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title: Gestão por indicadores
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createdAt: 2026-08-14T12:46:54.273Z
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# Gestão por indicadores (planejamento estratégico e desempenho)

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Pré-requisitos: nenhum obrigatório para começar. Para vincular um objetivo a uma **área** e a um **responsável**, tenha antes os departamentos e servidores cadastrados (ver [Administração](docId\:Z8SS7r6Bvhs09rP1SPxUD)) — mas um objetivo **sem** responsável também é válido.
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## Introdução

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A **Gestão por indicadores** é o módulo em que o órgão registra o seu planejamento estratégico e acompanha, mês a mês, se está entregando o que prometeu à sociedade. Tudo é **nativo** e mora na mesma base do ERP: o número que aparece no semáforo vem do próprio dado transacional, sem planilha paralela e sem ferramenta de BI externa — por isso ele é auditável e contestável.

O caminho é sempre o mesmo, de cima para baixo: você abre um **ciclo** (a versão do plano daquele período), organiza as **perspectivas** (as grandes lentes do plano — no setor público a *Sociedade* fica no topo), pendura os **objetivos** sob cada perspectiva, cria os **indicadores** (as fichas de KPI que medem cada objetivo), define as **metas** de cada indicador por período e, ao longo do exercício, registra as **apurações** (o valor realizado). O **Painel de desempenho** cruza meta × realizado e pinta o semáforo. Quando um indicador desvia, você abre um **plano de ação** (5W2H) e registra a **análise de causa-raiz**. As quatro telas de entrada ficam no menu lateral, no grupo **Gestão por indicadores**: *Planejamento estratégico*, *Indicadores*, *Painel de desempenho* e *Painel gerencial* — o **Painel de desempenho** é a grade linha a linha (um indicador em um período, com o seu farol), e o **Painel gerencial** é a mesma verdade vista de cima (o ciclo consolidado, por nível e por área, com o mapa estratégico e os gráficos). Toda tela tem o botão **Ajuda** (o "?" no topo), com uma orientação curta e as armadilhas de cada passo.

As telas do módulo foram verificadas no celular (375 px), no tablet retrato (768 px) e no laptop (1024 px, com a barra lateral aberta): a página não rola de lado, o acesso ao menu e o botão de sair continuam dentro da tela, e a grade larga do painel rola dentro do seu próprio quadro. Abrir no telefone não é o mesmo que **servir** no telefone — o que foi conferido é o alcance de cada controle, não a aparência da tela.

## Passo a passo

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### 1. Abrir o planejamento e criar o ciclo

1. **Abra o planejamento estratégico.** No menu lateral, em **Gestão por indicadores → Planejamento estratégico**. A tela lista os ciclos já existentes com nome, período, lente e situação.
2. **Crie um ciclo.** Clique em **Novo ciclo** e informe o **nome** (ex.: Plano Estratégico 2026), o **período** (ex.: 01/01/2026 a 31/12/2026) e a **lente** de gestão — *Balanced Scorecard (BSC)*, *OKR* ou *Gestão por Diretrizes (GPD)*. A lente é só a forma de olhar: ela troca o vocabulário e a forma de pontuar o atingimento, mas não muda os dados, e pode ser trocada a qualquer momento enquanto o ciclo não estiver fechado.
3. **Ative o ciclo.** Um ciclo nasce como **Rascunho**. Clique em **Ativar** (a seta na linha do ciclo, ou o botão dentro do ciclo) para passá-lo a **Ativo** — só um ciclo ativo aceita objetivos, indicadores e apurações. Ao final do exercício, **Fechar** congela o ciclo para comparação com os próximos (um ciclo fechado é somente leitura).

### 2. Ajustar as perspectivas e criar os objetivos

1. **Abra o ciclo.** Clique no nome do ciclo para entrar no detalhe. O ciclo já nasce com as **quatro perspectivas clássicas do Balanced Scorecard**, em inglês (Financial, Customers, Internal Processes, Learning and Growth) — elas são um ponto de partida para você **renomear** para o seu contexto.
2. **Renomeie e reordene as perspectivas.** Use o lápis para renomear (ex.: Sociedade, Processos Internos, Aprendizado & Crescimento, Orçamentária) e as setas para reordenar. No setor público, a **Sociedade** vai para o topo, invertendo a ordem clássica do setor privado. Você também pode **Adicionar perspectiva** ou remover as que não usar.
3. **Crie os objetivos.** Na seção **Objetivos**, clique em **Novo objetivo**. Informe o **Título** (ex.: Ampliar a satisfação do cidadão), a **Descrição**, o **Nível** — *Missão*, *Visão*, *Estratégico*, *Tático* ou *Operacional* —, a **Perspectiva** a que ele pertence e, opcionalmente, a **Área** e o **Responsável**. Em **Aferição**, escolha *Quantitativo* ou *Qualitativo*. **Missão** e **Visão** são diretrizes, não metas: a razão de existir do órgão e o estado futuro que ele persegue — cadastre cada uma como um objetivo do seu nível, para que o plano não comece já no estratégico, sem a diretriz que o justifica. O **Nível** é descritivo: quem liga um objetivo ao outro é o **Desdobrar**, não o nível — pôr Operacional num objetivo não o pendura em ninguém.
4. **Desdobre em cascata (opcional).** Use **Desdobrar** para ligar um objetivo de topo aos seus objetivos táticos e operacionais. Um objetivo-filho pode sustentar **mais de um** pai — o desdobramento é uma teia, não uma árvore.
5. **Dê o peso ao desdobrar — é o peso que faz o número subir.** No formulário **Desdobrar objetivo** você escolhe o **Objetivo-pai (acima)**, o **Objetivo-filho (abaixo)**, o **Tipo de vínculo** (*Desdobramento*, *Causa e efeito* ou *Apoio*) e o **Peso**. O peso não é enfeite: o resultado de cada objetivo de baixo sobe **ponderado** por ele até o objetivo de cima. Um objetivo estratégico sem indicador próprio, com dois filhos de peso 3 e 1 medidos em 100% e 20%, fecha em **80%** — não em 60%. Se o pai tiver indicador próprio, o resultado dele entra na conta com peso 1. **Peso** em branco vale 1; peso 0 (ou negativo) tira o filho da conta **em silêncio** — se um filho parece não influenciar o pai, confira o peso antes de duvidar da medição.
6. **Leia o resultado que subiu.** O alinhamento medido aparece no **Painel gerencial** (menu **Gestão por indicadores → Painel gerencial**), no bloco **Mapa estratégico**: cada objetivo mostra o farol e o percentual consolidado, e o que se desdobra dele aparece indentado logo abaixo, com o tipo de vínculo e o peso. Para ver separado o que é do próprio objetivo e o que veio de baixo, use **Fixar no meu painel** no card do objetivo — em **Meu painel** ele passa a exibir **Próprio** e **Consolidado** lado a lado. Duas leituras que enganam: o farol de um objetivo é o **pior caso entre os indicadores dele mesmo**, e não é herdado dos filhos — um objetivo estratégico sem indicador próprio aparece com o farol **Sem meta** mesmo carregando um consolidado alto; e objetivo sem nenhuma medição mostra **—**, nunca 0%, porque zero é um resultado ruim e "não medido" é ausência de informação.

### 3. Detalhar o objetivo e criar o indicador

1. **Abra o objetivo.** Na lista de objetivos do ciclo, clique no objetivo. O detalhe mostra a descrição, a perspectiva, a área, o responsável e a data de criação, além da seção **Indicadores**.
2. **Crie o indicador.** Clique em **Novo indicador** e preencha a ficha de KPI: **nome** (ex.: Execução Orçamentária), **unidade** (%, dias, h…), a **polaridade** (qual direção é boa — *Maior é melhor*, *Menor é melhor*, *No alvo é melhor* ou *Estabilizar*), o **tipo de medida** (Instantâneo, Acumulado, Média) e a **periodicidade de apuração** (Mensal, Trimestral, Anual…). A polaridade é essencial: sem ela, um número como "80" não pode ser lido como bom ou ruim. Marque **Sigiloso** quando o número não puder circular — e saiba o que a marca faz, porque a consequência é silenciosa. Um indicador sigiloso **não dispara o alerta automático de desvio**: ele pode estourar a meta e ninguém é avisado, já que o alerta sairia para todos os usuários ativos levando o nome do indicador junto. E a conversa e o compartilhamento dele ficam restritos a quem administra o planejamento — para os demais, os comentários são recusados, e compartilhar com uma área não notifica ninguém. Sigiloso quer dizer que o desvio dele **você** tem que ir olhar.
3. **Complete o resto da ficha.** Informe a **linha de base** (o valor de onde você partiu) e a **data da linha de base**, e o **prazo máximo de apuração (dias)** — o prazo para fechar um período. Sem linha de base o indicador mostra se você chegou à meta, mas não mostra o quanto andou desde o início do plano.
4. **Diga como o indicador é alimentado.** No campo **Como é alimentado** escolha **Manual** (alguém digita o valor de cada período) ou **Calculado** (o sistema lê o próprio dado do ERP e calcula). Ao marcar **Calculado**, a ficha cresce: aparecem a origem do cálculo, a métrica e a apuração automática. A escolha também muda a seção **Apurações** do indicador: no calculado você deixa de digitar valor.
5. **Escolha a métrica do catálogo.** Em **Origem do cálculo**, deixe **Uma métrica do catálogo** e abra **Métrica do catálogo**. A lista vem agrupada por módulo. Hoje o catálogo tem **11 métricas em 10 módulos**: **Financeiro** (*Saldo de contas a receber em aberto* e *Saldo de contas a pagar em aberto*), **Vendas**, **Compras**, **Estoque**, **Custos e orçamento**, **Folha de pagamento**, **Patrimônio**, **Frota e manutenção**, **Contabilidade** e **Jurídico**. O catálogo é **fechado**: você escolhe de uma lista pronta, não escreve consulta ao banco — cada métrica é um item que o sistema já sabe calcular e rastrear, e é isso que impede um indicador de ler o que não deveria. A armadilha está no formato do número: as duas do **Financeiro** são **saldo** (uma foto do momento da apuração, que não é recortada pelo período); as outras nove são **movimento do período**. Ligar um indicador mensal a um saldo é legítimo, mas o número responde "quanto há hoje", não "quanto aconteceu no mês".
6. **Ou componha uma fórmula.** Troque **Origem do cálculo** para **Fórmula sobre métricas** e escreva a conta no campo **Fórmula** — por exemplo \{SALES.REVENUE} / \{PURCHASING.ORDERED\_VALUE} \* 100. Não digite o nome da métrica de cabeça: use o combo **Inserir uma métrica**, que acrescenta a referência no formato certo **no fim** do que já está escrito (monte a conta na ordem, ou ajuste o texto depois). Só métricas do catálogo podem ser citadas: um nome fora da lista é **recusado** ao testar e ao salvar — não vira zero silencioso. Uma fórmula sem nenhuma métrica também é recusada, porque um número fixo devolveria sempre o mesmo resultado parecendo um indicador vivo.
7. **Teste a fórmula antes de salvar.** Clique em **Testar fórmula**. O sistema roda a conta sobre o **mês corrente** (do dia 1º até hoje) e mostra o **Resultado:** e a **Memória de cálculo** — cada parcela com o seu valor. Sem o teste, o erro de conta só aparece depois que o cartão foi aprovado e já pintou o painel; com o teste, ele custa um clique.
8. **Ligue a apuração automática.** Marque **Apurar automaticamente na periodicidade** — a caixa só existe no indicador calculado. Toda madrugada o sistema atualiza o valor do período em aberto e, quando o período vira, congela o último valor do período que fechou, na periodicidade da própria ficha. A armadilha: a varredura só pega indicador **Aprovado**. Enquanto o selo no topo disser **Rascunho** ou **Aguardando aprovação**, ele é pulado — envie para aprovação e efetive antes de esperar número.
9. **Saiba que o indicador nasce em rascunho.** A ficha recém-criada recebe o selo **Rascunho** e ainda não é oficial: ela não entra no **Painel de desempenho**, não é apurada automaticamente e não dispara alerta de desvio. Quem libera é outra pessoa, e o passo 5 mostra como enviar e efetivar. A lista de **Indicadores** não exibe esse selo — para saber a situação de um indicador, abra a ficha dele.

### 4. A lista de indicadores

Toda a carteira de indicadores do órgão também pode ser consultada de uma vez pela tela **Indicadores** (menu **Gestão por indicadores → Indicadores**). Cada linha mostra a unidade, a polaridade, a periodicidade e se o indicador está **vinculado** a um objetivo. Clique em qualquer um para abrir a ficha completa.



![](https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/21-indicadores-04-indicadores.png)

### 5. Meta, aprovação, apuração e retificação

1. **Abra o indicador.** Na ficha do indicador você define as metas e registra os valores realizados.
2. **Defina a meta.** Na seção **Metas**, clique em **Nova meta** e informe o **período**, o **valor da meta** (ex.: 85) e a **faixa de tolerância** — a zona amarela do semáforo. A faixa precisa ficar do **lado certo** da meta: **abaixo** dela para *Maior é melhor*, **acima** para *Menor é melhor*, **cercando** para *No alvo é melhor*. Uma faixa no lado errado é recusada, porque pintaria de verde um resultado ruim. Ainda dá para informar **peso**, **tipo de compromisso** (Comprometida, Esticada, Aspiracional) e o **critério de aceitação**.
3. **Envie o indicador e a meta para aprovação.** Os dois nascem em **Rascunho**, e nada em rascunho conta. Quem tem **Gerenciar indicadores e metas** clica em **Enviar para aprovação** — o botão do indicador fica no topo da ficha, ao lado do selo de situação; o da meta, na própria linha da meta. Cada selo passa a **Aguardando aprovação**. Enquanto estiverem assim, o **Painel de desempenho** não mostra linha nenhuma para esse indicador: o painel só enxerga o que está **Aprovado**.
4. **Peça a decisão e efetive.** Quem decide é outra pessoa, com a permissão **Aprovar solicitações (alçada)**, em **Início → Solicitações de aprovação**. O pedido aparece lá com o módulo **Indicadores**, a operação **Aprovação de indicador** ou **Aprovação de meta** e o **Solicitado por**. Quem enviou não pode aprovar o próprio pedido — o sistema recusa. Depois do **Aprovar**, volte à ficha e clique em **Efetivar aprovação**: só nesse clique o selo vira **Aprovado** e a linha entra no painel. Aprovar não efetiva sozinho — se você parar no clique do aprovador, o selo continua **Aguardando aprovação** e o painel continua vazio.
5. **Se for recusado, volte para rascunho.** O aprovador pode **Recusar**, com uma **Observação**. A ficha não avisa: o selo continua **Aguardando aprovação** e **Efetivar aprovação** passa a ser negado, dizendo que a meta (ou o indicador) ainda não foi aprovada. Clique em **Voltar para rascunho**, corrija e envie de novo. A observação da recusa fica registrada na solicitação, com o aprovador — a ficha não a mostra, então combine a correção com ele.
6. **Editar o que já está aprovado derruba a aprovação.** Alterar a meta — ou a ficha do indicador — devolve o selo a **Rascunho** e limpa a aprovação: a linha sai do painel na hora e precisa de nova decisão. É proposital: vale o número que foi aprovado, não o que veio depois. Por isso uma ficha aprovada não oferece **Enviar para aprovação** — o caminho é editar, o que a devolve a rascunho, e enviar de novo.
7. **Registre a apuração.** Na seção **Apurações**, você pode salvar um valor **em andamento** (estimativa parcial do período em aberto) e depois **congelar** o valor oficial do período. Um período congelado não é sobrescrito.
8. **Retifique sem apagar.** Se o valor congelado precisar de correção, use **Retificar**: o sistema **exige uma justificativa**, preserva o valor anterior e cria uma nova versão vigente. A ficha marca a apuração como **Retificado v2**, e o ícone de histórico mostra todas as versões — essa é a análise histórica que o controle exige.
9. **No indicador calculado, você não digita a apuração.** A seção **Apurações** troca os botões: em vez de **Nova apuração**, aparecem **Recalcular agora** e **Apurar agora**. **Recalcular agora** atualiza só o valor do período em aberto — não fecha o período anterior e não toca em período já congelado. **Apurar agora** abre **Apurar a partir da métrica**: informe **Início do período** e **Fim do período**, e o sistema calcula e **congela** o valor daquele período. O valor não é digitado porque ele precisa continuar batendo com a memória de cálculo — um número escrito à mão no período aberto seria substituído no recálculo seguinte.
10. **Leia a memória de cálculo.** Clique no ícone **Histórico de retificação** na linha do período. Cada versão mostra o valor, a data e, embaixo, a nota gravada no momento do cálculo: a fórmula, a janela apurada e cada parcela com o seu valor. É texto técnico, guardado exatamente como o sistema calculou — de propósito, para o auditor refazer a conta à mão e chegar ao mesmo número. É essa nota que sustenta a promessa de que o indicador vem do dado transacional, e não de uma planilha.
11. **Desconfie do período sem dado.** Uma métrica sem movimento no período **não** dá erro: ela devolve **zero**, e a memória de cálculo diz de onde veio esse zero. Zero é um número — ele congela e o painel o compara com a meta, pintando **vermelho** num indicador *Maior é melhor*. Antes de congelar, leia a nota: "zero porque não houve movimento" e "zero porque o módulo de origem não está disponível" pintam o mesmo vermelho e significam coisas muito diferentes.

### 6. Aviso automático de desvio

Você não precisa abrir o painel todo dia para descobrir que um indicador furou a meta: quando um período fecha fora da meta, o sistema avisa sozinho.

1. **Congele o período.** Na seção **Apurações**, salve a apuração no modo **Congelar (oficial)** — ou use **Apurar agora**, no indicador calculado. No mesmo instante o sistema compara o valor oficial com a meta do período e, se o farol ficar **vermelho**, dispara o aviso. Um valor salvo como **Em andamento** nunca dispara nada: estimativa parcial de um mês em aberto não é desvio, e avisar sobre ela só geraria ruído e descrédito.
2. **Receba o aviso pelos dois canais.** O aviso sai ao mesmo tempo pelo **sino** no topo do portal (ver *14 — Frota e Notificações*) e por **e-mail**. O assunto é **Indicador fora da meta**, e o corpo traz o indicador, o período, o realizado e a meta (ex.: "realizado 80 vs. meta 100"), pedindo o registro da análise de desvio. Hoje o aviso vai para **todos os usuários ativos**, e não só para o responsável pelo objetivo — por isso você pode receber o desvio de um indicador de outra secretaria.
3. **Conte com um aviso por desvio, não um por dia.** Um período já avisado não é avisado de novo, mesmo continuando vermelho: além do disparo imediato, o sistema varre de madrugada (por padrão às 2h30) os períodos congelados que ainda não geraram aviso, e pula os já avisados. Quem **reabre** o aviso é a **retificação** — corrigir o valor cria uma nova versão, que volta a ser avaliada do zero e gera um aviso novo se também ficar fora da meta. É isso que impede o sino de virar enxurrada.
4. **Saiba por que às vezes o aviso não vem.** Quatro situações silenciam o aviso de propósito: a ficha do indicador ou a meta do período ainda está em **Rascunho** ou **Aguardando aprovação** (sem número aprovado não existe "desvio" — o aviso sai quando a aprovação sair); o farol ficou **amarelo**, dentro da faixa de tolerância (só vermelho alerta); o indicador está marcado como **Sigiloso**, e o nome dele não é enviado em massa a todos os usuários; ou você mesmo desligou esse tipo ou canal em **Início → Preferências de notificação**. E, no indicador que apura automaticamente, o aviso chega na varredura da madrugada seguinte, não no instante — porque quem fechou o período foi o trabalho noturno.

### 7. Plano de ação (5W2H, PDCA e causa-raiz)

Quando um indicador desvia da meta — e você foi avisado pelo passo anterior —, abra um **plano de ação** a partir da própria ficha do indicador (seção **Planos de ação → Novo plano**).



![](https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/21-indicadores-06-plano-acao.png)

1. **Detalhe as ações no 5W2H.** Cada ação responde às sete perguntas: **o quê** (título), **por quê** (motivo), **onde** (área), **quem** (responsável), **quando** (prazo), **como** (método) e **quanto** (custo). Cada ação tem um **status** (A fazer, Fazendo, Feito, Bloqueado, Cancelado) e uma **fase do PDCA** (Planejar, Executar, Checar, Agir) — o ciclo de melhoria contínua.
2. **Analise a causa-raiz.** Na seção **Análise de causa-raiz**, desdobre o desvio em causas encadeadas (técnica de *Ishikawa* / *5 Porquês*): uma causa pode ter causas-filhas, e as folhas do fundo são marcadas como **raiz**. É a raiz que orienta as ações que resolvem o problema, não só o sintoma.
3. **Acompanhe a evolução.** O plano também passa por aprovação: nasce em **Rascunho**, vai a **Aguardando aprovação** pelo botão **Enviar para aprovação** e só chega a **Em andamento** quando alguém aprova na bandeja e você clica em **Ativar** — ativar sem aprovação é recusado. Depois vira **Concluído**, e toda a trilha de auditoria fica registrada.

### 8. Painel de desempenho

1. **Abra o painel.** No menu **Gestão por indicadores → Painel de desempenho**, selecione o **ciclo**. A grade cruza, para cada indicador e período, a **meta** com o **realizado**, calcula a **variação** e o **desempenho** (o atingimento, pontuado conforme a lente do ciclo) e pinta o **farol**.
2. **Leia o semáforo.** **Verde** = na meta ou acima; **Amarelo** = dentro da faixa de tolerância; **Vermelho** = além da faixa, no sentido ruim. A cor respeita a polaridade — o mesmo número é verde para um indicador *Maior é melhor* e vermelho para um *Menor é melhor*. Um indicador **sem meta** (ou ainda não apurado) no período mostra **Sem meta**, e **não** vermelho — meta ausente não é estouro.
3. **Desça à origem.** Clique numa linha para abrir o **detalhamento**: as versões da medição daquele período (incluindo o histórico de retificação), provando de onde veio o número.
4. **Exporte.** O botão **Exportar CSV** manda a grade inteira para planilha.

### 9. Painel gerencial

O **Painel de desempenho** responde "como está o indicador X no período Y?". O **Painel gerencial** responde as outras três perguntas: como está o plano no conjunto, qual nível está travando e qual área puxa o resultado para baixo. As duas telas leem os **mesmos** números — a conta é a mesma da grade e do CSV, então o painel nunca discorda da planilha que você exportou para conferir.

1. **Abra o painel gerencial.** No menu **Gestão por indicadores → Painel gerencial**, escolha o ciclo em **Selecione um ciclo…**. Enquanto nenhum ciclo estiver escolhido, a tela mostra só "Escolha um ciclo para ver o desempenho consolidado" — mas os dois blocos do fim (**Compartilhado com a minha área** e **Meu painel**) aparecem assim mesmo, porque não dependem do ciclo.
2. **Leia os quatro cartões.** **Objetivos**, **Indicadores**, **Atingimento médio** e **Fora da meta**. Embaixo do atingimento vem a contagem "3 de 4 períodos medidos" — leia essa contagem antes de concluir qualquer coisa: 96% apurados sobre 1 de 12 períodos não é um plano em dia. Quando nada foi medido, o atingimento e o **Fora da meta** mostram um travessão (—), nunca zero: falta de informação não é bom resultado, e um "0" verde diria exatamente o contrário. O atingimento é a **média simples** das apurações; o **peso** do objetivo só vale no mapa, no consolidado de cada objetivo.
3. **Veja a distribuição do farol.** O gráfico em anel **Distribuição do farol** separa as medições em **Verde**, **Amarelo**, **Vermelho** e **Sem meta**. Ele conta **apurações** (indicador × período), não indicadores — o mesmo indicador entra em vermelho num mês e em verde no outro. Ciclo sem nenhuma medição mostra "Nada medido neste ciclo ainda.".
4. **Corte por nível e por área.** Duas tabelas lado a lado, **Por nível de desdobramento** (Estratégico, Tático, Operacional…) e **Por área**, com as colunas **Agrupamento**, **Indicadores**, **Medidos** (medidos/total) e **Atingimento**. Um nível sem nenhum objetivo é **omitido**, não aparece zerado: a prefeitura pequena que legitimamente não tem camada tática leria uma linha de zeros como fracasso. Objetivo sem área cai em **Sem área atribuída**; se a área foi informada mas não foi encontrada no cadastro, a linha diz **Área não resolvida** — são coisas diferentes e a tela não as mistura.
5. **Leia o mapa estratégico.** O bloco **Mapa estratégico** desenha o plano: uma faixa por perspectiva, um cartão por objetivo com o farol e o percentual consolidado, e o que se desdobra dele indentado abaixo, com o tipo de ligação (**Desdobramento**, **Causa e efeito**, **Apoio**), o **peso** e a marca **não consolida** quando aquele filho não entra na conta do pai. Objetivo sem perspectiva não some do mapa: ele vai para a faixa **Sem perspectiva**, no fim. Se essa faixa está cheia, o que falta arrumar é a perspectiva dos objetivos, não o mapa. Objetivo sigiloso aparece como **Objetivo reservado** para quem não administra o planejamento — o farol e o peso continuam à vista, porque escondê-lo mudaria o consolidado que o leitor tem direito de ver.
6. **Veja a curva de um indicador.** No bloco **Indicador no tempo**, escolha em **Escolha um indicador…**. O gráfico traça o realizado e, tracejada, a meta de cada período. Onde não houve apuração a linha **interrompe** em vez de descer — unir os pontos desenharia uma queda que nunca aconteceu. Duas armadilhas: o combo lista **toda** a carteira de indicadores do órgão, não só os do ciclo selecionado; e indicador sem nenhum período apurado mostra "Este indicador ainda não tem período medido.".
7. **Monte o seu painel.** Use **Fixar no meu painel** — o mapa inteiro pelo cabeçalho do mapa, um objetivo pelo alfinete no cartão dele, o indicador escolhido ao lado do combo — e **Fixar o resumo do ciclo**, no cabeçalho do bloco **Indicador no tempo**. O que você fixa aparece em **Meu painel**, no fim da tela, já desenhado (a curva, o resumo, o mapa), com **Mover para cima**, **Mover para baixo** e **Remover do meu painel**. O painel é **seu**: ninguém mais vê o que você fixou e ninguém reordena o que é seu. Fixar também não amplia o que você enxerga — o widget mostra só o que você já poderia abrir. Dois limites que aparecem como recusa: o mesmo item não entra duas vezes ("Este widget já está no seu painel.") e o painel guarda no máximo 24 widgets ("Seu painel já tem o máximo de 24 widgets."). E widget fixado em outro ciclo não mostra número de plano errado: ele avisa "Fixado em outro ciclo — selecione-o acima para ver este widget.".
8. **Veja o que outra área apontou para você.** O bloco **Compartilhado com a minha área**, no fim da tela, é o lado receptor do compartilhamento — cada linha é um link que abre o item que outra área mandou você olhar. Como se compartilha, e o que o colega passa (ou não) a poder ver, está na página [Fiscal — entrada](docId:1_QpvYmn6apZ9mqx87Z4K).

### 10. Discussão e compartilhamento entre áreas

O indicador, o plano de ação e a apuração de um período carregam um painel de colaboração com duas caixas — **Discussão** e **Compartilhado com**. É ali que a explicação do desvio fica registrada junto do número, em vez de morrer no e-mail de uma pessoa só, e é dali que uma área chama a outra para agir.

1. **Abra o painel.** Ele fica no fim da **ficha do indicador**, no fim do **plano de ação** e dentro do **detalhamento** de uma célula do Painel de desempenho (a janela **Medições de origem**). É o mesmo painel nos três lugares, mas cada um conversa sobre o seu próprio item — o indicador, o plano ou o número daquele período. No detalhamento, a conversa se prende à versão **Vigente** da apuração: se você **retificar** o valor, a vigente passa a ser outra e o painel abre uma conversa nova, em branco — a anterior fica presa à versão corrigida e não volta a aparecer ali. Conversa que precisa sobreviver à correção deve ser escrita na ficha do indicador ou no plano de ação, que não versionam.
2. **Comente e responda.** Escreva no campo de texto (limite de 4.000 caracteres) e clique em **Comentar**. Use **Responder** para encadear a resposta, que fica aninhada sob o comentário original. Quem já escreveu na conversa recebe o aviso no sino, no canto superior direito do portal. Mas **o primeiro comentário não avisa ninguém** — ainda não há ninguém na conversa. Para chamar outra área, o caminho é o compartilhamento do passo 4, não o comentário.
3. **Remova sabendo que o texto fica.** A lixeira (**Remover comentário**) risca o comentário e carimba **removido por** com o nome de quem removeu — o texto continua visível na conversa. É proposital: o comentário é o registro da interação, e registro que some deixa a discussão ser reescrita meses depois, quando o controle interno perguntar o que foi combinado. Você remove só os seus; quem gerencia a estratégia remove o de qualquer um.
4. **Compartilhe com a área que precisa agir.** Na caixa **Compartilhado com**, escolha a **Área**, escreva em **Observação** o que aquela área deve olhar e clique em **Compartilhar**. Quem está lotado nessa área **hoje** (lotação futura não conta) recebe o aviso no sino e passa a ver o item na lista **Compartilhado com a minha área**, no **Painel gerencial** — a apuração leva à grade do Painel de desempenho, que é onde ela se lê. Duas armadilhas: **compartilhar aponta, não concede** — o colega é chamado, mas continua passando pela permissão dele, e sem acesso à tela o link não abre; e item **sigiloso** não gera aviso nenhum, porque o título entregaria à área justamente o nome que o painel esconde (para quem não gerencia a estratégia, o painel de discussão nem aparece na tela). A mesma área duas vezes é recusada — não são dois fatos —, e a lixeira (**Retirar o compartilhamento**) desfaz o apontamento **sem deixar rastro**, ao contrário do comentário removido.

### 11. Perfis de acesso do módulo

A autoridade neste ERP é do **cargo**, não do usuário: quem entra na Gestão por indicadores é quem ocupa um dos cargos do módulo. São três, e eles **não se sobrepõem** — cada um faz uma parte do trabalho.

1. **Conheça os três perfis.** Em **Recursos humanos → Cargos** eles aparecem com o nome de cadastro, em inglês (você pode renomeá-los ali mesmo — o que vale é o cargo, não o nome)\:Além dos três, o cargo **Auditor** também entra no módulo: lê tudo e não altera nada. A divisão é proposital — quem define a meta não é quem registra o número que vai ser comparado com ela.
   - **Strategy Director** (a diretoria) — monta o plano: cria, ativa e fecha o ciclo, renomeia e reordena as perspectivas, cria e desdobra os objetivos. Lê o painel. **Não** cria nem edita ficha de indicador ou meta, **não** registra apuração e **não** abre plano de ação.
   - **Performance Manager** (o gestor) — cuida dos números: ficha de indicador, metas, apurações, retificação e planos de ação. Lê o painel. **Não** cria ciclo e **não** mexe em perspectiva nem em objetivo.
   - **Operational Analyst** (o operacional) — registra e retifica a apuração do período. Lê o painel. **Não** cria indicador, meta nem plano de ação.
2. **Atribua o cargo pela lotação.** O vínculo entre a pessoa e o cargo é a **lotação** do empregado, no bloco **Lotação** da ficha (ver *13 — Administração*). Quem não ocupa nenhum desses cargos **não entra** no módulo — nem para olhar o painel. Não é bloqueio parcial: a tela recusa. Se o seu órgão já usava o módulo antes de os perfis existirem, todo mundo perde o acesso até receber um cargo.
3. **Confira as permissões em Alçada.** Em **Início → Alçada** as cinco operações do módulo aparecem pelo nome: *Gerenciar planejamento estratégico*, *Gerenciar indicadores e metas*, *Registrar e retificar medições*, *Ver painel de desempenho* e *Gerenciar planos de ação*. É ali que você amarra uma operação a outro cargo, se a sua estrutura for diferente. Cuidado com o caminho inverso: uma operação que fica **sem nenhuma regra ativa** volta a ser liberada a qualquer usuário autenticado — apagar a última regra não fecha a porta, abre.
4. **Entenda por que um indicador "some".** Quem tem apenas *Ver painel de desempenho* — diretoria, operacional e auditoria — enxerga somente os indicadores e as metas já **Aprovado**. O que está em **Rascunho** ou **Aguardando aprovação** aparece só para o gestor, que é quem está construindo. Um indicador que sumiu para a diretoria quase sempre é um indicador ainda não aprovado, não um indicador apagado.

### 12. Trilha de alterações (quem mudou o quê)

Toda alteração de indicador, meta e apuração fica registrada com autor, data e o estado anterior. A pergunta do controle interno nunca é "qual é o número?", é "quem mexeu neste número, quando, e qual era antes" — e é isso que a trilha responde.

1. **Abra a trilha do indicador.** Na ficha do indicador, clique em **Histórico**, no topo. O painel **Histórico do indicador** lista os eventos do mais recente para o mais antigo: a ação (**Criado**, **Atualizado**), o autor e a data/hora. Clique numa linha para abrir o detalhe — numa criação, os **Valores iniciais**; numa alteração, os **Campos alterados**, com **Antes** e **Depois** lado a lado. A trilha responde *quem mudou*, não *quanto ficou*: o valor que vale hoje está na ficha, não aqui.
2. **Abra a trilha de uma meta.** Na seção **Metas**, o ícone de histórico na linha abre **Histórico da meta**. É a trilha que o auditor de fato pede, porque a meta é o compromisso pelo qual a secretaria será cobrada. Ela é separada da trilha da apuração: mudar a meta e mudar o realizado são dois fatos distintos, e ficam em dois registros distintos.
3. **Abra a trilha de uma apuração.** Na seção **Apurações**, o ícone de histórico da linha abre **Histórico de retificação**, com as versões do período (**Versão** 1, 2… e o selo **Vigente** na que vale). Dentro dele, cada versão tem o ícone **Log de alterações**, que abre a trilha daquela versão. São duas coisas empilhadas, e confundi-las custa tempo: a lista de versões conta **o que o número virou**; o **Log de alterações** conta **quem o mudou e quando**.

:::BlockQuote
**Sem a permissão de auditoria, o botão não existe.** O **Histórico** do indicador, o **Histórico da meta** e o **Log de alterações** da medição só são desenhados para quem tem a operação **Consultar log de auditoria** — no cadastro padrão, o cargo **Auditor**. Nenhum dos três perfis do módulo tem essa permissão: o próprio gestor que criou a meta **não** vê o botão da meta dele. Não aparece mensagem de erro nem cadeado — a tela simplesmente não mostra o botão, e é fácil concluir que a trilha não existe. Ela existe: peça a operação ao administrador em **Início → Alçada**, ou consulte pela trilha geral em **Administração → Trilha de auditoria**, filtrando pela entidade.
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## Verificação

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Você sabe que funcionou quando:

- o ciclo aparece como **Ativo** na lista de planejamento;
- o detalhe do ciclo mostra as suas perspectivas (com a **Sociedade** no topo) e os objetivos pendurados nelas;
- a ficha do indicador mostra a **meta** com a faixa de tolerância e a **apuração congelada** do período (e, se você retificou, o selo **Retificado v2**);
- a ficha do indicador mostra o selo **Aprovado** no topo **e** na linha da meta, e a solicitação correspondente já saiu de **Solicitações de aprovação**;
- a ficha do indicador calculado, ao abrir **Editar**, mostra a **Métrica do catálogo** (ou a **Fórmula**) que você escolheu, e **Testar fórmula** devolve **Resultado:** com a **Memória de cálculo** listando cada parcela;
- ao congelar um período com o valor fora da meta, o aviso **Indicador fora da meta** aparece no **sino** do portal (e sai também por e-mail) trazendo o indicador, o período, o realizado e a meta — e congelar de novo o mesmo período **não** repete o aviso;
- o **Painel de desempenho**, com o ciclo selecionado, mostra uma linha por indicador com **meta**, **realizado**, **variação**, **desempenho** e o **farol** na cor correta (verde/amarelo/vermelho/sem meta);
- ao clicar numa linha do painel, o detalhamento lista as versões da medição daquele período;
- o **Painel gerencial**, com o ciclo selecionado, mostra os cartões **Objetivos**, **Indicadores**, **Atingimento médio** (com a contagem "N de M períodos medidos") e **Fora da meta**;
- as tabelas **Por nível de desdobramento** e **Por área** trazem uma linha por agrupamento que tem objetivo, com **Medidos** no formato medidos/total;
- o **Mapa estratégico** mostra uma faixa por perspectiva, com um cartão por objetivo, cada um com o farol e o percentual;
- escolhido um indicador em **Indicador no tempo**, o gráfico traça o realizado e a meta e **interrompe** nos períodos sem apuração;
- o que você fixa aparece em **Meu painel** já desenhado e continua lá quando você volta à tela;
- o **Atingimento médio** do painel gerencial bate com a média refeita a partir do CSV exportado no **Painel de desempenho**.

## Erros comuns

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- **"Objetivos só podem ser alterados enquanto o ciclo está ativo."** — o ciclo ainda está em **Rascunho** (ou já foi **Fechado**). Ative o ciclo antes de criar objetivos; se ele estiver fechado, abra o **próximo** ciclo em vez de tentar reabrir este.
- **A faixa de tolerância foi recusada.** — a faixa está do lado errado da meta para a polaridade escolhida. Coloque-a **abaixo** da meta para *Maior é melhor*, **acima** para *Menor é melhor*, ou **cercando** a meta para *No alvo é melhor*.
- **A retificação não salva.** — a **justificativa** é obrigatória. Escreva o motivo da correção; o valor anterior é preservado como versão anterior.
- **O Painel de desempenho não mostra linha nenhuma ("Nenhum indicador com meta neste ciclo ainda.").** — o indicador ou a meta ainda estão em **Rascunho** ou **Aguardando aprovação**. O painel só enxerga o que está **Aprovado**, e o que não está **não gera célula alguma** — nem com o rótulo "Sem meta". Registrar e congelar a apuração não resolve: o valor fica gravado e continua invisível. Abra a ficha do indicador, confira os **dois** selos (o do topo e o da linha da meta), envie o que estiver em rascunho, peça a decisão em **Início → Solicitações de aprovação** e clique em **Efetivar aprovação**. O **Painel gerencial** lê a mesma grade e fica vazio pelo mesmo motivo.
- **Uma linha do painel aparece como "Sem meta".** — a linha só existe porque há meta **aprovada** naquele período; o que falta é o **realizado**. Registre e **congele** a apuração para o semáforo acender. Se o painel não mostra linha **alguma**, o caso é outro, o da aprovação — veja a entrada acima.
- **"Apurar agora" ou "Recalcular agora" não faz nada / dá erro.** — o indicador ainda não está **Aprovado**. Confira o selo no topo da ficha: em **Rascunho** ou **Aguardando aprovação** ele não apura, nem à mão nem pela varredura noturna.
- **A fórmula foi recusada ao salvar.** — ou ela cita um nome que não está no catálogo, ou não cita métrica nenhuma (só números), ou você preencheu métrica única **e** fórmula ao mesmo tempo. Use o combo **Inserir uma métrica** e teste antes de salvar.
- **O indicador calculado apurou zero.** — a métrica não achou movimento no período, ou o módulo de origem não está disponível. Abra o **Histórico de retificação** do período e leia a **Memória de cálculo**: ela diz qual dos dois foi.
- **O número do indicador não é do mês.** — a métrica escolhida é de **saldo** (as duas do Financeiro), que responde "quanto há hoje". Para medir o que aconteceu no período, escolha uma métrica de movimento.
- **O atingimento do painel gerencial aparece como "—".** — nenhum período do ciclo foi apurado ainda. Travessão é ausência de medição, não zero.
- **Um objetivo aparece na faixa "Sem perspectiva".** — ele foi criado sem perspectiva, e o mapa é desenhado por perspectiva. Edite o objetivo e informe a perspectiva.
- **O mapa mostra "Objetivo reservado".** — o objetivo é sigiloso e você não administra o planejamento estratégico. O farol, o peso e o percentual continuam visíveis; só o título é omitido.
- **"Seu painel já tem o máximo de 24 widgets."** — o **Meu painel** está cheio. Remova o que você não acompanha mais antes de fixar outro.
- **Um widget diz "Fixado em outro ciclo".** — ele foi fixado com outro ciclo selecionado. Escolha aquele ciclo no topo da tela e o widget volta a desenhar.
- **O botão Histórico não aparece na ficha.** — você não tem a operação **Consultar log de auditoria**. A trilha existe e está gravada; peça a permissão em **Início → Alçada** ou consulte por **Administração → Trilha de auditoria**.
- **Perspectivas em inglês.** — não é erro: o ciclo nasce com as quatro perspectivas padrão do Balanced Scorecard em inglês, para você **renomear** para o seu contexto (a Sociedade no topo, no setor público).

