando pela URL, a tela informa que somente uma autoridade aprovadora vê e decide estas solicitações, e **nem chega a consultar** a fila. O servidor ainda barra dois casos, mesmo com a permissão: **quem pediu não aprova** o próprio pedido (segregação de funções) e **valor acima do teto** da alçada do cargo é recusado. **Recusar**, esse sim, é permitido em qualquer valor — negar nunca cria risco.
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**Fila negada não é fila vazia.** Se o servidor recusar a leitura, a tela mostra o **erro** com a opção de tentar de novo — nunca "Nada aguardando decisão.", que faria a autoridade ir embora tranquila com a fila cheia.
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**O que a tela ainda não faz.** Ela mostra **só o pendente**: o que já foi aprovado ou recusado não é consultável aqui (a trilha da decisão fica na auditoria). E **nada avisa** que existe solicitação esperando há dias — enquanto não houver alerta, vale abrir a fila com regularidade, porque um documento parado em "aguardando aprovação" não reclama sozinho.
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### Exigir a linha orçamentária no pedido de compra

Por padrão, informar a linha orçamentária no pedido de compra é **opcional** — e essa é a razão de uma compra não prevista no orçamento conseguir passar: o controle de teto só age sobre o pedido que **menciona** uma linha. Quem não menciona nenhuma não é comparado com nada.

1. **Abra Início → Política de vínculo orçamentário do pedido.** A tela tem um único interruptor, **Exigir linha orçamentária em todo pedido de compra**, e ele nasce **desligado**. Enquanto estiver assim, o comportamento é o de sempre: pedido sem linha é gravado normalmente.
2. **Ligue o interruptor e clique em Salvar.** A partir daí, gravar os itens de um pedido que não informa a linha é **recusado**, e o comprador vê a mensagem pedindo a linha orçamentária. A mudança fica registrada na auditoria — quem ligou e quando.

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**Antes de ligar, saiba o que muda para o comprador.** A exigência vale para **todo** pedido, seja como for criado: direto, a partir de uma requisição ou de uma cotação julgada. Os dois fluxos guiados **ainda não trazem** a linha orçamentária, então, com a política ligada, o comprador passa a ter de escolher uma antes de conseguir gravar os itens — inclusive nos pedidos que ele antes gerava com um clique.
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**Não confunda com o teto.** Esta política exige **informar** a linha. Se o valor **cabe** naquela linha é outra decisão, tomada pela política de controle da própria linha (bloquear, avisar ou exigir aprovação), configurada no orçamento. Ligar esta e esquecer aquela deixa o pedido preso a uma linha que ele pode estourar à vontade.
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**Existe uma política irmã, e são independentes.** Em **Início → Política de vínculo orçamentário do pagável** vale a mesma ideia para o contas a pagar. São interruptores separados de propósito: é razoável exigir o empenho no momento do compromisso — o pedido — e deixá-lo opcional nos pagáveis que o sistema gera sozinho (multas, ordens de serviço da frota, frete), que ainda não carregam linha.
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### Definir o fluxo da cotação de compras

A sequência de etapas pela qual uma cotação passa — abertura, convite a fornecedores, coleta de propostas, critérios, julgamento, aprovação, publicação, geração do pedido — vem pronta e **vale para o órgão inteiro**. Quando o regimento interno da organização exige outra ordem, é aqui que ela é declarada.

1. **Abra Início → Fluxo da cotação de compras.** A tela mostra a **sequência em vigor** e diz de onde ela vem: **"Fluxo padrão"** enquanto a organização não declarou nenhuma, ou **"Declarada por esta organização"** depois que você salvar.
2. **Reordene com Subir e Descer**, e use **Remover** para tirar uma etapa que o seu rito não usa. A coluna **"Retornar exige justificativa"** decide, etapa por etapa, se voltar a um passo anterior a partir dela obriga a escrever o motivo.
3. **Clique em Salvar sequência.** A partir daí é essa a ordem que o sistema cobra. **Voltar ao fluxo padrão** desfaz a declaração e devolve a sequência de fábrica.

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**Reordenar NÃO afrouxa o fluxo — e isso é o ponto.** O avanço continua sendo de uma etapa por vez, e pular etapa continua sendo recusado. O que muda é **qual** é a sequência: a rigidez passa a valer sobre a ordem que você declarou. Se o objetivo for permitir saltos, esta tela não faz isso, de propósito.
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**Etapa com cotação parada nela não sai.** O sistema recusa a remoção e diz **quantas** cotações estão ali. É deliberado: um documento parado numa etapa que a sequência nova não conhece responderia "transição inválida" a qualquer movimento, sem nada que explicasse o motivo — ele travaria. E, num certame, mudar o rito de um processo já em andamento tem peso jurídico. Termine ou cancele aquelas cotações antes de reorganizar.
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**O cancelamento nunca entra na fila.** Ele é alcançável de qualquer etapa ativa e não é um passo do caminho — por isso a tela não o oferece como etapa da sequência.
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**A sequência é do órgão, não da cotação.** Não há como dar a um processo específico um rito diferente dos demais, e isso é escolha de produto: fluxos por documento transformam um processo auditável em dezenas que ninguém consegue comparar.
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## Verificação

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Você sabe que funcionou quando:

- Um novo usuário consegue entrar e vê apenas o que os papéis dele permitem.
- Um empregado com lotação vigente aparece com o cargo certo, e a requisição dele deriva o centro de custo dos autorizados.
- Uma delegação temporária vigente faz o substituto exercer a alçada do cargo no período; encerrada, a autoridade volta ao titular.
- Uma tentativa de operação acima do teto da alçada é **bloqueada** com mensagem clara ("sem autorização").
- Uma **faixa de aprovação de vendas** cadastrada faz uma venda dentro do intervalo (inadimplência ou desconto) ser **retida** e encaminhada ao **papel aprovador** definido, aparecendo em **Vendas → Aprovações**.
- Uma sessão encerrada não consegue mais chamar o sistema; acesso de IP fora das faixas cadastradas é recusado.
- A trilha de auditoria mostra as operações da sessão (criações e edições) com o antes/depois.
- O incidente de dados e o pedido de titular aparecem na lista **com o prazo** calculado.
- Um parceiro com consentimento revogado deixa de ser elegível para campanha naquele canal/finalidade.
- A exportação LGPD gera um arquivo legível com os dados completos do titular.
- Modelos e preferências de notificação salvam; e-mails com falha podem ser reprocessados.
- Um campo customizado criado numa funcionalidade aparece na lista daquela tela com o tipo e a obrigatoriedade certos; um campo de seleção sem opções é recusado, e a validação de tipo e obrigatoriedade acontece no servidor.
- Uma **regra automática de e-mail** ativa, ligada a um tipo de evento, faz a notificação sair pelos canais escolhidos aos destinatários resolvidos quando aquele evento ocorre (tela restrita ao administrador de plataforma).
- No **dicionário de dados**, filtrar por um módulo reduz a lista de entidades, e clicar numa entidade mostra os campos dela no painel — a tela carrega o metamodelo, sem ficar vazia.
- Uma solicitação submetida por um módulo aparece em **Início → Solicitações de aprovação** com módulo, operação, valor e solicitante; ao **Aprovar**, o aviso de confirmação surge, a linha sai da fila — e a mudança só se concretiza quando a ação é refeita no documento de origem.

## Erros comuns

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- **Usuário criado, mas não aparece no ERP** — a sincronização com o provedor de identidade atrasou; aguarde alguns minutos e recarregue a lista.
- **A alçada parece não bloquear** — confira se a regra tem o teto correto e se o **cargo** da regra é o cargo do usuário (resolvido pela lotação primária vigente — telas "Cargos" e a lotação do empregado).
- **Empregado sem a alçada esperada** — verifique se ele tem **lotação primária vigente** (início ≤ hoje, sem fim) apontando o cargo certo; lotação com início futuro ainda não vale.
- **A requisição não deixa salvar o centro de custo** — o empregado solicitante precisa ter o centro na lista de **autorizados**; com mais de um, é preciso escolher qual usar.
- **A delegação não deixa salvar** — sem justificativa, período inválido, substituto inativo ou sobreposição com outra vigente do mesmo escopo são recusados.
- **Acesso recusado sem motivo aparente** — confira se o IP de origem está dentro de alguma **faixa de IP** cadastrada; com a lista preenchida, endereços fora dela são bloqueados.
- **A revogação de consentimento não bloqueou a campanha** — confira se a campanha foi montada **antes** da revogação; campanhas já disparadas têm a lista de destinatários fixada no momento do envio.
- **O e-mail não chegou ao destinatário** — confira "Falhas de envio de e-mail": destinatário inválido ou erro do provedor aparecem ali, com opção de reprocessar.
- **Aprovei a solicitação e nada mudou no documento** — é o comportamento esperado: aprovar **autoriza**, não executa. Volte ao documento de origem e refaça a ação; sem esse segundo passo a solicitação consta aprovada e a mudança não acontece.
- **"Solicitações de aprovação" não aparece no meu menu** — o item é exibido apenas para quem tem a autorização **Aprovar solicitações (alçada)**. Peça ao administrador uma regra dessa operação para o seu cargo (**Início → Alçada**).
- **Não consigo aprovar uma solicitação que eu mesmo pedi** — é a segregação de funções: quem submete não decide. A solicitação precisa de outra autoridade. Acima do teto da alçada do cargo a aprovação também é recusada — nesses casos, ou o valor sobe para o cargo-chefe pelo escalonamento, ou a solicitação é recusada (recusar é permitido em qualquer valor).

