Portal de conhecimento
O treinamento presencial — curso, turma, instrutor, presença — está na página Treinamento e desenvolvimentoTreinamento e desenvolvimento. Esta página trata do conteúdo digital: o material que a pessoa consome sozinha, na tela.
Biblioteca de aprendizagem
Menu: Biblioteca de aprendizagem · Rota: /learning-contents
O que a tela guarda — e o que ela não guarda
A biblioteca guarda o registro do material, não o material. É a decisão que define esta parte do produto:
- o vídeo continua hospedado onde já está, e aqui fica só o endereço dele;
- o pacote de e-learning é importado num formato de mercado, sem editor próprio;
- a ferramenta de autoria é de terceiro e abre de dentro do portal.
Construir reprodutor, editor e hospedagem de vídeo seria reconstruir uma indústria inteira. O que a organização ganha aqui é parar de distribuir material por link solto em e-mail.
Cadastrar um conteúdo
- Abra Biblioteca de aprendizagem no menu.
- Clique em Novo conteúdo e dê um nome.
- Escolha o tipo. O formulário muda com ele — cada tipo pede coisas diferentes:TipoO que a tela pedeArquivo nossoo identificador do anexo enviadoPacote de e-learningo anexo do pacote e a edição (SCORM 2004 4ª edição ou SCORM 1.2)Ferramenta externaendereço, identificador de cliente e identificador de implantaçãoQuestionárioo banco de questões que ele apresentaVídeo hospedado foraapenas o endereço
- Escolha o curso, ou deixe em Biblioteca compartilhada (veja a armadilha abaixo).
- Declare o idioma do conteúdo e, se souber, a duração estimada em minutos.
- Salve.
Armadilhas
O campo de curso vazio não é esquecimento. Um material pertence a no máximo um curso. Material que serve a vários — o vídeo de integração, por exemplo — é guardado sem curso, na biblioteca compartilhada, e alcançado pelas trilhas. Se você o amarrar a um curso, os outros cursos precisarão de uma cópia, e as cópias vão divergir.
A ferramenta externa exige os três campos. Endereço, identificador de cliente e identificador de implantação. Faltando qualquer um, quem recusa o acesso é a ferramenta do outro lado, longe desta tela, com uma mensagem que ninguém aqui consegue interpretar. Por isso o sistema recusa antes, nomeando o campo que falta.
Trocar o tipo de um conteúdo já cadastrado apaga o que o novo tipo não usa. Um material trocado de ferramenta externa para vídeo perde o endereço da ferramenta — e passa a parecer correto sem abrir. A tela avisa antes de salvar.
O questionário não tem banco próprio. Ele aponta para o mesmo banco de questões que o teste de conhecimento de turma usa (página Treinamento e desenvolvimentoTreinamento). Questionário de trilha e teste de turma são o mesmo artefato em contextos diferentes — um segundo banco seria um segundo lugar para a mesma pergunta divergir da própria resposta.
O arquivo de abertura do pacote não é digitado. Ele é lido do manifesto do pacote na importação, e por isso aparece bloqueado.
Aposentar, não apagar
Não existe excluir. Um material é aposentado: sai das opções de montagem de trilha e continua nomeável por tudo que já o usou. Apagar a linha deixaria o treinamento concluído de alguém apontando para um material que ninguém consegue nomear.
Histórico
Cada conteúdo tem Histórico deste conteúdo, com o antes e o depois de cada alteração. É onde se responde quem trocou o endereço do vídeo de integração, e quando — pergunta que aparece quando o material é de consumo obrigatório.
Quem pode o quê
Ler a biblioteca acompanha a leitura do cadastro geral, porque quem planeja o desenvolvimento da equipe precisa consultar o que existe antes de pedir. Cadastrar e alterar exige a mesma autoridade do catálogo de treinamentos: dizer de que material a organização ensina é o mesmo ato editorial que dizer o que ela ensina e quem entrega.
Como se entra no portal de conhecimento
Não existe login do portal de conhecimento. Isso é a resposta, não uma pendência.
Quem entra no ERP entra pelo provedor de identidade da organização — o mesmo diretório que governa os outros sistemas. Chegando aqui, a pessoa já está identificada, e todas as telas de aprendizagem (biblioteca, trilhas, matrículas, certificados, evidência, pontuação, assistente) usam essa mesma identidade.
O que a organização ganha com isso:
- uma senha a menos por pessoa. Um LMS com senha própria significa uma senha esquecida a mais por colaborador, e um lugar a mais de onde ela vaza;
- desligou no diretório, desligou aqui. Não existe "conta de treinamento" sobrevivendo ao desligamento, porque não existe conta separada para sobreviver;
- auditoria com um nome só. O ator na trilha de auditoria é a mesma pessoa do diretório.
O que ainda é decidido dentro do ERP
O diretório diz quem é a pessoa. Ele não diz o que ela pode fazer — essa parte é do ERP, e fica em Alçada (/authorization-rules), regra por operação e por cargo. É por isso que dois colaboradores autenticados do mesmo jeito veem coisas diferentes: quem monta a trilha precisa da autoridade do catálogo de treinamentos; quem só faz o treinamento não precisa de autoridade nenhuma — basta estar matriculado.
Armadilhas
"Sair" encerra a sua sessão no ERP, não no provedor. O botão invalida o seu acesso aqui e inutiliza o token, mesmo antes de ele vencer sozinho — largar só o cookie deixaria uma chave ainda válida circulando. Encerrar a sessão no provedor de identidade é feito pelo portal por onde você entrou, que é quem é dono do login. Em máquina compartilhada, saia também por lá.
Sem autoridade não é o mesmo que sem login. Uma tela que responde "Você não tem autorização para esta operação" está reconhecendo você — o que falta é regra de alçada, e quem resolve é o administrador em Alçada, não o diretório.
Validar um pacote de e-learning
Onde: dentro do conteúdo, no bloco Pacote SCORM — só aparece quando o tipo é Pacote de e-learning.
O pacote é um .zip que a ferramenta de autoria do fornecedor gerou. Antes de ele valer como material de trilha, o sistema o lê inteiro e responde se serve.
Como validar
- Anexe o .zip ao conteúdo (campo do anexo, no bloco de cima).
- No bloco Pacote SCORM, clique em Validar pacote.
- Se o pacote servir, a tela mostra o arquivo de abertura — que nunca é digitado, é lido do manifesto — e corrige a edição para a que o pacote declara.
A edição que você escolheu no cadastro é um palpite até aqui. O cadastro pede a edição porque naquele momento ninguém leu o pacote ainda. A validação lê, e se você tiver escolhido errado ela troca sem perguntar — o manifesto é a fonte, não o formulário. Verificado: um pacote cadastrado à mão como SCORM 1.2 passou a SCORM 2004 4ª edição depois de validado.
Cada recusa diz o que está errado
Isto é o que mais economiza tempo aqui. "Pacote inválido" manda o analista de volta ao fornecedor sem nada nas mãos; cada recusa abaixo é um problema diferente, com um conserto diferente:
A tela diz | O que aconteceu | O que fazer |
|---|---|---|
não é um pacote compactado | o arquivo enviado não é um .zip — geralmente um PDF ou o vídeo | envie o .zip que a ferramenta de autoria gerou |
não traz o imsmanifest.xml | é um .zip, mas não é um pacote SCORM — é comum alguém compactar a pasta errada | compacte a pasta que contém o manifesto, não a pasta acima dela |
não declara nenhum arquivo para abrir | o manifesto existe mas não aponta nenhuma tela | o pacote saiu incompleto da autoria; peça outro |
traz um caminho que sai de dentro dele | o pacote tenta gravar fora da própria pasta | não use este pacote e avise a segurança — veja a armadilha abaixo |
Armadilhas
Nada é gravado antes de o pacote passar. Um pacote inválido que ficasse registrado diria ao analista que o curso está publicado, e quem descobriria o problema seria a pessoa que fosse fazer o treinamento. Por isso o registro do arquivo de abertura só acontece depois da leitura completa.
O pacote recusado por caminho perigoso é recusado INTEIRO, não limpo. Um arquivo chamado ../ dentro de um pacote é tentativa, não erro de digitação — o resto daquele pacote não merece confiança. A tela não oferece "importar mesmo assim".
A prévia mostra o curso rodando, não uma amostra dele. As imagens, folhas de estilo e scripts que o pacote carrega viajam dentro da própria página — inclusive os que ele monta enquanto roda, que é como as ferramentas de autoria (Storyline, Rise, Captivate) geram quase todo endereço. O servidor embute tudo antes de mandar, porque a moldura é isolada e, sozinha, não conseguiria buscar arquivo nenhum.
E o pacote encontra a API do SCORM. Isso não é detalhe: um pacote que não acha a API não desenha errado — ele se recusa a abrir, e o aluno recebe "LMS not found". Quando o pacote reporta conclusão ou nota, a tela mostra o que ele disse, logo abaixo da moldura.
Quando | O que acontece | O que fazer |
|---|---|---|
o pacote montado passa de 24 MB | a prévia é recusada por inteiro, com essa mensagem | o pacote continua válido e matriculável — é a prévia que não o mostra |
A conclusão ainda é registrada por quem administra a trilha. O pacote informa que terminou e a tela mostra esse relato, mas quem grava o progresso do aluno é a tela de acompanhamento da trilha. Isso é escolha, não esquecimento: a prévia é do catálogo, e ali não existe matrícula de ninguém para gravar contra. Quem está na trilha marca o passo como concluído do mesmo jeito que marca um vídeo — e o progresso vale igual; só não é automático.
Por que o conteúdo abre numa moldura isolada
O pacote é HTML e JavaScript que outra empresa escreveu, aberto na tela de alguém que está logado no ERP. A moldura onde ele roda é isolada de propósito: o conteúdo não consegue ler a sua sessão, os seus dados nem esta página, e qualquer chamada que ele faça ao sistema chega sem identidade nenhuma.
Isso é o que permite aceitar material de fornecedor sem que aceitar material de fornecedor signifique dar a ele as chaves do sistema.
Abrir uma ferramenta de fora (LTI 1.3)
Menu: Ferramentas externas · Rota: /lti-tools
Quando o curso não é um arquivo nosso mas uma ferramenta de terceiro — uma ferramenta de autoria, um curso de fornecedor —, o colaborador abre essa ferramenta de dentro do portal e chega lá já identificado, sem uma segunda senha.
Cadastrar a ferramenta
- Abra Ferramentas externas e clique em Cadastrar ferramenta.
- Dê um nome e um identificador de cliente — este último é o nome pelo qual a ferramenta vai conhecer este ERP. Ele não muda depois.
- Informe os dois endereços da ferramenta: onde o acesso começa (login) e para onde a resposta volta (retorno). Os dois vêm da documentação da ferramenta.
- Informe também o endereço das chaves públicas dela, se souber. Não é usado para abrir o curso; é o que vai permitir ela devolver nota mais adiante.
- Salve. O sistema gera um par de chaves só desta ferramenta.
- Ligue o conteúdo à ferramenta: em Biblioteca de aprendizagem, tipo Ferramenta externa, com o mesmo identificador de cliente.
A metade que acontece do outro lado
É aqui que a maioria das tentativas para. Cadastrar só metade não dá erro nenhum nesta tela — o lançamento é que falha, no fornecedor, com uma mensagem que ninguém aqui consegue interpretar.
No bloco O que configurar na ferramenta ficam as duas coisas que você precisa copiar para a tela da própria ferramenta:
- o identificador da chave;
- a nossa chave pública.
Só isso permite a ferramenta conferir que o acesso veio mesmo desta organização.
Armadilhas
A chave privada não está nesta tela, e não está em nenhuma. O que aparece é a metade pública. A metade privada é o que prova que somos nós — quem a tivesse poderia se passar por qualquer pessoa desta organização diante de qualquer ferramenta contratada.
Trocar a chave interrompe todos os acessos àquela ferramenta até a chave nova ser colada do outro lado. É ato para quando a antiga puder ter sido exposta, nunca rotina — e por isso é botão separado do Salvar.
O endereço de retorno é conferido, não aceito. Se a ferramenta pedir um endereço diferente do cadastrado, o acesso é recusado. Sem essa conferência, bastaria alguém pedir a entrega em outro endereço para receber uma afirmação assinada por nós sobre uma pessoa real.
Cada acesso vale uma vez e por poucos minutos. Recarregar a página no meio do caminho ou voltar pelo histórico do navegador produz "este lançamento já foi usado" — abra o curso de novo pela trilha. É de propósito: um acesso que pudesse ser repetido seria um jeito de entrar como outra pessoa.
O que sai desta organização: um identificador da pessoa e o curso que está sendo aberto. Não vão o nome, o e-mail, o cargo nem a avaliação de desempenho. Uma ferramenta que cumprimenta pelo nome vai cumprimentar por um código — o preço, dito, de não mandar dado pessoal para fora.
O conteúdo criado lá não volta sozinho. Você abre a ferramenta de autoria daqui e cria o material lá; cadastrar o resultado na biblioteca ainda é passo manual. O padrão prevê a volta automática (Deep Linking) e ela não está implementada.
Escolher o material dentro da ferramenta
Em vez de criar o material lá e copiar o endereço à mão para cá, abra a ferramenta pelo botão Escolher material na ferramenta, escolha ou crie o que quiser, e confirme. O que você selecionou volta cadastrado na biblioteca, apontando para a ferramenta certa.
Pré-requisito: a ferramenta precisa ter o endereço das chaves públicas dela preenchido no cadastro. É por ali que o sistema confere que a resposta veio mesmo dela — sem isso, a tela diz exatamente qual campo falta.
Armadilhas
A resposta da ferramenta é conferida antes de qualquer coisa ser gravada. A resposta diz "cadastre este curso, neste endereço". Aceitar sem conferir a assinatura permitiria que qualquer um colocasse um endereço à escolha dele na biblioteca de um órgão público, para ser aberto por todo mundo que é obrigado a treinar. Assinatura que não confere → nada é cadastrado, e a tela diz isso.
Cada escolha vale uma vez e por poucos minutos. Recarregar a página de retorno ou voltar pelo histórico não cadastra de novo — cadastrar o mesmo material duas vezes é o jeito mais barato de encher a biblioteca de duplicata que ninguém escolheu.
Voltar sem escolher nada é dito. A tela avisa que nada foi selecionado, em vez de responder um sucesso silencioso que deixa você procurando o material que nunca chegou.
Item sem endereço é recusado. Material que não abre nada é curso quebrado com cara de publicado.
A nota volta da ferramenta
Quando a pessoa termina o curso na ferramenta, a ferramenta avisa o ERP, e o passo da trilha fecha sozinho — sem ninguém marcar à mão.
Como habilitar: emita uma chave de integração para a ferramenta (em Administração → Chaves de aplicação) com a autoridade Informar resultado de aprendizagem, e configure essa chave do lado dela. O endereço para onde ela envia a nota já vai dentro do próprio acesso — a ferramenta o encontra sozinha, você não precisa copiar.
Armadilhas
Só a autoridade de informar resultado, nunca a do catálogo. A chave que a ferramenta recebe autoriza informar nota e nada mais. Se ela recebesse a autoridade do catálogo, um servidor de terceiro poderia reescrever o que a organização ensina.
Nota abaixo da média deixa o passo ABERTO. Ela é registrada como reprovação — com nota e data — e a pessoa pode tentar de novo. Nada é apagado: apagar a tentativa faria a trilha mentir sobre o que aconteceu.
Nota fora da escala é recusada, não aparada. Ferramenta que devolve 120 de 100 tem defeito, e aparar para 100 esconderia esse defeito dentro do histórico de treinamento de alguém, onde ele passa a parecer fato.
A escala da ferramenta não importa. 8 de 10 e 80 de 100 valem a mesma coisa aqui — a conversão é feita no ERP, então duas ferramentas com escalas diferentes não produzem resultados diferentes para o mesmo desempenho.
Curso aberto fora de uma trilha não recebe nota de volta, e isso é de propósito: sem matrícula não há passo para a nota fechar. O acesso simplesmente não leva endereço de retorno — publicar um endereço sem destino faria a ferramenta reportar com sucesso para lugar nenhum.
Isto não é o padrão AGS completo. O endereço vai no formato do padrão, mas a autenticação é a chave de integração deste ERP, não o fluxo OAuth2 que o padrão descreve. Na prática: funciona com a ferramenta que a organização configura, e uma ferramenta de prateleira não vai encontrar sozinha o caminho de autenticação. A troca para o padrão completo, se um dia for contratada uma ferramenta que exija, é mudança de autenticação — não redesenho.
Trilhas de aprendizagem
Menu: Trilhas de aprendizagem · Rota: /learning-tracks
Uma trilha é uma sequência de material com um alcance: quem tem de fazer, e em que ordem.
Escolha o alcance antes de tudo
Alcança por | Quem entra |
|---|---|
Uma competência | quem ocupa qualquer posto cujo perfil exija aquela competência |
Um posto | quem ocupa aquele posto |
Uma unidade | quem está lotado nela |
Todos em atividade | toda a organização — a trilha de integração obrigatória |
Prefira competência, e o motivo não é arrumação. Posto e cargo são a mesma coisa neste sistema. Uma trilha digitada por posto tem de ser digitada uma vez por cadeira, e na primeira atualização algumas cópias são alteradas e outras não — ninguém percebe, porque trilha desatualizada é idêntica a trilha atual. Dizendo qual competência a trilha desenvolve, são os perfis de posto que decidem quem precisa dela, inclusive postos criados no ano que vem, sem ninguém editar a trilha.
Montar a trilha
- Abra Trilhas de aprendizagem, clique em Nova trilha e informe código e nome.
- Escolha alcança por e, conforme o caso, o alvo.
- Salve e abra a trilha.
- Em Passos, em ordem, acrescente cada passo: material digital da biblioteca ou turma presencial do catálogo de treinamentos. Os dois convivem na mesma sequência — uma trilha de integração costuma ter os dois.
- Marque se o passo é obrigatório e, se for o caso, de qual passo ele vem depois.
- Use as setas para reordenar. A numeração é reescrita pelo sistema e nunca fica com buraco.
Ler o cartão "Quem isto alcança"
Ele mostra três números juntos, de propósito:
- Alcança hoje — quantas pessoas a trilha atinge agora;
- Passos — quantos passos ela tem;
- Medido em — o dia da medição.
Alcance zero não é necessariamente erro. É legítimo quando nenhum posto ocupado exige aquela competência ainda — e é também exatamente o que parece um alvo apontando para a coisa errada. Confira o alvo antes de concluir. Trilha sem passos alcança gente e não ensina nada, por isso os dois números ficam lado a lado. E o dia importa: o alcance muda a cada transferência e a cada perfil de posto editado, então um número anotado semana passada não se compara com o de hoje sem saber a data.
Armadilhas
Pré-requisito circular é recusado na hora de salvar. Se A espera por B, B por C e C por A, ninguém consegue começar a trilha — e descobrir isso quando um colaborador trava significaria que a trilha já foi publicada para todo mundo que ela alcança. A recusa nomeia o passo que fecha o ciclo.
Um passo só pode esperar por outro passo da mesma trilha. Apontar para outra trilha deixaria o bloqueio invisível nesta tela.
Não se remove um passo do qual outro depende. Apagar a dependência em silêncio descartaria uma regra que alguém escreveu; mantê-la deixaria um passo esperando algo que não existe mais. Ajuste o dependente primeiro.
Histórico
Histórico desta trilha guarda o antes e o depois de cada alteração — inclusive de alargamentos de alcance, que é o que um auditor pergunta depois que alguém deixou de ser treinado.
Matrícula automática
Menu: Matrícula automática · Rota: /learning-enrollments
Uma regra permanente matricula quem a trilha dela alcança, e reaplica toda noite. Assim, quem é admitido ou transferido no mês que vem entra sozinho, sem ninguém lembrar de fazer isso.
A regra não escolhe o público
Quem decide para quem a trilha é já é a própria trilha. A regra só acrescenta duas coisas que o alcance não sabe dizer: quando vence e se está ligada. Uma segunda resposta sobre público seria mais uma coisa para discordar — e a discordância não apareceria em lugar nenhum.
Criar e rodar
- Abra Matrícula automática e clique em Nova regra.
- Escolha a trilha e, se houver, o prazo em dias a partir da matrícula.
- Salve. A regra passa a rodar toda noite.
- Rodar agora aplica na hora, e devolve o relatório.
Rodar duas vezes é seguro, e dá para ver. A segunda execução relata as mesmas pessoas como já matriculadas e não cria nada. É essa propriedade que permite a varredura noturna existir.
Ler o relatório da execução — o quarto número é o que importa
O aviso traz quatro números: alcançados, matriculados, já matriculados e não avisados.
Avisar alguém exige que a pessoa tenha login, e esse vínculo é opcional neste produto. Então uma execução pode matricular quarenta pessoas e não conseguir avisar a maioria. Elas passam a carregar um prazo que ninguém comunicou — e é por isso que o número aparece no mesmo aviso do sucesso, e não num log. É sobre esse número que se age: ou se vincula o login das pessoas, ou se avisa por fora.
Armadilhas
Prazo vazio é permitido e tem custo. A regra matricula perfeitamente e nunca lembra ninguém. Certo para material opcional; silencioso para material obrigatório.
Não se cria regra para trilha sem passos. Prazo sobre material que não existe é obrigação que ninguém consegue cumprir — o sistema recusa nomeando a trilha.
Uma regra por trilha. Duas dariam dois prazos e dois lembretes para a mesma obrigação.
Lembretes
Quem tem prazo se aproximando recebe aviso; quem passou do prazo recebe aviso de atraso e a matrícula passa a Vencida — reportada, nunca apagada, porque quem era obrigado e não fez é o que uma auditoria pergunta.
Histórico
Na tela da trilha há dois históricos ligados a isto: da regra de matrícula (quem criou, quem pausou) e das execuções (o que cada rodada fez, incluindo quantos não puderam ser avisados). Ficam ali porque é a trilha que se abre para perguntar isso.
Progresso de quem está matriculado
Menu: Trilhas de aprendizagem · Rota: /learning-tracks/{id} — bloco Progresso de quem está matriculado
Fica na tela da trilha, logo abaixo dos passos, porque é a mesma sequência lida do outro lado: os passos dizem o que a trilha exige, e este bloco diz quem já cumpriu.
Registrar
- Abra a trilha e desça até Progresso de quem está matriculado.
- Escolha a pessoa matriculada. A lista mostra todos os passos da trilha, não só os que ela tocou — um passo nunca iniciado aparece como Não iniciado, e é justamente esse que responde o que falta.
- Em cada passo, use Em andamento, Concluir ou Abaixo do mínimo.
A conclusão é apurada, nunca digitada
Não existe um campo "concluída" na matrícula. A trilha está concluída quando todo passo obrigatório está concluído — apurado dos passos a cada registro.
Isso tem uma consequência que surpreende e é correta: acrescentar um passo obrigatório à trilha devolve para "em andamento" quem já a tinha concluído. É reportado, não escondido. O certificado que a pessoa já tem não é cassado — ele registrou algo que era verdade quando foi emitido.
O contrário disso — um status digitado — continuaria dizendo "concluída" enquanto a trilha mudava embaixo, e a pessoa apareceria certificada num curso que não terminou, com a tela concordando consigo mesma.
Armadilhas
Passo opcional não segura a conclusão. Ele conta para a pessoa e não conta para a obrigação.
Trilha sem passo obrigatório nunca conclui. Certificar alguém por uma trilha que não exige nada seria um documento que não atesta nada, então ela fica em andamento — não conclui sozinha.
O pré-requisito barra de verdade. Registrar um passo cujo pré-requisito não está concluído é recusado, e a recusa diz a posição do passo que falta — que é o número que a pessoa vê na tela dela.
Matrícula cancelada não recebe progresso.
Certificados
Menu: Certificados · Rota: /certificates
O certificado sai de concluir uma trilha — todos os passos obrigatórios. Não existe botão de emitir nesta tela, de propósito: um botão aqui deixaria certificar alguém que não fez o trabalho, e o histórico mostraria o certificado sem conclusão nenhuma atrás dele.
Conferir um certificado
- Abra Certificados.
- Digite o número de série impresso no documento e clique em Conferir.
"Cassado" e "não encontrado" são respostas opostas, e a tela as separa. Cassado quer dizer que o certificado foi real e foi retirado — numa data, por um motivo, ambos exibidos. Não encontrado quer dizer que aquele número de série nunca existiu, que é a cara de uma falsificação. Ler um como o outro é o erro caro desta tela.
O número de série não tem ano nem código de curso, e não usa I, O, 0 nem 1 — ele é lido em voz alta de um papel e digitado por outra pessoa.
Validade — hoje sempre vazia, e a tela diz por quê
Nenhum certificado carrega validade hoje. A validade viria da certificação que a trilha concede, e a trilha ainda não registra qual é. Em vez de deixar em branco (que se lê como "não vence"), a tela escreve o motivo.
Inventar uma validade seria pior que não ter nenhuma: alguém é afastado de uma tarefa com base numa data de expiração.
Cassar
Na tela do certificado, Cassar exige motivo. Ele fica no documento: quem conferir o número de série depois é avisado de que foi cassado, e a primeira coisa que pergunta é por quê.
Cassado, nunca apagado. A linha continua respondendo "existiu e foi cassado nesta data". Apagar responderia "nunca existiu" — que é falso e, pior, não confere com o papel que a pessoa tem na mão.
Modelos de certificado
O modelo guarda logotipo, assinatura e quem assina. Exatamente um é o padrão por vez — o sistema rebaixa o anterior quando você promove outro. Dois padrões fariam a identidade visual do certificado depender de qual linha a consulta leu primeiro, e ninguém descobriria até duas pessoas imprimirem o mesmo curso com papéis diferentes.
O primeiro modelo salvo vira padrão sozinho, para que nenhum certificado saia sem identidade visual nenhuma.
Diagramar o certificado visualmente ainda não existe. Todo modelo imprime no mesmo layout — criar um segundo troca a assinatura, não o desenho.
Histórico
Na tela do certificado há o histórico do documento — emitido quando, cassado por quem. Ele é a evidência por trás do número de série: quem apresenta o papel está pedindo para ser acreditado, e é esse histórico que responde a um questionamento. Na tela de certificados, clicar no nome de um modelo abre o histórico dele — quem trocou o signatário é uma pergunta sobre documentos que já estão na mão das pessoas.
Evidência de treinamento
Menu: Evidência de treinamento · Rota: /learning-evidence
Responde a uma pergunta só, e é a que uma auditoria faz: o que foi estudado neste período?
A tela sempre diz quantos registros examinou
Escolha De e Até e clique em Examinar. O aviso no topo do resultado traz o número de registros encontrados — inclusive quando é zero.
Isso não é enfeite. "Nada foi estudado" e "a consulta não rodou" são idênticos numa tabela vazia, e só um dos dois é um achado. Por isso o zero aqui vem escrito por extenso: examinei o período inteiro e não encontrei nenhum registro.
O que a tela mostra
- Pessoas que estudaram — quantas pessoas distintas fizeram alguma coisa no período.
- Horas registradas — ver a armadilha abaixo.
- Trilhas concluídas — quantas conclusões de trilha aconteceram.
- Por o que aconteceu e por de onde veio — a contagem por tipo de evento e por origem (registrado aqui, pacote SCORM, ferramenta externa, turma presencial).
- Trilhas concluídas no período, com quantas pessoas concluíram cada uma.
Os painéis NÃO ficam aqui
Taxa de conclusão, engajamento e horas são métricas do catálogo de indicadores da organização. Crie um indicador sobre elas e ganhe meta, histórico e farol, ao lado de todos os outros indicadores do órgão — inclusive compondo fórmula própria com métricas de outras áreas, que é como se monta um KPI personalizado.
Um segundo painel nesta tela seria um segundo lugar para o mesmo número discordar de si mesmo.
Armadilhas
Horas são o que foi REGISTRADO, não o tempo gasto. Um passo cujo reprodutor não informou duração contribui com nada em vez de uma estimativa — porque uma hora chutada fica indistinguível de uma hora medida assim que entra na coluna, e este número acaba numa defesa de orçamento. O que a tela mostra é um piso.
Conclusão de trilha é diferente de passo concluído. Alguém pode ter estudado bastante e não ter concluído trilha nenhuma: concluir uma trilha é terminar todos os passos obrigatórios dela.
Um período sem conclusão não é um período sem estudo. As duas contagens estão na tela lado a lado justamente por isso.
Quem aparece com nome
O relatório do período não nomeia ninguém, de propósito: o que uma pessoa estudou, quando e quanto tempo levou é comportamento individual.
Ver quem concluiu uma trilha é um clique a mais no nome da trilha — e exige a alçada do catálogo de treinamento, que é mais estreita que a alçada de ler o cadastro. Quem não a tem enxerga as contagens e lê, na própria tela, que os nomes foram omitidos e por quê.
Quanto tempo o registro dura
Todo evento de aprendizagem é guardado. Uma varredura noturna remove, depois de dois anos, apenas os eventos de início — que é onde está o volume, um por vídeo aberto. Conclusão, aprovação, reprovação e comparecimento nunca são removidos: é neles que está o valor de prova, e uma regra que apagasse por idade acabaria apagando justamente a evidência de que o treinamento obrigatório aconteceu.
Pontos, selos e ranking
Menu: Pontos e selos · Rota: /gamification — e a área do colaborador em Meus treinamentos (/my-trainings)
Trilha obrigatória se cumpre por dever. O que faz alguém fazer a trilha opcional é outra coisa: reconhecimento, progresso visível, um pouco de disputa saudável.
Nada pontua enquanto não houver regra
Essa é a primeira coisa a saber. Em O que vale quanto, diga quantos pontos vale concluir um passo e quantos vale concluir a trilha inteira. Enquanto a lista estiver vazia, a gamificação inteira está silenciosamente desligada — as pessoas concluem trilhas e não ganham nada.
Pontos precisam ser maiores que zero: regra que vale nada não faz nada e parece que faz.
Iniciar um passo não pontua, de propósito. Ponto por abrir vídeo premiaria clique, e o ranking classificaria quem clicou mais.
Selos
Um selo tem código, nome, uma condição (trilhas concluídas ou pontos acumulados) e um limite.
O código é a identidade, e não muda. Renomear o selo é seguro — quem já o tem continua tendo. Trocar o código o tiraria de todo mundo que o ganhou, porque é o código que fica gravado no que foi concedido.
Selo criado depois é concedido a quem já passou do limite. Ninguém precisa ganhar de novo.
O ranking — três estados, e o do meio é o motivo de não ser um liga-desliga
Configuração | O que a pessoa vê |
|---|---|
Não mostrar ranking | só os próprios pontos e selos; nenhuma comparação |
Só a minha posição (padrão) | a própria colocação e quantas pessoas estão na disputa, sem nome nenhum |
Ranking completo | a classificação com os colegas, em ordem |
Ranking expõe o desempenho individual de um servidor com nome. O que motiva alguns constrange outros. "Só a minha posição" atende o requisito com o mínimo disso, e é por isso que é o padrão — escolher o ranking completo é um ato deliberado, e a tela avisa o que ele mostra antes.
Desligar é imediato e completo. Não existe ranking guardado atrás da configuração: ele é calculado na hora em que alguém pede. Com ele desligado, o sistema recusa o ranking em vez de responder lista vazia — lista vazia se leria como "ninguém pontuou", o que é falso.
Em "só a minha posição", as outras pontuações não chegam ao navegador. Não estão escondidas na tela: o servidor não as envia. Esconder na tela ainda mandaria a pontuação de todo mundo em ordem, e quem lê uma resposta de rede recolocaria os nomes.
Conceder pontos é uma decisão separada de comparar
Conceder pontos e selos pode ser desligado sem apagar nada do que as pessoas já ganharam — útil enquanto as regras estão sendo reescritas.
Ponto não é nota de desempenho
Nada disto é lido pela avaliação de desempenho, de propósito. Um estímulo que vira critério deixa de ser estímulo e passa a ser uma medida que as pessoas otimizam.
O que o colaborador vê
Em Meus treinamentos, o bloco Meus pontos e selos mostra o total, os selos, a posição (quando a organização mostra) e o histórico de como chegou lá — cada linha dizendo por qual conquista os pontos vieram.
Layout do certificado
Menu: Certificados · Rota: /certificates — bloco Layout do certificado, do modelo escolhido na tabela
Escolha um modelo na tabela Modelos de certificado e o bloco de layout aparece abaixo.
Áreas fixas, não arrastar e soltar
Os elementos são colocados em áreas — cabeçalho, título, corpo e as três posições de rodapé —, e não posicionados livremente com o mouse.
Isso é uma escolha, não uma limitação de pressa: posicionamento livre exige uma prévia fiel, e a prévia fiel é a parte difícil. Dois desenhadores divergem, e a divergência só aparece num documento que já foi entregue a alguém — o analista aprovou uma prévia e o impresso saiu diferente, e ninguém sabe dizer desde quando. Com áreas fixas, a prévia é desenhada pelo mesmo código do servidor que imprime o certificado emitido. Ela não pode mentir.
Dois elementos não podem faltar
Nome de quem concluiu e nome do curso. Sem o primeiro o documento não identifica ninguém; sem o segundo não atesta nada. O sistema recusa o layout dizendo qual está faltando — um certificado que parece pronto e não prova nada é pior que um que não salvou.
Também é recusado o mesmo elemento duas vezes (sairia impresso duas vezes) e a linha livre sem texto.
O layout é salvo inteiro
"O nome está no certificado?" é uma pergunta sobre o layout, não sobre uma linha. Por isso ele é gravado de uma vez — salvar elemento por elemento deixaria uma janela em que um certificado poderia ser emitido sem nome.
Prévia com dados fictícios
A prévia usa Maria da Silva e um curso de exemplo. Nenhum certificado real de alguém é usado para experimentar um layout.
Sem layout, ainda sai documento
Um modelo sem layout imprime num formato simples com nome, curso e número de série. A alternativa seria página em branco para uma conclusão que de fato aconteceu.
Certificado cassado imprime a cassação na cara dele
Na tela do certificado, o bloco O certificado como ele é impresso mostra o documento. Se ele foi cassado, o motivo aparece no próprio documento — um cassado que imprimisse igual a um válido seria uma falsificação produzida pelo próprio sistema.
O mesmo curso em vários idiomas
Menu: Biblioteca de aprendizagem · Rota: /learning-contents/{id} — bloco Versões em outros idiomas
O sistema NÃO traduz
Ele mantém conectadas as versões que a sua organização produziu. Prometer tradução automática seria prometer qualidade sobre a qual ninguém tem controle, em material usado para certificar pessoas — e palavra errada em curso de segurança não é erro de digitação.
Vincular é decisão de uma pessoa
- Cadastre o material na outra língua, com o idioma declarado.
- Abra esse material e, em É versão de, escolha o material original.
- Vincular.
O vínculo nunca é adivinhado. Um vínculo errado faz um curso contar como outro no histórico de alguém — e o histórico é o que uma auditoria lê.
Desvincular existe e é importante: sem ele um vínculo errado seria permanente, e o único remédio seria apagar material para o qual o histórico de alguém aponta.
Recusas que você vai encontrar
Versão sem idioma declarado é recusada — sem idioma ela nunca poderia ser escolhida para ninguém, e ficaria no grupo parecendo cobertura que não existe.
Dois materiais no mesmo idioma dentro do mesmo grupo são recusados: a escolha passaria a depender de qual linha foi lida primeiro.
Quem não tem versão no idioma dele é AVISADO
Se alguém usa o sistema em espanhol e o curso só existe em português, recebe a versão padrão e é informado de que não há versão no idioma dele. Substituir em silêncio é como alguém assiste a um curso numa língua que não lê enquanto o sistema registra como feito.
Conclusão conta uma vez só
Concluir qualquer versão conta como concluir o curso. Um passo da trilha é um passo, qualquer que seja a versão assistida — ninguém precisa fazer o mesmo curso duas vezes para cumprir uma obrigação.
Plataforma de IA
Menu: Plataforma de IA · Rota: /ai-provider
Aqui a organização instala o token da plataforma de IA que contrata, escolhe o modelo e decide se o conteúdo pode sair.
O produto não faz inferência nenhuma
Ele monta a pergunta e o contexto da trilha e pergunta à sua plataforma. Qualidade, custo e tratamento de dados são daquela plataforma, sob o contrato que a sua organização tem com ela.
O token entra e nunca mais volta
Depois de instalado, o token nunca é exibido de novo — nem para quem o instalou. A tela mostra apenas os quatro últimos caracteres, que servem para reconhecer qual chave está instalada e não servem para mais nada.
Deixe o campo vazio para manter o token instalado. Como a tela nunca recebe a chave, ela não tem como devolvê-la; vazio significa "não mexa". Se significasse "apagar", toda edição do modelo desinstalaria a credencial em silêncio, e o assistente pararia de responder por um motivo que ninguém ligaria à edição.
Para remover de fato, use Remover o token — e note que isso também desliga o assistente, porque sem chave ele falharia na primeira pergunta.
O token é guardado cifrado, nunca aparece em log e nunca entra no snapshot da trilha de auditoria: o que a trilha guarda é quem mexeu, qual plataforma, qual modelo e os quatro caracteres visíveis.
A lista de modelos vem da plataforma, não do nosso código
Assim, um modelo novo aparece aqui sem versão nova do sistema — e um modelo aposentado some. Quando a lista não pode ser lida (sem token, sem rede, token recusado), a tela diz o motivo e deixa você digitar o identificador à mão. Uma combo vazia se leria como "esta plataforma não tem modelos", o que nunca é verdade.
O conteúdo saindo da organização é uma decisão, com nome
Quando alguém pergunta ao assistente, o material da trilha e a pergunta que a pessoa digitou são enviados para fora desta organização, para a plataforma de IA.
Isso precisa ser aceito por alguém, com nome, num controle próprio — separado do formulário que troca o modelo, para não ser algo que se concorda enquanto se faz outra coisa. O nome e a data ficam registrados e vão para a trilha de auditoria.
Enquanto não for aceito, nada é enviado e o assistente simplesmente se declara indisponível. A aceitação é o que abre a chamada, não um aviso ao lado dela. Ela pode ser retirada a qualquer momento.
Por que o assistente não está respondendo
O aviso no topo diz qual das condições falta, e não apenas que está indisponível:
Motivo | O que fazer |
|---|---|
nenhuma plataforma configurada | preencher e salvar |
nenhum token instalado | instalar o token |
nenhum modelo escolhido | escolher ou digitar o modelo |
o assistente está desligado | ligar em Assistente ligado |
ninguém aceitou que o conteúdo saia | aceitar, com nome, no bloco de privacidade |
Uma configuração de IA para o produto inteiro
Esta tela governa toda funcionalidade de IA do sistema, não só o assistente de treinamento. Até 2026-08-11 havia duas configurações que não se conheciam: a das despesas, num arquivo que o time de infraestrutura editava, e esta, que o cliente preenche. Dava para a organização contratar uma plataforma numa e ter a outra chamando outra — ou nenhuma.
Escolha a plataforma na combo: Anthropic (Claude), OpenAI ou Ollama (na rede da organização). A lista de modelos é lida da plataforma escolhida, com o token da própria organização — cada uma responde essa pergunta de um jeito, e o sistema sabe falar com as três.
O Ollama não pede token, e essa é a diferença que importa para quem tem exigência de dado não sair: ele roda na rede da própria organização, então nada trafega para fora. As outras duas são hospedadas, e por isso exigem o aceite nominal descrito acima.
Se a organização não preencher esta tela, o sistema ainda respeita o que estiver no arquivo de configuração da instalação — é o que mantém funcionando quem já tinha modelo ligado por lá. Assim que alguém preenche aqui, o que vale é esta tela.
O assistente
Menu: Meus treinamentos · Rota: /my-trainings — bloco Assistente
Escolha sobre qual trilha, digite a pergunta e clique em Perguntar. O assistente responde sobre aquela trilha e o que fazer nela em seguida — ele não é um chat de propósito geral dentro do sistema.
Indisponível diz o motivo, e a trilha continua servindo
Se a organização não contratou plataforma, não instalou o token, não escolheu o modelo, desligou o assistente ou não aceitou que o conteúdo saia, o bloco diz qual dessas coisas falta e aponta de volta para a trilha: "siga os passos em ordem, de onde você parou".
Isso é de propósito. Uma caixa que abre e não responde é pior que caixa nenhuma — a pessoa espera, tenta de novo e conclui que o sistema está quebrado.
O que sai da organização é dito em toda resposta
Vão para a plataforma de IA: o nome da trilha, quais passos ela tem e onde você está neles e a pergunta que você digitou. Isso aparece embaixo de cada resposta — não é um aviso mostrado uma vez no começo.
O que NÃO vai: o seu nome, o seu cargo e a sua avaliação de desempenho. O assistente responde "o que eu faço nesta trilha", e qualquer coisa além disso seria dado pessoal saindo sem finalidade.
Nada do que você perguntar fica guardado
Nem a pergunta nem a resposta são armazenadas. Um registro pesquisável do que cada pessoa não entendeu seria um problema de privacidade maior que a própria consulta.
O custo disso está dito: a organização não consegue reconstruir depois o que foi enviado. O que fica auditável é a configuração — quem instalou o token e quem aceitou que o conteúdo saia.
Só a sua trilha
Você só pode perguntar sobre matrícula sua. Uma matrícula de outra pessoa responde não encontrada — e não sem permissão, porque dizer "sem permissão" já confirmaria que ela existe.