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title: Patrimônio
slug: patrimonio
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createdAt: 2026-08-14T12:47:06.468Z
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# Patrimônio (ativo imobilizado)

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Pré-requisitos: [Cadastro fiscal próprio](docId\:Q-zx6Qk4pMFD09yrhmsve) (empresa e estabelecimentos) e [Contabilidade](docId:08cbTyrT0WXBp4ymvrog_) (plano de contas, para as contas PCASP das classes de bens).
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## Introdução

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O módulo de Patrimônio acompanha o ciclo de vida de cada bem do ativo imobilizado — do berço ao túmulo. Você **incorpora** o bem (tombamento individual, com número de patrimônio próprio), ele **deprecia** mês a mês pelo fechamento contábil, pode ser **transferido**, **reavaliado** ou **baixado** ao longo da vida, e é conferido periodicamente pelo **inventário físico** (o que existe fisicamente × o que está registrado). O módulo cobre bens móveis (veículos, móveis, equipamentos) e bens imóveis (terrenos e edificações), sempre com a contabilização automática no plano de contas público (PCASP) e a trilha de auditoria que o órgão de controle exige.

Você usa esta área sempre que um bem novo chega (compra, doação), quando vira o mês e é hora de lançar a depreciação, quando um bem muda de responsável ou local, quando o valor de um bem precisa ser corrigido, e quando a comissão de inventário sai a campo para o levantamento anual. O registro individualizado de cada bem atende à *Lei 4.320/64 art. 94* (registro analítico individualizado dos bens móveis e imóveis).

## Passo a passo

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### Cadastrar classes de bens

Antes de tombar qualquer bem, defina as **classes** — os grupos que carregam a vida útil e as contas contábeis. É a classe que decide como o bem deprecia e onde ele bate na contabilidade.

1. **Abra a lista de classes.** Menu **Patrimônio → Classes de bens**. Você vê os grupos já cadastrados (ex.: Veículos, Móveis, Equipamentos de informática) com a vida útil e as contas de cada um.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/04-asset-classes-list.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2.

**A classe é dado de referência — não se exclui.** Como os bens ficam vinculados a ela, uma classe não pode ser apagada; ela é **desativada** (fica inativa) e some das opções para novos bens, mas os bens já tombados naquela classe continuam válidos. A **vida útil** tem que ser maior que zero (informar zero é barrado como campo inválido), e as contas contábeis são obrigatórias.

**Abra ou crie uma classe.** Na classe você define\::inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/05-asset-class-detail.png" alt caption width="3200" height="2000"}

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**Vida útil** (em meses ou anos) e **valor residual** (percentual que sobra ao fim da vida útil).
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Método de depreciação** (ex.: linear/quotas constantes).
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
As **contas PCASP**: a conta do imobilizado, a de depreciação acumulada e a de despesa/contrapartida. É por elas que o fechamento mensal gera o *lançamento contábil*.
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### Incorporar um bem (tombamento)

Com as classes prontas, você tomba o bem — dá a ele um número de patrimônio e registra de quem é a carga.

1. **Abra a lista de bens.** Menu **Patrimônio → Bens patrimoniais**. A lista mostra cada bem com o número de tombamento, a descrição, a classe, o valor e a situação.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/01-assets-list.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2.

É assim que a norma manda tratar (MCASP / NBC TSP): reconhece-se o bem na posição em que ele está, sem reescrever as competências já encerradas. Antes disso todo bem entrava zerado, e o balanço subavaliava a depreciação acumulada enquanto bens de vida útil vencida ainda apareciam com valor líquido.

**Bem que já estava em uso entra com a depreciação que carrega.** Ao tombar um bem cuja data de entrada em uso é anterior — regularização patrimonial, inventário, bem recebido de exercício passado —, o sistema abre a posição dele na **data do reconhecimento**: calcula quantos meses já correram entre o início da depreciação e a data de contabilização, limitado à vida útil, e grava a depreciação acumulada correspondente. Você pode informar a posição de abertura à mão (**depreciação acumulada** e **meses decorridos**) quando o inventário físico souber o número melhor que o calendário; nesse caso o que você informou prevalece. Bem que entrou em uso neste mês continua abrindo em zero.

**Clique em "Novo".** Preencha o formulário de incorporação:

:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Descrição** do bem e **classe** (que traz a vida útil e as contas).
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Valor de aquisição** (ex.: R$ 1.250,00) e **data de entrada**.
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Estabelecimento** e **responsável pela carga** — quem responde pelo bem.
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
Documento de origem (nota de compra, termo de doação), quando houver.
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1.

**Por que mês seguinte?** A regra contábil pública manda começar a depreciar no mês posterior à colocação em uso. Um bem que entra em 20 de maio começa a depreciar em 1º de junho.

**Salve.** O sistema gera o número de tombamento e o bem passa a constar na lista. A depreciação já fica programada para começar no **primeiro dia do mês seguinte** à entrada — não no dia da incorporação.

### Consultar a ficha e o histórico de depreciação

1. **Abra o bem.** Na lista, clique no bem desejado. A ficha reúne os dados de aquisição, a classe, o responsável e a situação atual.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/02-asset-detail-QAPAT-000001.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2.

As cotas mensais só aparecem **depois** que o fechamento do mês correspondente rodou (próximo passo).

**Leia o histórico de depreciação.** Na própria ficha há o quadro mês a mês: a cota do mês, a depreciação acumulada e o valor líquido (valor de aquisição menos depreciação acumulada). Junto aparece a trilha de auditoria — quem criou, quem alterou, com o antes e o depois de cada campo.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/03-asset-detail-history.png" alt caption width="3200" height="2000"}

### Fechamento mensal / rodar a depreciação

1. **Abra o fechamento.** Menu **Patrimônio → Fechamento mensal**. Escolha o mês (ex.: maio/2026).:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/06-asset-closing.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2.

**Este é o fechamento dos bens móveis.** Os bens imóveis (edificações) têm fechamento próprio, em **Patrimônio → Fechamento de imóveis** — veja a seção **"Fechamento e depreciação mensal de bens imóveis"**, mais adiante. Fechar um **não** fecha o outro: são duas rodadas independentes e as duas precisam ser executadas todo mês.

Quando o aviso aparecer, confira nos bens: **situação de depreciação** (precisam estar prontos para depreciar), **método** e **vida útil**. É quase sempre cadastro pela metade, não mês sem movimento. Vale o mesmo espírito do aviso equivalente no fechamento de imóveis, mais adiante.

⚠️ **Mês sem nada a depreciar é recusado, e isso é proteção.** Se nenhum bem entra no cálculo, o sistema **não fecha** a competência: avisa que não há o que depreciar, em vez de gravar uma rodada zerada. O motivo é o bloqueio acima — uma rodada vazia ocuparia a competência, e ela não poderia ser nem contabilizada (não há lançamento) nem refeita (o mês já constaria como rodado). O mês ficaria queimado sem que nada tivesse sido depreciado.

O mês fechado bloqueia recontagem: a depreciação daquele período não é recalculada, só o mês seguinte segue o ciclo.

**Se o fechamento não passar, a mensagem diz o que corrigir.** Quando algum lançamento falha, o sistema desfaz o fechamento inteiro (mês pela metade seria pior) e informa **quantos de quantos** falharam e a **causa agrupada por classe e conta** — por exemplo, class QAPAT-CLS1 (accumulated=1.2.1.9). Corrija as contas PCASP daquela classe do bem e feche o mês de novo. A mensagem agrupa pela **correção**, não pelo volume: dezenas de bens barrados costumam virar duas ou três classes mal configuradas.

**Confirme o fechamento.** O sistema calcula a cota de depreciação de cada bem ativo, fecha o mês e gera o lançamento contábil de cada bem no PCASP (com débito igual a crédito). Terrenos, que não depreciam, ficam de fora do cálculo.

### Transferir um bem

1. **Abra as transferências.** Menu **Patrimônio → Transferências de bens**. Aqui você move um bem de responsável, estabelecimento ou local, e acompanha a fila de aceite e o histórico de movimentações.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/07-asset-movements.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Registre a transferência.** Informe o bem, o destino (novo responsável/local) e o motivo. A transferência entra numa **fila de aceite**: o novo responsável confirma o recebimento (aceite eletrônico), fechando o termo de carga. Enquanto não aceita, a movimentação fica pendente.

### Reavaliação, impairment e baixa

Estas ações partem da própria ficha do bem (menu **Patrimônio → Bens patrimoniais → abrir o bem**).

1.

A reversão de um impairment tem **teto**: não pode devolver mais do que a perda originalmente reconhecida.

**Reavaliação ou impairment.** Quando o valor de um bem mudou, você o corrige na ficha:

:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Reavaliação** — ajusta o bem ao valor justo, a maior ou a menor. O sistema lança o ajuste na contabilidade (reserva de reavaliação quando o valor sobe).
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:::Paragraph{listStyleType="disc" indent="2"}
**Impairment** (redução ao valor recuperável) — reconhece uma perda quando o bem vale menos do que o registrado. Lança a perda na contabilidade.
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1. **Baixa / desfazimento.** Ao dar baixa, informe a classificação e a modalidade de desfazimento (venda, doação, inservível, etc.). O sistema muda o bem para **baixado**, faz o desreconhecimento contábil (zera depreciação acumulada e impairment contra o valor bruto) e o bem some das operações ativas — não dá mais para transferir nem depreciar. O lançamento de baixa fica balanceado (débito igual a crédito) e visível no histórico da ficha.

### Inventário físico de bens móveis

O inventário confronta o que existe fisicamente com o que está registrado, conforme a Lei 4.320/64 art. 96.

1. **Abra os inventários.** Menu **Patrimônio → Inventários**. A lista mostra as campanhas, cada uma com a data-base, o escopo e a situação (aberta, em conciliação, encerrada).:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/09-asset-inventories-list.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Abra uma campanha e conduza o levantamento.** Na ficha da campanha você\::inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/10-asset-inventory-detail.png" alt caption width="3200" height="2000"}
   - Define o **escopo** (por estabelecimento, departamento ou classe) e a **data-base**.
   - Designa a **comissão** — mínimo de 3 membros, e ninguém que detenha bem dentro do escopo pode participar (evita conflito).
   - Registra a **contagem cega**: quem conta não vê a quantidade nem o local esperados. Isso impede "acertar" o número para bater com o registro.
   - Faz a **conciliação**: o sistema aponta cada divergência (bem faltante, local divergente, custódia divergente).
   - **Encerra** a campanha, gerando o relatório de conciliação.

### Cadastrar bens imóveis

Imóveis do órgão (terrenos e edificações) têm cadastro próprio, com a regra de que **terreno nunca deprecia**.

1. **Abra a lista de imóveis.** Menu **Patrimônio → Bens imóveis**. Cada imóvel traz o selo do tipo (terreno ou edificação) e a marca de depreciável / não depreciável.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/11-real-properties-list.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2.

**Edificação que já estava em uso entra com a depreciação que carrega** — mesma regra dos bens móveis (passo 4). Ao cadastrar uma edificação cuja entrada em uso é anterior à data de contabilização, o sistema abre a posição dela no reconhecimento em vez de zerada, e você pode informar a posição à mão quando o laudo souber o número melhor que o calendário. **Terreno não entra nessa conta**: não deprecia, então abre sempre em zero, sem posição de abertura nenhuma.

**Clique em "Novo".** Escolha o **tipo** (terreno ou edificação), a **classe**, a **matrícula**, o **valor** e a **data**. Para uma edificação, você pode vincular o terreno correspondente. O próprio tipo decide a depreciação: **terreno vem marcado como não depreciável** (não existe botão para ligar/desligar), edificação deprecia normalmente.

1. **Consulte a ficha do imóvel.** Ao abrir um imóvel, você vê os dados de matrícula, valor, tipo e a trilha de auditoria (quem cadastrou e alterou, com antes e depois).:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/13-real-property-detail-history.png" alt caption width="3200" height="2000"}

### Inventário de bens imóveis

1. **Abra o inventário de imóveis.** Menu **Patrimônio → Inventário de imóveis**. É o mesmo rito do inventário de móveis, adaptado a imóveis: a localização é estabelecimento + departamento (imóvel não fica em prateleira, então não há endereço de bin), e a situação de conservação vai até "ruins".:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/15-rp-inventories-list.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Conduza a campanha.** Abra a campanha com a comissão, faça a **contagem cega** de cada imóvel (registrando a conservação, sem ver o esperado), **concilie** as divergências e **encerre** a campanha com o resumo.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/16-rp-inventory-detail.png" alt caption width="3200" height="2000"}

### Definir o detentor (carga) do bem

Além do responsável informado no tombamento, cada bem tem um **detentor** — a pessoa que fisicamente responde pela carga. O detentor é gerido dentro da própria ficha do bem, no quadro **Detentor (carga)**.

1. **Abra o bem.** Menu **Patrimônio → Bens patrimoniais → abrir o bem**. Role até o quadro **Detentor (carga)**, onde aparece o detentor atual (marcado como **Atual**), a data de atribuição e as anotações.
2. **Atribua um detentor.** Clique em **Atribuir detentor**, escolha o servidor na lista de detentores, informe a **data da atribuição** e uma anotação (opcional). Ao salvar, esse servidor passa a constar como detentor atual e a atribuição anterior fica no histórico.
3. **Edite ou emita o termo.** Use **Editar** para corrigir os dados de uma atribuição e **Termo do detentor** para gerar o documento formal da carga, que o servidor assina reconhecendo a responsabilidade pelo bem.

### Emitir termo de responsabilidade com aceite eletrônico

O **termo de responsabilidade** formaliza a guarda do bem por um servidor e pode ser aceito eletronicamente, sem papel.

1. **Abra os termos de responsabilidade.** Menu **Patrimônio → Termos de responsabilidade**. A lista mostra cada termo com o bem, o detentor, a finalidade, a situação (**Pendente**, **Aceito** ou **Rejeitado**) e a data de aceite.
2. **Registre um novo termo.** No quadro **Registrar termo**, escolha o **bem** e o **detentor** (ambos com busca por digitação), informe a **finalidade** (campo opcional) e clique em **Registrar**. O termo nasce com situação **Pendente**.
3. **Acompanhe o aceite eletrônico.** O detentor confirma pela ação **Aceitar** ou recusa pela ação **Rejeitar**. Ao aceitar, a situação vira **Aceito** e a data de aceite é gravada; ao rejeitar, vira **Rejeitado**. Use **Imprimir termo** para gerar o documento do termo a qualquer momento.

### Registrar e acompanhar transferências (interna, externa e termo)

O quadro de transferências do módulo (menu **Patrimônio → Transferências de bens**) mostra a fila de aceite; para o histórico completo e a busca use o **registro de transferências**.

1. **Abra o registro de transferências.** Menu **Patrimônio → Registro de transferências**. Filtre por **Tipo** (**Interna** ou **Externa**), por **Situação** (**Aguardando aceite**, **Aceita**, **Rejeitada**) e por período (**De** / **Até**).
2. **Leia a lista.** Cada linha traz o bem, o tipo, a situação, a origem (**De**), o destino (**Para**), a data e quem iniciou. Use **Exportar CSV** para baixar o resultado da busca em planilha.
3. **Emita o termo e anexe documentos.** Na linha da transferência, use **Termo de transferência** para gerar o documento de movimentação e **Documentos** para anexar comprovantes ligados à transferência (interna ou externa).
4. **Confirme ou recuse pela fila de aceite.** Quando você é o novo detentor, a transferência aparece em **Aguardando meu aceite** (dentro de **Transferências de bens**). Ali você vê a origem, para quem e quando, e decide por **Aceitar** (assume a custódia) ou **Rejeitar** — neste caso o sistema exige o **Motivo da rejeição** e o bem permanece com o detentor de origem. A transferência externa, ao ser aceita, lança o movimento na contabilidade (débito igual a crédito).

### Ceder bens patrimoniais (cessão)

A **cessão** registra a entrada de bens cedidos por outro órgão, com período de vigência e a relação de materiais.

1. **Abra as cessões.** Menu **Patrimônio → Cessões**. Filtre por **Tipo de entrada**, **Situação** e pela busca livre (código, origem ou almoxarifado). A lista mostra código, tipo, situação, almoxarifado, origem, período e a contagem de materiais.
2. **Cadastre uma cessão.** Clique em **Nova cessão** e preencha o cabeçalho: **Código**, **Tipo de entrada**, **Situação**, **Almoxarifado**, **Origem**, **Data de início** e **Data de fim** e **Observações**.
3. **Adicione os materiais.** No bloco **Materiais**, use **Adicionar material** para incluir cada item com **Material**, **Número patrimonial**, **Quantidade**, **Valor unitário**, **Situação física** e **Características**. Salve para gravar a cessão.
4. **Consulte e anexe documentos.** Abra a cessão para ver o cabeçalho, a relação de materiais (com o **Valor total** calculado) e o quadro **Documentos**, onde ficam anexados os comprovantes da entrada de cessão. Use **Editar** na lista para ajustar uma cessão já cadastrada.

### Vincular adição a um bem principal

A **adição a bem principal** amarra um bem patrimonial a outro (o principal), útil quando um acessório ou componente passa a integrar um bem já tombado.

1. **Abra as adições.** Menu **Patrimônio → Adições de bens**. Filtre por **Bem principal** (busca por digitação) e veja a lista com o bem principal, o bem adicionado, a data da adição, a localização atual e as observações.
2. **Registre a adição.** Clique em **Nova adição**, escolha o **Bem principal** e o **Bem adicionado** (o sistema barra escolher o mesmo bem nos dois campos), informe a **Data da adição**, a **Localização atual** e as **Observações**, e confirme em **Registrar adição**.

### Agrupar bens em seleções

A **seleção de bens** é uma lista nomeada de bens patrimoniais, usada para agrupar e trabalhar um conjunto específico.

1. **Abra as seleções.** Menu **Patrimônio → Seleções de bens**. A lista mostra nome, descrição, quantidade de bens, quem criou e quando. Use **Exportar CSV** para baixar a relação em planilha.
2. **Crie ou edite uma seleção.** Clique em **Nova seleção**, informe **Nome** e **Descrição** e, no bloco **Bens da seleção**, filtre os bens e marque os que fazem parte (o rodapé mostra a contagem de **Bens selecionados**). Salve. Para ajustar depois, use **Editar**; para remover, use **Excluir** (o sistema pede confirmação).

### Registrar saída temporária e retorno

A **saída temporária** controla bens que deixam a organização por um período e devem voltar (empréstimo, conserto externo, evento).

1. **Abra as saídas temporárias.** Menu **Patrimônio → Saídas temporárias**. Filtre por **Situação** (**Fora** ou **Devolvido**) e por período (**De** / **Até**). A lista traz o bem, o objetivo, o responsável, o destino, a data de saída, o retorno previsto, o retorno efetivo e a situação. Use **Exportar CSV** para a planilha.
2. **Cadastre a saída.** Clique em **Nova saída** e preencha **Bem**, **Objetivo** (por que o bem está saindo), **Responsável**, **Destino**, **Data de saída** e **Data prevista de retorno**. A saída nasce com situação **Fora**.
3. **Anexe documentos e registre o retorno.** Use **Documentos** para anexar os comprovantes da saída. Quando o bem voltar, use **Retornar**, informe a **Data de retorno** (em branco assume hoje) e as **Observações de retorno** (condição do bem, por exemplo) e confirme. A situação passa a **Devolvido**.

### Requisitar material permanente

A **requisição de material permanente** é o pedido interno de bens patrimoniais, com itens, aprovação e atendimento.

1. **Abra as requisições.** Menu **Patrimônio → Requisições de material permanente**. Filtre por **Situação**, **Centro de custo** e período (**De** / **Até**). A lista mostra número, data de criação, centro de custo, situação e a previsão de atendimento.
2. **Crie a requisição.** Clique em **Nova requisição**, informe o **Centro de custo**, a **Data prevista de atendimento** e as **Observações**. No bloco **Itens**, use **Adicionar item** para incluir cada linha com **Descrição**, **Classe do bem** (opcional), **Unidade** (ex.: UN, CX) e **Quantidade**. Confirme em **Criar requisição**.
3. **Tramite a requisição.** Nas ações da lista, você **Aprova**, **Rejeita** ou **Cancela** a requisição, e usa **Detalhes** para ver o conteúdo. Quando aprovada, use **Atender**: na tela de atendimento cada item mostra o **Solicitado**, o **Já atendido** e o campo **Entregar agora**, permitindo atendimento total ou parcial. Confirme em **Confirmar atendimento**.
4. **Emita os relatórios.** Use **Relatório de atendimento (CSV)** para o comprovante de atendimento das requisições e **Exportar (CSV)** para a relação das requisições pesquisadas.

### Baixar bens: modalidade, comissão e estorno

A baixa parte da ficha do bem (menu **Patrimônio → Bens patrimoniais → abrir o bem → Baixa / desfazimento**) e tem registro próprio para consulta.

1. **Preencha a baixa na ficha do bem.** No formulário de baixa você informa a **Classificação** (ex.: **Ocioso**, **Recuperável**, **Antieconômico**, **Irrecuperável**), a **Modalidade** de desfazimento (**Venda**, **Doação**, **Permuta**, **Leilão**, **Sucateamento**, **Extravio**, **Furto**, **Cadastramento indevido**, **Mudança para consumo**, entre outras), a **Data da baixa**, a **Comissão** (mínimo de 3 membros) e a **Justificativa** (gravada como evidência de auditoria). Confirme em **Baixar**. O sistema mostra o **Valor líquido** e o **Valor bruto** antes de confirmar.
2. **Consulte o registro de baixas.** Menu **Patrimônio → Registro de baixas**. Filtre por **Modalidade** e período (**De** / **Até**). A lista traz o bem, a data, a modalidade, a classificação, o valor líquido, a situação (**Baixado** ou **Estornado**) e o acesso aos **Documentos**.
3. **Emita os documentos e anexe comprovantes.** Da própria ficha, na área de desfazimento, você emite o **Termo de baixa**, a **Autorização de saída** e o **Recibo de bens**, e anexa os documentos ligados à baixa.
4. **Estorne, se necessário.** Se a baixa foi indevida, use o **estorno** (reversão da baixa): o bem volta às operações ativas e o lançamento de desreconhecimento é revertido. No registro, a linha passa a exibir a situação **Estornado**.

### Registrar reavaliação e reunir a comissão

Além de lançar a reavaliação/impairment na ficha do bem, o módulo mantém um registro das reavaliações e um cadastro de comissões reaproveitáveis.

1. **Lance na ficha do bem.** No quadro **Reavaliações e impairment** da ficha, escolha a **Operação** (**Reavaliação (valor justo)**, **Perda por impairment** ou **Reversão de impairment**) e o **Motivo** (**Reavaliação** ou **Ajuste de dados**), informe o **Valor justo** (ou o **Valor recuperável**, no impairment) e a **Justificativa**. O sistema orienta: acima do valor líquido a reavaliação lança superávit no patrimônio líquido; abaixo, lança perda; a reversão só pode ir até o impairment já reconhecido.
2. **Consulte o registro de reavaliações.** Menu **Patrimônio → Registro de reavaliações**. Filtre por **Tipo** e por período (**De** / **Até**) e veja, por linha, o bem, a data, o tipo, o ajuste, o líquido anterior e o novo líquido.
3. **Mantenha as comissões.** Menu **Patrimônio → Comissões**. Em **Registrar comissão**, dê um **Nome** (ex.: Comissão anual 2026) e use **Adicionar membro** para compor a comissão — mínimo de 3 membros, conforme a Lei 4.320 art. 96. A comissão cadastrada fica disponível para reaproveitar na baixa, na reavaliação e no inventário; use **Desativar** quando ela não for mais usada.

### Emitir os relatórios do patrimônio

O módulo concentra os relatórios de bens móveis numa tela única de emissão em CSV.

1. **Abra os relatórios.** Menu **Patrimônio → Relatórios de patrimônio**. No quadro **Emitir relatório**, escolha o **Relatório** na lista e, quando o relatório for por período, informe **De** e **Até**. Clique em **Baixar CSV**.
2. **Escolha o relatório certo.** A lista cobre, entre outros: **catálogo de bens**, **bens por detentor**, **por tipo do bem**, **entradas por período / por tipo / por conta / sintético**, **transferências internas** (analítico e quantitativo), **transferências externas (entre UG)**, **baixas por período**, **reavaliação detalhada**, **pendências / nada consta** e os **analíticos de bens agrupados por conta** e **por conta e material**. Cada opção gera a planilha correspondente para conferência e prestação de contas.

### Emitir relatórios patrimoniais

Além dos relatórios que saem da ficha de cada bem, o módulo tem uma tela única que reúne os relatórios gerenciais e contábeis do patrimônio, todos exportados em CSV (abrem no Excel).

1. **Abra os relatórios.** Menu **Patrimônio → Relatórios patrimoniais**. A tela tem um campo **Relatório** (a lista de modelos disponíveis) e, para os relatórios que trabalham por intervalo de datas, os campos **De** e **Até**.
2. **Escolha o modelo.** No campo **Relatório** você seleciona um dos modelos. Os principais para prestação de contas e conferência:

- **UL por UA (unidade localizadora por administrativa)** — a distribuição dos bens por unidade.
- **Analítico por conta contábil** e **Entradas por conta contábil** — os bens e as entradas agrupados pela conta do PCASP.
- **Materiais por conta contábil** — os materiais permanentes por conta.
- **Valor residual** — o valor que resta em cada bem depois da depreciação.
- **Histórico de depreciação mensal** e **Depreciação acumulada (mensal)** — a evolução da depreciação mês a mês.
- **Depreciação por almoxarifado** — a depreciação agrupada por almoxarifado/estabelecimento.
- **Documentos por entrada** — os documentos de origem vinculados a cada entrada.
- **Transferências internas** — as movimentações internas do período.
- **Entradas (sintético)** — o resumo das entradas patrimoniais por período.
- **Movimentação de bens por almoxarifado (RMB)** — o Relatório de Movimentação de Bens por almoxarifado.
- **Carga patrimonial por período** — a carga de bens por responsável no intervalo escolhido.

3. **Informe o período, se o modelo pedir.** Quando o relatório escolhido trabalha por intervalo (entradas, transferências, depreciação, movimentação, carga por período), os campos **De** e **Até** ficam disponíveis. Modelos que são uma fotografia do momento (catálogo, valor residual, UL por UA) não pedem período.
4. **Clique em "Emitir relatório"** e depois em **"Baixar CSV"**. O arquivo é gerado e baixado; abra no Excel para conferir, filtrar ou anexar ao processo.

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Os mesmos números que alimentam esses relatórios são os que o fechamento mensal contabiliza — por isso o relatório de depreciação acumulada de um mês só traz valores dos meses já fechados.
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### Detalhar o cadastro do imóvel e do terreno

O cadastro de bens imóveis (menu **Patrimônio → Bens imóveis**) vai muito além do tipo e do valor: ele guarda a localização completa, a forma como o bem entrou no patrimônio, o desmembramento e os documentos do imóvel. Estes campos ficam no formulário de cadastro (botão **Novo**) e na ficha do imóvel (ao abrir um registro).

1. **Escolha o tipo e a classe.** No **tipo** você define se é **Terreno** ou **Edificação** (a marca de depreciável vem do tipo — terreno nunca deprecia). A **classe** traz a vida útil e as contas contábeis.
2. **Informe o tipo de incorporação.** O campo **Tipo de incorporação** registra como o bem entrou no patrimônio: **compra, doação, permuta, cessão de uso, reversão, dação em pagamento, desapropriação, usucapião, construção, benfeitoria** ou **desmembramento**. É o que o controle exige para saber a origem de cada imóvel.
3. **Registre o desmembramento, quando for o caso.** Se o imóvel ou terreno nasceu do desmembramento de outro, escolha a incorporação **Desmembramento** e vincule o **imóvel principal** no campo **Imóvel principal (desmembramento)**. Assim o novo registro fica amarrado ao bem de origem.
4. **Preencha a localização completa.** Informe **CEP, logradouro, número, complemento, bairro, município, UF, região e país**. Para terrenos você também informa **largura, comprimento** e a **zona** (rural ou urbana). Os campos **latitude** e **longitude** guardam a geolocalização; depois de salvar, a ficha mostra o link **Abrir no Google Maps** / **Abrir no OpenStreetMap** e o mapa da localização.
5. **Complete os dados gerais.** Na ficha do imóvel você informa a **unidade gestora**, a **situação de ocupação**, a **situação física / condição de uso**, o **número do RIP**, o **responsável**, a **data de incorporação**, o **valor de aquisição** e a **matrícula** (número de registro).
6. **Vincule os documentos do imóvel.** Na área **Documentos** da ficha, anexe escritura, alvará, registro de cartório, habite-se, fotos do imóvel e demais comprovantes. Ficam guardados junto ao registro e disponíveis para consulta.
7. **Consulte e edite.** A lista de imóveis permite consultar por nome, valor de aquisição, tipo de incorporação e tipo de imóvel. Ao abrir um registro você vê todos os dados e pode **editar** o cadastro pelo botão de edição da ficha.



![](https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/13-real-property-detail-history.png)

### Registrar o memorial descritivo

O memorial descritivo é a "certidão de nascimento" da obra: descreve o projeto, o detalhamento construtivo e as características físicas do imóvel. Ele fica dentro da ficha do imóvel, na área **Memorial descritivo**.

1. **Abra o imóvel e vá em "Memorial descritivo".** Menu **Patrimônio → Bens imóveis → abrir o imóvel**. O memorial já nasce vinculado àquele imóvel — não é um cadastro solto.
2. **Preencha os dados gerais.** Informe o **RIP**, o **responsável**, o **valor de aquisição**, o **valor atual**, o **tipo de obra**, a **empresa responsável pelo memorial**, a **matrícula do imóvel**, o **padrão construtivo**, a **área construída** e a **área do terreno**.
3. **Descreva o projeto e o detalhamento.** No campo **conceituação do projeto** você descreve a concepção da obra; no **detalhamento** você descreve serviços gerais, estruturas, obras complementares, paredes, painéis, cobertura, revestimentos, pinturas, pavimentações, instalações e demais itens; no campo de **complementação e despesas eventuais** você registra o que faltou.
4. **Informe as características físicas.** Registre a quantidade de **pavimentos, banheiros, salas, paredes, cozinhas, copas e refeitórios**, além da **idade aparente** do imóvel.
5. **Mantenha o checklist de atualizações.** Na área **Atualizações da obra**, clique em **Adicionar atualização** e informe a **data** e a **descrição** de cada atualização (formato de checklist datado). Cada linha fica registrada com sua data.
6. **Anexe os documentos do memorial.** Na área **Documentos** do memorial, vincule registro de cartório, fotos do imóvel e demais comprovantes.
7. **Emita o relatório e mantenha o registro.** O botão **Relatório (PDF)** gera o relatório analítico do memorial. O memorial pode ser **editado** e **excluído** (o sistema pede confirmação antes de apagar).

### Registrar vistorias do imóvel e do terreno

A vistoria documenta o estado de conservação de um imóvel ou terreno numa data, podendo até revisar a vida útil. Fica na área **Vistorias** da ficha do imóvel.

1. **Abra o imóvel e vá em "Vistorias".** Menu **Patrimônio → Bens imóveis → abrir o imóvel → Vistorias**. A área lista as vistorias já cadastradas para consulta.
2. **Escolha o alvo da vistoria.** No campo **Alvo** você define se a vistoria é da **Edificação** ou do **Terreno** — os dois são vistoriados separadamente.
3. **Preencha os dados da vistoria.** Informe o **nome da vistoria**, a **data**, o **endereço**, a **nova vida útil (em meses)** quando a vistoria reavaliar a durabilidade, e a **justificativa / avaliação final** do imóvel ou terreno.
4. **Marque os itens inspecionados.** No **checklist de constatações** você seleciona os itens inspecionados e registra a **situação de conservação** encontrada. Nas **considerações finais** você descreve as observações do responsável.
5. **Consulte, gere o relatório, edite ou exclua.** A vistoria aparece na lista da ficha; o botão **Relatório (PDF)** gera o relatório analítico da vistoria; o registro pode ser **editado** e **excluído** (com confirmação).

### Importar levantamento, tratar inconsistências e emitir relatórios do inventário

A campanha de inventário (menu **Patrimônio → Inventários**) não é só contagem cega e conciliação: ela permite classificar a campanha, importar o levantamento de campo, tratar divergências em lote e gerar os relatórios exigidos. Estas ações ficam na ficha da campanha.

1. **Classifique a campanha.** Ao abrir a campanha, informe o **tipo** (anual, eventual, extinção ou transferência) e o **objetivo** (conferência, criação de órgão, entre outros). Isso identifica a finalidade do inventário para o controle.
2. **Anexe os documentos da campanha.** Na área de **documentos** da campanha, vincule portarias, atas e demais arquivos associados ao inventário.
3. **Importe os dados de levantamento.** Se a contagem foi feita por planilha ou pelo aplicativo de campo, use **Importar CSV** (área **Importar dados de levantamento**). O sistema mostra quantos itens foram **importados**, quantos foram **marcados como não localizados** e quantos foram **ignorados por serem desconhecidos**.
4. **Trate as inconsistências, individualmente ou em lote.** Depois da contagem, cada bem aparece com o resultado (**Localizado** / **Não localizado**). Você pode tratar um item por vez ou **selecionar vários itens** (seleção em lote) e aplicar o tratamento de uma vez — o painel mostra o total **selecionado** e permite **limpar a seleção**.
5. **Concilie e feche.** Com todos os bens contados, clique em **Conciliar**. O sistema monta o **resumo de conciliação (físico × contábil)** e libera o encerramento (só é possível conciliar depois de contar todos os bens).
6. **Emita os relatórios do inventário.** A campanha gera três relatórios: **Relatório geral (PDF)** dos materiais levantados, **Relatório de itens (CSV)** — a listagem filtrável, item a item, para relatórios diversos e personalizados — e **Estrutura organizacional (CSV)** — a estrutura da unidade a ser inventariada. O **relatório de conciliação (PDF)** sai no encerramento.



![](https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/078-inventory-reports.png)

### Coletar bens em campo pelo aplicativo mobile

Para o levantamento físico, o sistema tem uma tela otimizada para celular (o aplicativo de coleta), pensada para o servidor percorrer as salas com o telefone na mão. Ele funciona no navegador do celular, em uma única coluna.

1. **Acesse a coleta.** Abra o endereço **/coleta** no celular. A coleta reaproveita o **login do portal** (o mesmo usuário e senha do sistema) — não há cadastro nem senha separados. Se você não estiver logado, a tela pede para entrar.
2. **Configure o aparelho (uma vez).** Em **Configurações**, informe o **nome da conexão** (o ambiente, ex.: Produção), o **prefixo da plaqueta** (removido do código lido, se houver) e a **quantidade de dígitos da plaqueta** (as plaquetas numéricas são completadas com zeros à esquerda até essa largura). Essas preferências ficam salvas no próprio aparelho.
3. **Escolha a unidade gestora / campanha.** A tela inicial lista as **campanhas de inventário abertas**. Toque na campanha da unidade que você vai inventariar; o aplicativo carrega os bens patrimoniais daquela campanha e guarda para uso mesmo sem internet.
4. **Colete cada bem por plaqueta.** Digite a plaqueta no campo ou toque em **Ler código de barras** para usar a câmera. O aplicativo mostra o resultado (**Encontrado** / **Não encontrado**); registre a **conservação** e as **observações** e toque em **Confirmar coleta**. (A coleta por RFID ainda não está disponível — depende de leitor próprio.)
5. **Inclua bens sem registro patrimonial.** Se aparecer um bem que não tem plaqueta cadastrada, use **Adicionar bem sem registro**, descreva o bem, informe o **local** e a **conservação**, e adicione à coleta. Ele entra na aba **Sem registro** para tratamento posterior.
6. **Acompanhe o coletado e sincronize.** As abas **Coletar / Coletado / Sem registro** mostram o que já foi levantado, inclusive o que está **pendente de envio**. O indicador **Online / Offline** avisa a conexão. Quando houver rede, toque em **Sincronizar** para enviar a fila ao sistema — o resumo mostra quantas leituras, quantos bens sem registro e quantas plaquetas desconhecidas subiram. Se a sincronização falhar, a fila é preservada para nova tentativa.
7. **Faça o backup do aparelho.** O botão **Backup** exporta um arquivo JSON com a coleta daquele aparelho, como cópia de segurança antes de sincronizar.

### Baixa (desfazimento) de bem imóvel

Quando um imóvel deixa de servir ao órgão — foi vendido, doado, sucateado, ou saiu em cessão temporária —, você registra a **baixa** diretamente na ficha do imóvel. Todos os cartões desta e das próximas seções ficam na mesma tela: menu **Patrimônio → Bens imóveis**, abra o imóvel e role até o cartão correspondente.

1. **Abra o imóvel e vá ao cartão "Baixas".** Menu **Patrimônio → Bens imóveis**, clique no imóvel; a baixa já fica vinculada a ele (não há re-seleção de imóvel).
2. **Classifique a baixa.** Escolha a **classificação** do bem (ocioso, recuperável, antieconômico ou irrecuperável) e a **modalidade** de desfazimento — venda, doação, permuta, leilão, sucateamento, perda, dação em pagamento, investidura, alienação por investidura, desmembramento, entre outras.
3. **Informe o tipo de baixa.** No campo **Disposição**, marque **Permanente** ou **Temporária**. Uma baixa temporária (ex.: cessão com devolução prevista) admite a **Previsão de devolução**.
4. **Preencha os dados gerais e do processo.** Informe **Data da baixa**, **Número do decreto**, **Número do processo**, **Destinatário**, **Unidade gestora**, **Valor do terreno**, **Localização** e a **Justificativa** (motivo da baixa).
5. **Clique em "Registrar baixa".** O registro passa a aparecer na lista de baixas do imóvel, com a modalidade, a classificação e a data.
6. **Edite quando necessário.** Use **Editar** no registro para ajustar campos administrativos (decreto, processo, destinatário, unidade gestora, localização, previsão de devolução e justificativa). Valores e data de baixa são imutáveis após o registro.
7. **Gere o relatório e anexe documentos.** Cada baixa tem o link **Relatório de baixa (PDF)** (relatório analítico) e uma área de anexos para memorandos, processo da baixa, fotos do imóvel e outros documentos.

### Impostos e tarifas do imóvel

O cartão **"Impostos e tarifas"** registra IPTU, tarifas e taxas que incidem sobre o imóvel, com controle de parcelas e vencimentos.

1. **Vá ao cartão "Impostos e tarifas"** na ficha do imóvel.
2. **Cadastre o imposto/tarifa.** Escolha o **Tipo** (IPTU, Tarifa, Taxa ou Outros), a **Descrição**, o **Ano de referência**, o **Valor**, os **Juros** e a **Multa**.
3. **Defina periodicidade e status.** Marque a **Periodicidade** (Anual ou Mensal) e o **Status de pagamento** (A pagar, Quitada ou Contestada).
4. **Informe as datas e o parcelamento.** Preencha a **Data de apresentação**, a **Quantidade de parcelas** e a **Data do primeiro vencimento** — o sistema gera as parcelas a partir daí. Use **Informações complementares** para notas livres.
5. **Clique em "Registrar imposto".** O registro entra na lista, mostrando tipo, descrição, valor e status.
6. **Acompanhe e baixe as parcelas.** Cada imposto exibe suas **parcelas** com o vencimento; use **Marcar como paga** para quitar uma parcela. Assim você acompanha os prazos e vencimentos.
7. **Anexe documentos, edite ou exclua.** Vincule documentos ao cartão; use **Atualizar imposto** para editar e o ícone de lixeira para **excluir** o registro.

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**Campos não disponíveis nesta versão da tela:** centro de custo e fornecedor não aparecem no formulário de imposto/tarifa — registre esses dados nas informações complementares se precisar rastreá-los.
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### Contrato de aluguel do imóvel

Quando o órgão aluga um imóvel (é locatário), registre o contrato no cartão **"Aluguéis"** da ficha do imóvel.

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**Não confunda com o cartão vizinho.** Se o imóvel é do órgão e quem paga é um terceiro, o contrato vai no cartão **Locações (como locador)**, que gera o aluguel a receber todo mês — ver *Locação de imóvel próprio*. Este cartão aqui não gera título nenhum.
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1. **Vá ao cartão "Aluguéis".**
2. **Cadastre o contrato.** Informe o **Número do contrato**, o **Locador**, o **Valor do aluguel**, a **Data de pagamento**, a **Vigência inicial** e a **Vigência final**.
3. **Complete as condições financeiras.** Preencha a **Caução** (depósito de garantia), a **Multa**, os **Juros**, a **Periodicidade** (Anual ou Mensal) e o **Índice de reajuste**. Use **Informações complementares** para o restante do contrato.
4. **Clique em "Registrar aluguel".** O contrato entra na lista de aluguéis do imóvel (já vinculado a ele).
5. **Consulte, edite, exclua e anexe.** A lista mostra os contratos cadastrados; use **Atualizar aluguel** para editar, o ícone de lixeira para **excluir**, e a área de anexos para documentos do contrato.

### Benfeitorias no imóvel

O cartão **"Benfeitorias"** registra obras e melhorias no imóvel, com classificação jurídica e tipo de manutenção.

1. **Vá ao cartão "Benfeitorias"** na ficha do imóvel.
2. **Preencha os dados gerais.** Informe a **Data**, a **Descrição**, o **Valor** (capitalizado ao imóvel), o **Número do contrato**, a **Empresa contratada** (Executado por), a **Ordem de serviço**, o **Número do processo**, a **Origem da verba** (Fonte de recurso), a **Data inicial**, a **Data final** e o **Responsável técnico**.
3. **Classifique a natureza jurídica.** No campo **Natureza jurídica**, escolha **Necessária**, **Útil** ou **Voluptuária**.
4. **Marque o tipo de execução.** No campo **Tipo de benfeitoria**, selecione **Construção**, **Ampliação**, **Reforma**, **Modernização**, **Adaptação**, **Recuperação** ou **Outros**.
5. **Indique a manutenção executada.** Use o **Tipo de manutenção** (Preventiva, Corretiva, Preditiva) e a **Disciplina de manutenção** (Hidráulica, Elétrica, Construção, Pintura, Alvenaria, Carpintaria, Outros). Descreva o que foi feito no campo **Serviços**.
6. **Clique em "Registrar benfeitoria".** O registro entra na lista.
7. **Consulte, edite e anexe.** A lista mostra as benfeitorias cadastradas; use **Editar** para ajustar (o valor capitalizado fica bloqueado na edição), o ícone de lixeira para **excluir**, e a área de anexos para contrato, fotos das benfeitorias e outros documentos.

### Seguros do imóvel

O cartão **"Seguros"** guarda as apólices que cobrem o imóvel.

1. **Vá ao cartão "Seguros"** na ficha do imóvel.
2. **Cadastre a apólice.** Informe a **Seguradora**, o **Número da apólice**, o **Valor segurado**, o **Responsável pelo seguro**, o **Início** e o **Fim da vigência**, o **Prêmio**, a **Franquia** (Deductible) e a **Descrição da cobertura**.
3. **Clique em "Registrar seguro".** A apólice entra na lista, já vinculada ao imóvel.
4. **Consulte, edite, exclua e anexe.** A lista mostra os seguros cadastrados; edite ou **exclua** (o sistema pede confirmação antes de apagar) e anexe o contrato do seguro, fotos do imóvel e outros documentos.

### Pedidos de manutenção e reforma do imóvel

O cartão **"Pedidos de manutenção / reforma"** conduz o fluxo em duas etapas — o **pedido** (feito pelo requisitante) e a **autorização** (feita pelo setor técnico).

1. **Vá ao cartão "Pedidos de manutenção / reforma"** na ficha do imóvel.
2. **Registre o pedido.** Informe a **Data do pedido**, o **Requisitante**, o **Ramal** (Extensão), a **Localização**, o **Setor**, os **Materiais / serviços**, os **Quantitativos** e o **Detalhamento**.
3. **Clique em "Registrar pedido".** Ele entra na lista com status **Pendente**.
4. **Complemente ou exclua enquanto está pendente.** Um pedido **Pendente** pode ser editado (o setor responsável ajusta ou complementa materiais/serviços, quantitativos e observações) ou excluído pelo ícone de lixeira. Depois de decidido, o pedido não é mais editável.
5. **Autorize ou negue.** No bloco **Autorização** do pedido pendente, informe a **Data da autorização**, o **Técnico**, o **Valor** da manutenção/reforma e as **Observações**; então clique em **Autorizar** (status **Autorizado**) ou em **Negar** (status **Não autorizado**).
6. **Anexe documentos das duas etapas.** Cada pedido tem áreas separadas de **Documentos do pedido** e **Documentos da autorização**.
7. **Emita o relatório.** O cabeçalho do cartão traz o botão **Relatório (CSV)** com os pedidos e autorizações do imóvel.

### Itens verificados e classificação no inventário de imóveis

Além da comissão, contagem cega e conciliação (já descritas acima), a campanha de inventário de imóveis tem um **checklist de itens verificados** e uma classificação por tipo e objetivo.

1. **Abra a campanha.** Menu **Patrimônio → Inventário de imóveis**, clique na campanha.
2. **Confira o tipo e o objetivo.** A campanha traz o **Tipo** (Anual, Eventual, Inicial ou Transferência de gestão), o **Objetivo** (Levantamento ou Atualizar valor), as **datas de início e fim**, o **nome** e o **status** (Aberta, Conciliada, Encerrada ou Cancelada).
3. **Marque os itens verificados.** No cartão **Checklist de itens verificados**, marque cada item conferido — Documentação dominial, Planta de situação, Projeto arquitetônico, Projeto estrutural, Projeto de incêndio (PPCI), Projeto de climatização, Projeto de fundações, Instalações hidrossanitárias, Instalações elétricas, Instalações telefônicas / rede e Outros. Cada item marcado admite uma nota.
4. **Clique em "Salvar checklist".** O checklist fica gravado enquanto a campanha estiver editável.
5. **Anexe documentos e encerre.** Vincule documentos à campanha e conclua o rito de conciliação para gerar o resumo.

### Termo de responsabilidade e ficha individual do imóvel

1. **Abra o imóvel.** Menu **Patrimônio → Bens imóveis**, clique no imóvel.
2. **Emita o termo de responsabilidade.** No topo da ficha, o botão **Termo de responsabilidade (PDF)** gera o documento de responsabilidade pelo imóvel.
3. **Emita a ficha individual.** Ainda no topo, o botão **Ficha (PDF)** gera a ficha individual do imóvel. Quando há memorial descritivo cadastrado, o cartão **Memorial descritivo** também oferece um **Relatório (PDF)** com área, cômodos, padrão construtivo e valores.

### Termos de responsabilidade de bens móveis

Para bens móveis, os termos de responsabilidade dos servidores que respondem pela guarda dos itens têm tela própria, com aceite eletrônico.

1. **Abra a tela.** Menu **Patrimônio → Termos de responsabilidade**.
2. **Registre um termo.** No cartão **Registrar termo**, escolha o **Bem** (busca por número/descrição), o **Detentor** (servidor responsável) e, opcionalmente, a **Finalidade**; clique em **Registrar**. O termo nasce com status **Pendente**.
3. **Confirme ou recuse o aceite.** Na lista, um termo **Pendente** oferece **Aceitar** (vira **Aceito**, com data de aceite registrada) ou **Recusar** (vira **Recusado**).
4. **Reimprima o termo.** Termos que têm movimentação associada oferecem **Imprimir termo** (PDF), inclusive os já aceitos — útil para reemitir o comprovante de carga.

### Agregar e desagregar valores ao bem (adições)

Quando um componente ou benfeitoria é incorporado a um bem já tombado, você registra a **adição** ligando o bem adicionado ao bem principal — mantendo a rastreabilidade de cada parte.

1. **Abra a tela.** Menu **Patrimônio → Adições de bens**.
2. **Consulte as adições existentes.** A lista mostra o **Bem principal**, o **Bem adicionado**, a **Data da adição**, a **Localização atual** e as **Observações**. Use os filtros por bem principal para localizar.
3. **Registre uma adição.** Clique em **Nova adição**, escolha o **Bem principal** e o **Bem adicionado** (que deve ser diferente do principal), informe a **Data da adição** e, opcionalmente, a **Localização atual** e **Observações**; confirme em **Registrar adição**.

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Cada bem mantém seu próprio registro e histórico — a adição relaciona os dois sem apagar a origem, o que preserva a rastreabilidade do valor de aquisição e dos documentos.
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### Relatórios de patrimônio (bens móveis)

A central de relatórios de bens móveis reúne, num só lugar, as consultas por detentor, por tipo, por unidade, o valor residual e os relatórios de movimentação e depreciação.

1. **Abra a tela.** Menu **Patrimônio → Relatórios de patrimônio**.
2. **Escolha o relatório.** No campo **Relatório**, selecione o tipo desejado, por exemplo:

- **Catálogo de bens**, **Bens por detentor**, **Bens por tipo** e **UL por UA** (unidade localizadora por unidade administrativa) — para agrupar e classificar os bens por unidade, detentor e tipo.
- **Valor residual** — para o valor residual apurado dos bens (apoio à baixa).
- **Resumo de movimentação (por classe)** — saldo inicial, adições, baixas, transferências e saldo final, por custo e por depreciação.
- **Depreciação econômica (mês + exercício)** e **Histórico de depreciação mensal** — depreciação do mês e acumulada no exercício.
- **Ficha de movimentação** — a ficha por bem com origem e destino das movimentações.

3. **Informe o período, se pedido.** Para os relatórios por período (entradas, transferências, baixas, depreciação, ficha de movimentação), preencha as datas **De** e **Até**. Relatórios de inventário/catálogo não pedem período.
4. **Clique em "Baixar CSV".** O relatório é gerado e baixado em CSV.

## Catálogo de material permanente

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O catálogo de material permanente é a lista oficial dos tipos de bem que o órgão pode adquirir e tombar. Cada item carrega o **código Federal Supply** (o código federal de suprimentos que identifica o tipo de material), a **conta contábil** onde o bem é registrado no PCASP e as regras de **transferência entre contas** quando o material for reclassificado. É a referência que padroniza a nomenclatura dos bens e garante que cada material caia na conta certa da contabilidade — você mantém este catálogo antes de requisitar ou incorporar bens, para que todos usem a mesma descrição e a mesma classificação contábil.

1. **Abra o catálogo.** Menu **Patrimônio → Materiais permanentes**. A lista mostra cada material com a descrição, o código Federal Supply e a conta contábil vinculada.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/e32-08-permanent-materials.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Cadastre um material.** Clique em **Novo material** e informe a **descrição**, o **código Federal Supply** e a **conta contábil** em que o bem é registrado no PCASP.
3. **Configure as transferências entre contas.** Quando o material puder migrar de uma conta contábil para outra (reclassificação), registre as contas de destino permitidas — assim a mudança de conta fica controlada e rastreável.
4. **Salve e consulte.** Ao salvar, o material passa a constar no catálogo e fica disponível para as requisições e para o tombamento de bens. Use a busca para localizar um item por descrição ou código e **Editar** para ajustar um material já cadastrado.

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**Como saber que deu certo:** o material recém-cadastrado aparece na lista com a descrição, o código Federal Supply e a conta contábil preenchidos, e passa a ser oferecido na hora de requisitar ou incorporar bens daquele tipo.
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## Roteiro de baixa de ativo

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O roteiro de baixa é um lote de desfazimento: em vez de baixar bem a bem, você monta um único processo (roteiro) reunindo vários bens que serão desfeitos pela mesma modalidade — leilão, doação, inservível, e assim por diante. O roteiro passa por uma avaliação (**Em avaliação → Autorizado** ou **Não autorizado**) e permite registrar o estado físico de cada bem, individualmente ou de uma vez para o lote inteiro, atendendo ao Decreto 9.373/2018, que trata do desfazimento de bens da Administração Pública.

1. **Abra os roteiros de baixa.** Menu **Patrimônio → Roteiros de baixa**. A lista mostra cada roteiro com a modalidade de desfazimento, a quantidade de bens incluídos e a situação (**Em avaliação**, **Autorizado** ou **Não autorizado**).:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/e32-06-asset-disposal-routes.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Crie um roteiro.** Clique em **Novo roteiro**, dê uma identificação ao lote e escolha a **modalidade** de desfazimento — **leilão, doação, inservível (sucateamento)**, entre outras. A modalidade define como aquele conjunto de bens será desfeito.
3. **Inclua os bens.** Adicione ao roteiro os bens que serão baixados naquele lote. Você pode incluir vários bens no mesmo roteiro, agrupando o desfazimento num único processo.
4. **Registre o estado físico.** Informe o estado físico (condição de conservação) de cada bem — **individualmente** ou **em lote**, aplicando a mesma condição a todos os bens marcados de uma vez.
5. **Acompanhe a avaliação.** O roteiro nasce **Em avaliação**. Quando a autoridade competente decide, a situação passa a **Autorizado** (o desfazimento pode seguir) ou **Não autorizado** (o lote é barrado). A situação de cada roteiro fica visível na lista.

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**Como saber que deu certo:** o roteiro criado aparece na lista com a modalidade e a contagem de bens; depois da decisão, a situação muda de **Em avaliação** para **Autorizado** ou **Não autorizado**, e o estado físico informado fica gravado em cada bem do lote.
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## Processo de reavaliação de ativo

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O processo de reavaliação organiza, num único registro, a revisão de valor de um bem: você abre o processo indicando o tipo de alteração e o motivo, define a comissão responsável (os funcionários que respondem pela reavaliação) e acompanha a situação até a conclusão. É o envelope administrativo que dá formalidade e rastreabilidade à reavaliação, separando a decisão (o processo e sua comissão) do lançamento contábil que ela gera na ficha do bem.

1. **Abra os processos de reavaliação.** Menu **Patrimônio → Processos de reavaliação**. A lista mostra cada processo com o tipo de alteração, o motivo, a comissão responsável e a situação.:inlineImage[]{src="https://itsm-labdev.cloud4biz.com/portal/docs-img/manual/e32-07-asset-revaluation-processes.png" alt caption width="3200" height="2000"}
2. **Abra um processo.** Clique em **Novo processo** e informe o **tipo de alteração** (a natureza da reavaliação) e o **motivo** que justifica a revisão de valor.
3. **Defina a comissão responsável.** Adicione os **funcionários** que compõem a comissão da reavaliação — são eles que respondem tecnicamente pelo processo.
4. **Evolua a situação.** Conforme o trabalho avança, atualize a **situação** do processo até a conclusão. O andamento fica visível na lista, mostrando em que etapa cada reavaliação está.

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**Como saber que deu certo:** o processo aberto aparece na lista com o tipo de alteração, o motivo e a comissão informados; ao evoluir, a situação registrada reflete o andamento e mantém o histórico de quem participou da reavaliação.
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## Fechamento e depreciação mensal de bens imóveis

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Edificação perde valor com o tempo e isso tem que aparecer na contabilidade todo mês — **terreno nunca deprecia, só a edificação**. Este é o fechamento que dispara essa conta: você escolhe a competência, o sistema deprecia as edificações elegíveis, atualiza o valor líquido de cada imóvel e gera o lançamento contábil (despesa de depreciação contra depreciação acumulada). **Não existe rotina automática** — enquanto ninguém fechar a competência aqui, a depreciação dos imóveis simplesmente não acontece, e o imobiliário fica superavaliado no balanço.

É uma tela **diferente** do **Patrimônio → Fechamento mensal**, que roda a depreciação dos bens móveis. As duas rodadas são independentes.

1. **Abra o fechamento de imóveis.** Menu **Patrimônio → Fechamento de imóveis**. A tela tem dois cartões: **Competência a fechar**, em cima, e **Histórico de fechamentos**, embaixo.
2. **Confira a competência.** O campo **Mês de referência** já vem preenchido com o período aberto do patrimônio (o mesmo período compartilhado com o fechamento de bens móveis); se essa consulta falhar, o campo cai para o mês corrente do calendário — a sugestão é conveniência, não trava. Você pode trocar o mês. A dica do campo lembra a regra que mais surpreende: **um mês só pode ser fechado uma vez**.
3. **Decida quando contabilizar.** A opção **Calcular agora e contabilizar depois** deixa a rodada como **rascunho**: os valores são calculados e guardados, mas **nada chega à contabilidade**. Deixe desmarcado para calcular e contabilizar de uma vez (o comportamento normal). Marque apenas se você quer conferir os números antes de mandar para o razão.
4. **Clique em "Fechar competência".** Abaixo do botão aparece o **Resultado** da rodada: a situação (**Rascunho** ou **Contabilizado**), a quantidade de **Imóveis** e a **Depreciação total**. Se nenhuma edificação foi depreciada, um aviso explica o que conferir — **vida útil, data de contabilização e situação de depreciação** dos imóveis —, em vez de exibir um resultado zerado que parece sucesso.
5. **Leia o histórico.** O cartão **Histórico de fechamentos** lista as rodadas da mais recente para a mais antiga, com **Competência**, **Imóveis**, **Depreciação total**, **Status** (**Rascunho** ou **Contabilizado**) e **Contabilizado em**. É por ele que você confere o que já rodou e o que ficou pela metade.
6. **Contabilize a rodada que ficou em rascunho.** Numa linha com status **Rascunho**, use a ação **Contabilizar este fechamento** e confirme a pergunta. A linha passa a **Contabilizado**, com a data e a hora. **Este é o único caminho:** como a mesma competência não pode ser fechada de novo, uma rodada adiada que ninguém contabiliza fica parada para sempre — os números existem, mas a despesa nunca entra na contabilidade.

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**Quem pode executar.** A **consulta** do histórico é aberta: qualquer usuário autenticado vê a tela no menu e lê as rodadas. **Executar** exige a autorização **Depreciar bens imóveis** (cadastrada em **Início → Alçada**, [Administração13](docId\:Z8SS7r6Bvhs09rP1SPxUD)). Sem ela, a tela avisa que você pode consultar os fechamentos mas não executá-los, o mês, a opção de adiar e o botão **Fechar competência** ficam desabilitados, e a ação **Contabilizar este fechamento** não aparece nas linhas.
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**Consulta negada não é histórico vazio.** Se o servidor recusar a leitura das rodadas, o histórico mostra o **erro**, com a opção de tentar de novo — nunca "nenhum fechamento executado ainda", que se leria como se o mês nunca tivesse sido fechado.
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**O que este fechamento não faz.** Ele **não** avança o período aberto do patrimônio (isso continua a cargo do fechamento de bens móveis) e **não** detalha imóvel a imóvel: o histórico mostra o agregado da rodada (quantidade e total). A trava contra depreciar o mesmo mês duas vezes é o próprio registro da competência no histórico.
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**Como saber que deu certo:** a competência aparece no histórico com a quantidade de imóveis e o valor depreciado, com status **Contabilizado** e a data de contabilização preenchida; a ficha de cada edificação passa a mostrar a nova depreciação acumulada e o valor líquido menor; e o lançamento de depreciação daquele mês aparece no razão e no balancete da *contabilidade*, com débito igual a crédito.
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**Rascunho não significa "nada aconteceu".** O cálculo é feito na hora, mesmo com a opção de adiar marcada: **a ficha dos imóveis já está depreciada** — depreciação acumulada, valor líquido e meses de vida útil consumidos são gravados no fechamento, não na contabilização. O que falta numa rodada em **Rascunho** é só o **lançamento contábil**. Por isso não adianta conferir o cadastro para saber se o mês foi contabilizado: o cadastro vai parecer certo nos dois casos. Quem responde é o status da rodada no histórico e o razão da contabilidade.
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## Locação de imóvel próprio (o órgão como locador) e o aluguel a receber

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Esta é a direção **oposta** à do cartão **Aluguéis**, e vale ler a distinção antes de cadastrar, porque os dois cartões ficam lado a lado na mesma ficha e se parecem:

- **Aluguéis** — o órgão **paga**. É o contrato de um imóvel de terceiro que o órgão ocupa; o campo *Locador* é quem recebe o dinheiro. Não gera título nenhum.
- **Locações (como locador)** — o órgão **recebe**. É o imóvel próprio cedido a terceiro; o campo *Locatário* é quem paga. **Cada contrato ativo gera um título a receber por mês.**

1. Abra **Menu Patrimônio → Bens imóveis**, escolha o imóvel e localize o cartão **Locações (como locador)**.
2. Preencha o **Número do contrato**, escolha o **Locatário** (é um parceiro cadastrado, não um nome digitado — ele será o devedor do título) e o **Instrumento**: locação, concessão de uso, concessão de direito real de uso ou arrendamento. Só instrumentos onerosos aparecem na lista, porque um instrumento gratuito não teria o que cobrar.
3. Informe o **Valor mensal**, a vigência (**Início** e **Fim**) e o **Dia de vencimento**, entre 1 e 28. O limite não é capricho: um contrato que vence dia 30 não teria vencimento em fevereiro, e empurrar para o último dia do mês faria a data variar — o locatário lê isso como mudança de regra.
4. Escolha a **Natureza da receita**. A lista traz só as categorias que aceitam lançamento; uma categoria de agrupamento seria recusada na hora de gerar o título.
5. Escolha o **Índice de reajuste** pactuado e a **Situação**. Só contratos **Ativos** são cobrados.
6. Salve. O contrato passa a valer para as próximas cobranças.

### Como a cobrança acontece

A cobrança roda **sozinha, uma vez por mês**, e gera **um título por contrato por competência**. Não é preciso fazer nada para que aconteça.

Para conferir sem esperar a virada do mês, use **Gerar cobrança do mês** no próprio cartão. O resultado mostra três números: quantos títulos foram **emitidos**, quantos contratos **já estavam cobrados** naquele mês e quantos tiveram **falha**.

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**Clicar duas vezes não cobra duas vezes.** A segunda execução no mesmo mês emite zero e reporta os contratos como já cobrados. Isso é proposital e é a parte que mais importa: cobrar o locatário em duplicidade custa mais caro que deixar de cobrar, porque desgasta quem paga em dia.
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**Um contrato com problema não derruba os outros.** Se a natureza de receita de um contrato tiver sido desativada, por exemplo, aquele contrato aparece em **falha** e os demais são cobrados normalmente.
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O título gerado nasce **amarrado ao contrato**: quem abrir o título no financeiro consegue navegar de volta para o imóvel que o originou, sem precisar perguntar de onde aquilo veio.

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**Outras origens de título a receber.** A locação é uma das operações que geram título automaticamente; venda e adiantamento também geram, e o passo a passo desses caminhos está em *Financeiro — documentos*.
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**O que esta entrega ainda não faz.** O reajuste pelo índice **não** é aplicado sozinho no aniversário do contrato: o campo registra o índice pactuado, e o valor cobrado é o que estiver em *Valor mensal*. Atualizá-lo é edição manual do contrato.
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## Verificação

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Você sabe que funcionou quando:

- Uma classe cadastrada aparece na lista de classes com sua vida útil e as três contas PCASP preenchidas.
- Ao salvar um bem novo, ele aparece na lista com o número de tombamento gerado, e a ficha mostra a depreciação programada para começar no mês seguinte.
- Depois de rodar o fechamento de um mês, o histórico da ficha do bem mostra a cota daquele mês e a depreciação acumulada cresce; o valor líquido bate com valor de aquisição menos depreciação acumulada.
- Uma transferência aceita pelo novo responsável muda o responsável/local do bem e some da fila de pendentes.
- Após uma baixa, o bem fica com situação "baixado", não aparece mais nas operações ativas e o lançamento de baixa está balanceado.
- Numa campanha de inventário, a contagem cega não expõe os números esperados e, ao conciliar, cada divergência aparece classificada (faltante, local, custódia).
- Um imóvel do tipo terreno aparece na lista como **não depreciável** e não recebe cota de depreciação no fechamento.
- Depois de fechar a competência em **Patrimônio → Fechamento de imóveis**, a rodada aparece no histórico com status **Contabilizado** e a data de contabilização preenchida; o valor líquido das edificações cai e o lançamento de depreciação do mês aparece no razão.

## Erros comuns

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- **Não consigo tombar o bem — falta escolher a classe** — a classe é obrigatória porque é ela que traz a vida útil e as contas contábeis. Cadastre a classe primeiro (menu **Classes de bens**).
- **A ficha não mostra depreciação** — as cotas só aparecem depois do fechamento do mês correspondente. Rode o fechamento mensal e volte à ficha.
- **A comissão de inventário foi recusada** — a comissão precisa de no mínimo 3 membros, e ninguém que detenha bem dentro do escopo pode compor a comissão. Ajuste os membros.
- **Terreno sem depreciação** — não é erro: terreno nunca deprecia. Se o bem deveria depreciar, ele provavelmente foi cadastrado como terreno em vez de edificação.
- **Não consigo transferir/depreciar um bem** — verifique se ele já foi baixado. Bem baixado sai das operações ativas.
- **Não consigo excluir uma classe de bens** — não é possível: a classe é dado de referência (há bens vinculados a ela). Em vez de excluir, **desative** a classe — ela deixa de aparecer para novos bens, sem afetar os bens já tombados.
- **A classe não salva com vida útil zero** — a vida útil precisa ser maior que zero e as contas contábeis são obrigatórias. Preencha esses campos antes de salvar.
- **A edificação não deprecia, mesmo com o mês fechado** — confira se você fechou o mês na tela certa: **Patrimônio → Fechamento mensal** roda os bens **móveis**; a depreciação das edificações sai de **Patrimônio → Fechamento de imóveis**. As duas rodadas são independentes.
- **A competência aparece no histórico, mas nada chegou à contabilidade** — a rodada está em **Rascunho** (foi fechada com a opção *Calcular agora e contabilizar depois*). Use **Contabilizar este fechamento** na linha; refechar o mesmo mês é recusado, então essa é a única saída.
- **"Nenhuma edificação foi depreciada nesta competência"** — não é falha do fechamento: nenhum imóvel estava elegível. Confira a vida útil da classe, a data de contabilização e a situação de depreciação dos imóveis — e lembre que **terreno nunca deprecia**.
- **Não consigo fechar a competência de imóveis** — ou o mês já foi fechado (o histórico mostra a competência), ou falta a autorização **Depreciar bens imóveis**; sem ela a tela permite consultar, mas o botão de fechar fica desabilitado.

