Folha de pagamento (motor de cálculo CLT)
folha de pagamento (rubricas e o s 1010) pré requisitos cadastro trabalhista (contrato de trabalho) docid\ lxepsopck0cqjzlijwzj3 , porque a folha é calculada sobre vínculos ; e o bloco de estabelecimentos de cadastro fiscal próprio docid\ q zx6qk4pmfd09yrhmsve , porque a tabela de rubricas é declarada sob um declarante e o sistema confere se ele existe introdução rubrica é cada linha do contracheque salário base, hora extra a 50%, adicional noturno, adiantamento, desconto do plano de saúde, desconto do sindicato, vale transporte cada uma tem um nome que o empregado lê, um código pelo qual o governo a conhece, e um punhado de marcações que decidem em que contas ela entra essas marcações não são detalhe de preenchimento são elas que decidem o dinheiro se a rubrica entra na conta do inss, a empresa e o empregado recolhem sobre ela se entra na do imposto de renda, o empregado paga imposto sobre ela se entra na do fgts, a empresa deposita sobre ela uma rubrica cadastrada sem essas marcações não é uma rubrica incompleta — é uma rubrica que cala sobre a coisa mais cara que ela tem a dizer, e o silêncio vira recolhimento a menos, que aparece com multa e juros anos depois por isso o sistema não assume nada por omissão deixar uma incidência em branco é recusado, e deixar o teto remuneratório sem resposta também o segundo ponto é o que quase todo mundo erra na primeira vez as regras de uma rubrica mudam com o tempo, e a rubrica continua sendo a mesma quando o acordo coletivo eleva o adicional noturno a partir de 1º de junho, isso não cria uma rubrica nova — cria uma vigência nova da mesma rubrica a vigência anterior é encerrada na véspera e preservada , para que refazer a folha de maio continue lendo a regra de maio e folha se refaz o tempo todo pagamento retroativo, revisão de rescisão, perícia trabalhista há um detalhe de calendário que parece pedante e não é a regra de uma rubrica vale a partir de um mês de competência , não de um dia é assim que o governo pede e é assim que a folha funciona — não existe "esta rubrica passou a incidir no dia 17" por isso a data se informa como aaaa mm por fim, as rubricas ficam guardadas em tabelas de rubricas a empresa pode manter mais de uma, e o governo suporta isso de propósito o código de uma rubrica nunca se repete dentro de uma tabela, mas pode repetir entre tabelas — a rubrica 1001 de uma tabela não é a mesma 1001 da outra quem pode ver e quem pode alterar são duas autoridades diferentes, e a separação é intencional consultar rubricas — quem tem read payroll rubric hoje gerente de rh , contador e auditor é a autoridade de quem confere a classificação antes do primeiro fechamento e de quem, meses depois, pergunta com que regra determinada rubrica foi declarada cadastrar e alterar — quem tem manage payroll rubric hoje somente o gerente de rh alterar uma incidência muda quanto imposto é retido de todo mundo que a rubrica alcança quem não tem a autoridade de leitura recebe uma recusa explícita ao abrir a tela — e não uma lista vazia os dois são respostas opostas e nunca aparecem iguais a ordem em que o sistema cobra as coisas esta é a parte que ninguém descobre lendo tela por tela a folha recusa em cascata , e cada recusa aponta para um cadastro que deveria ter vindo antes a tabela abaixo é essa ordem, na sequência em que o operador esbarra nela vale ler antes de começar — economiza o dia em que alguém tenta fechar a competência e descobre que faltava algo lá atrás \# o que precisa existir o que acontece se faltar 1 estabelecimento da empresa o catálogo de rubricas e o roteiro mensal não são instalados veja o aviso logo abaixo — é a falha mais silenciosa desta seção 2 tabelas legais publicadas (inss e imposto de renda) o cálculo é recusado nomeando a tabela que falta os encargos da empresa são a exceção sem eles a folha roda, porque não chegam ao colaborador 3 roteiro de cálculo em vigor a folha inteira não abre — não é uma pessoa, é a competência 4 colaborador com vínculo sem vínculo não há a quem pagar 5 salário no contrato o painel de conferência do vínculo aponta a remuneração como faltando 6 jornada do vínculo necessária para o ponto vínculo com estabilidade exige motivo escrito para trocar 7 atribuição das rubricas — a quem cada verba se aplica a verba fica ausente do holerite não zerada ausente, que é diferente e mais difícil de notar 8 resultado do período — trabalhado, noturno, extra ausente não é zero sem lançamento, a linha é recusada e trava o fechamento ; com zero declarado, paga zero esta distinção é a que mais gera chamado 9 credor e categoria financeira por rubrica , e a categoria do líquido o lote de pagamento fecha com os totais certos e zero títulos a categoria do líquido é perguntada na abertura da folha, não no fechamento 10 a pessoa também cadastrada como parceiro o título sai sem destinatário o caso do item 1, dito por extenso porque ele não avisa o catálogo inicial de rubricas clt e o roteiro mensal são instalados por uma migração que exige um estabelecimento cadastrado só que o estabelecimento nasce quando alguém cadastra a empresa — depois da migração ter passado quando isso acontece, a instalação é descartada em definitivo e o ambiente fica sem roteiro de cálculo ninguém consegue abrir uma folha, e nada na tela explica por quê se você recebeu um ambiente novo e a lista de roteiros está vazia, é isto fale com quem instalou antes de cadastrar qualquer coisa por cima as armadilhas que valem saber antes rubrica com fórmula pede quantidade, não valor informar o valor devolve erro de campo a fórmula é que transforma quantidade em dinheiro — é o motivo de ela existir o desconto de adiantamento salarial saiu dessa lista em 2026 08 13 ele nascia desligado pela mesma razão aparente, mas o dado dele não falta o valor chega pronto do financeiro , pela recuperação de adiantamento, e é justamente por isso que essa rubrica nunca teve fórmula na prática, cada ambiente novo exigia dois atos manuais — ligar a rubrica e declarar a vigência — antes que um único adiantamento pudesse ser descontado; e quem ligasse só a rubrica esbarrava numa segunda recusa, que rejeita a pessoa inteira na folha em vez da linha agora ela já vem ligada e com vigência rubrica desligada recusa o lançamento várias nascem assim de propósito — hora extra, adicional noturno, dsr, desconto de faltas e salário família o motivo é sempre o mesmo falta o dado de entrada que a fórmula delas exige, e ligar a rubrica sem esse dado troca a recusa por um valor errado ative depois de ter o que ela precisa termo de estágio exige um parceiro com o papel de instituição de ensino — não serve qualquer parceiro e carga horária acima do teto da etapa é recusada citando os dois números quem administra pessoal normalmente não cadastra parceiro se o cadastro do estágio depende de uma instituição que ainda não existe, o operador vai precisar de alguém do cadastro — vale combinar antes, não no meio jornada com vigência aberta cobre tudo depois dela declarar outra em data posterior é recusado por sobreposição feche a anterior primeiro a ordem judicial se declara inteira — processo, vara e beneficiário — ou nenhum dos três o nome do termo na fórmula importa, e a grafia é literal um termo escrito com acento onde o catálogo não tem acento é hoje recusado nomeando o termo antes disso, a fórmula pagava zero em silêncio , com o holerite fechando — é a razão de a recusa existir passo a passo as capturas desta seção ainda não foram feitas os pontos em que entram estão marcados no texto com o nome do arquivo previsto em docs/manual/img/ as imagens entram quando a tela for dirigida numa sessão de captura, conforme convencoes captura md — até lá esta seção é texto criar a tabela de rubricas antes de cadastrar a primeira rubrica é preciso ter onde guardá la abra "tabelas de rubricas" (/payroll rubric tables) no menu lateral, em recursos humanos → tabelas de rubricas no cartão nova tabela de rubricas , preencha identificador da tabela — é o idetabrubr que vai no evento aceita texto, no máximo 8 caracteres nome — como a tabela aparece nesta tela não é transmitido declarante — empresa (cnpj raiz) ou estabelecimento (cnpj completo) identificador do declarante — o identificador do estabelecimento ou da empresa sob a qual a tabela é declarada o declarante é conferido o sistema procura o identificador no cadastro que o tipo escolhido nomeia estabelecimento entre os estabelecimentos, empresa entre as empresas uma tabela pendurada num cnpj que a organização não tem produz a mesma rejeição do governo, sem nada na tela que dê pista o identificador 1 é recusado — e o 01 também ele é reservado à tabela de rubricas padrão do esocial , cujas rubricas o empregador não declara uma tabela criada sob ele parece perfeitamente normal nesta tela e é rejeitada pelo governo na primeira transmissão , semanas depois de alguém tê la preenchido de rubricas clique em salvar uma tabela que sai de uso é desativada pelo botão desativar na linha dela não há remoção rubricas já declaradas sob aquele identificador precisam continuar explicáveis cadastrar uma rubrica abra "rubricas de folha" (/payroll rubrics) no menu lateral, em recursos humanos → rubricas de folha no cartão nova rubrica de folha , preencha primeiro a identidade da rubrica tabela de rubricas — em qual lista ela entra código da rubrica — o codrubr, até 30 caracteres único dentro daquela tabela descrição no contracheque — o que o empregado lê tipo — provento , desconto , informativa ou encargo do empregador este é o eixo interno decide onde a linha aparece no contracheque e como entra nos totais em seguida, a primeira vigência — ela é cadastrada junto com a rubrica, e não depois vigente a partir de (competência) — no formato aaaa mm natureza do esocial (natrubr) — escolhida do dicionário oficial (tabela 03), que o sistema já traz carregado tipo no esocial (tprubr) — vencimento , desconto , informativa ou informativa dedutora incidência de contribuição previdenciária (codinccp) e de fgts (codincfgts) — escolhidas de uma lista fechada , cada código com o agrupamento oficial ao lado repare no 31 de 31 a 35 a linha não é base — é a contribuição descontada do segurado a regra intuitiva "qualquer coisa diferente de 00 compõe a base" transformaria o inss retido em base de inss, para todo mundo da folha o rótulo nomeia o grupo que a tabela oficial publica, não cada código individualmente incidência de irrf (codincirrf) — continua texto livre , e não é esquecimento a tabela 21 tem 87 códigos misturando base, retenção, dedução e isenção no mesmo campo, é publicada por faixas (nem todo número da faixa existe) e é a única das três com vigência — 15 códigos estão extintos desde 30/06/2021 , inclusive 0 e 1 uma lista fechada montada das faixas recusaria códigos válidos; uma que ignorasse a vigência ofereceria códigos mortos incidência de pis/pasep (codincpispasep) — só se aplica a declarante cujo s 1000 afirma isso; deixe em branco caso contrário compõe o teto remuneratório (art 37, xi) — sim ou não nasce em sem resposta , e salvar assim é recusado casas decimais e modo de arredondamento — por rubrica, porque instrumentos diferentes mandam arredondar de formas diferentes se a incidência começa com 9, o processo passa a ser obrigatório a família 9x de qualquer tabela de incidência significa suspensa por decisão judicial ao digitar um código assim, aparece o campo do processo correspondente, e salvar sem preenchê lo é recusado suspender a cobrança sem dizer por decisão de quem deixa o empregador sem defesa tprubr é declarado, nunca deduzido da natureza o esocial publica uma única amarração entre os dois campos, e nenhum mapeamento geral se o sistema escolhesse o tipo a partir da natureza, ele transmitiria um valor que ninguém decidiu por que a vigência vem junto uma rubrica sem vigência é uma rubrica sem natureza e sem incidências se fosse possível salvá la assim e classificá la depois, toda competência calculada nesse intervalo teria de ser refeita — o que não é uma correção de cadastro, é passivo clique em salvar alterar a regra de uma rubrica rubrica não se edita quando a regra muda declara se de novo na relação, clique no lápis da rubrica abre a tela de detalhe (/payroll rubrics), com o cartão vigências por competência listando, da mais recente para a mais antiga, o intervalo de competências, a natureza, o tprubr, as três incidências, o teto e o arredondamento de cada uma no cartão declarar a partir de nova competência , informe a competência em que a regra nova passa a valer e preencha os mesmos campos da primeira vigência clique em declarar competência com folha já fechada é recusada se já existe folha lançada para aquele mês, alterar o que a rubrica declarou nela faria o que foi transmitido e o que está no sistema divergirem em silêncio o caminho é a retificação (s 1298), não a edição a competência nova tem de ser posterior à da vigência em curso igual ou anterior é recusado, e a mensagem diz desde quando a vigência atual vale — se a nova começasse no mesmo mês, não sobraria mês nenhum para encerrar a anterior, e as duas responderiam pela mesma competência o sistema encerra a vigência em curso na véspera da competência informada e abre a nova nada é sobrescrito a linha antiga continua na tabela e continua respondendo pelos meses que cobria para ver quem mudou o quê e quando, abra o cartão de histórico no rodapé da tela de detalhe ele mostra a alteração campo a campo — o valor anterior e o novo — com a data e o autor descobrir o que a rubrica declarava em um mês quando a rubrica já tem quatro ou cinco vigências, responder "qual delas valia em março de 2026?" lendo a tabela é um exercício que se erra na direção que mais custa pega se a regra atual para uma competência velha, e o recálculo passa a discordar do holerite que foi emitido no rodapé do cartão vigências por competência há o bloco "o que esta rubrica declarava em uma competência?" informe o mês no formato aaaa mm e clique em consultar a resposta traz a vigência que cobre aquele mês — o intervalo, o tprubr e as três incidências competência anterior à primeira declaração é recusada, não respondida com a linha mais antiga se a rubrica só passou a valer em 2026 01, perguntar por 2025 11 devolve uma recusa devolver a vigência mais próxima seria afirmar uma regra que não existia naquele mês — que é justamente o erro que este bloco existe para evitar tirar uma rubrica de uso use o botão desativar no topo da tela de detalhe a rubrica deixa de ser oferecida em lançamentos e cálculos novos, e continua legível nas competências em que foi usada não há remoção , e a ausência do botão é a proteção uma rubrica usada num cálculo não pode sumir bases de cálculo — os acumuladores abra "bases de cálculo" (/payroll calculation bases) no menu lateral, em recursos humanos → bases de cálculo a base do inss não é um campo em lugar nenhum ela é a soma das verbas que incidem sobre inss, menos as que a reduzem — ou seja, um acumulador por isso a pergunta "esta verba entra nesta base?" é respondida no cadastro de cada verba, e não no meio de uma conta esta tela é onde se vê quais acumuladores existem o sistema já traz oito inss, irrf, fgts, thirteenth inss, thirteenth irrf, union dues, severance e net pay uma fórmula depois lê uma delas escrevendo {base inss}, já apurada cadastrar uma base própria preencha código , nome e em vigor a partir de (competência aaaa mm) e clique em salvar a base passa a poder ser usada nas fórmulas e a receber a declaração de participação das verbas as oito bases do sistema aparecem na lista e não podem ser alteradas nem desativadas elas ficam visíveis de propósito escondê las faria o cadastro parecer vazio e levaria alguém a criar um segundo inss — e duas bases com o mesmo significado dobram uma linha do holerite em silêncio a coluna origem distingue as duas base é versionada por competência, não por data norma que muda em julho é uma versão nova a partir de 2026 07, e a anterior é encerrada em junho automaticamente recalcular um mês anterior continua lendo o que valia lá corrigir uma base clique no lápis na linha o formulário do topo se preenche com a base e o título muda para editar corrija o nome e clique em salvar alterações código e competência ficam bloqueados na correção, de propósito mudar a competência de uma versão que já tem sucessora deixaria a cadeia de vigências inconsistente — e o sistema aceitaria sem reclamar enquanto isso não for tratado no servidor, o caminho para trocar a competência é declarar uma versão nova , que é o que a nota acima descreve em base do sistema o lápis aparece, mas ao salvar o servidor recusa e a tela mostra a frase dele, nomeando qual base é melhor assim do que uma linha sem ação nenhuma, que não explica nada tirar uma base de uso use desativar na linha não há remoção a composição de toda competência já fechada aponta para a base, e apagá la moveria valor num mês que ninguém tocou fórmulas — a conta de cada verba abra "fórmulas da folha" (/payroll formulas) no menu lateral, em recursos humanos → fórmulas da folha aqui o analista escreve a conta de uma verba usando os termos que o sistema oferece — e nada além deles é de propósito menos livre que uma linguagem de programação uma conta que pode tudo pode também travar o fechamento de setecentos holerites, ou ler dado que quem a escreveu não deveria ver escreva o termo entre chaves {salary base} / {days in competence} {worked days} o campo cresce conforme a conta cresce — uma fórmula de uma dúzia de termos fica inteira na tela, em vez de correr para o lado e esconder o próprio começo achar o termo sem decorar o nome há dois caminhos, e o primeiro é o mais rápido digite { no campo da expressão a lista aparece ali mesmo, filtrando enquanto você digita — e filtra tanto pelo código quanto pelo nome em português, então {noturn já acha {night minutes} use as setas para escolher e enter para inserir; esc desiste o termo entra completo, no lugar do que você tinha começado a digitar ou clique no painel de termos , que flutua sobre a tela e você arrasta pelo cabeçalho para onde não atrapalhe ele vem agrupado por espécie — dinheiro, tempo, contagens, percentuais — com um filtro no topo, e o termo entra onde o cursor está , não no fim quem estava no meio de um parêntese continua dentro dele o painel guarda onde você o deixou fechou? o botão termos que você pode usar , ao lado do título do cartão, traz de volta sem mouse dê tab até o cabeçalho do painel — as setas movem, shift+seta move mais rápido e esc fecha o vocabulário vem do próprio sistema , então nunca diverge do que o cálculo de fato conhece o que vai na fórmula é o código entre chaves ; o nome ao lado é só como a tela lê para você, e é por isso que ele não é traduzido dentro da expressão — uma fórmula escrita em um idioma precisa continuar legível em outro enquanto você escreve, a tela confere três coisas — e só essas três em vermelho palavra que não existe no vocabulário (dizendo qual), chave aberta e não fechada, e dois termos colados sem operador entre eles ({a} {b}), que o servidor recusa em âmbar termo que ainda não tem quem o produza — veja o aviso abaixo em cinza, e só quando não há nada em vermelho, quantos termos foram reconhecidos ela não julga a conta quem decide se a expressão faz sentido é o servidor, ao salvar uma tela que desse o próprio veredito acabaria escondendo o dele publicar uma fórmula preencha código , nome , a expressão , o que ela produz e a competência inicial ao salvar, o sistema confere que cada palavra usada existe no vocabulário e que a conta faz sentido como expressão se você escrever um termo errado, a recusa diz qual palavra não existe não é "fórmula inválida" — essa mensagem mandaria você reler a própria conta caractere a caractere, no meio de um fechamento a armadilha mais cara, e é a razão desta tela existir termo sem valor não é zero um desconto cuja base não chegou descontaria nada, a empresa absorve a diferença, e ninguém abre chamado por desconto que não veio o sistema recusa a linha e nomeia o termo que faltou termo marcado "sem produtor" é aceito na publicação e recusa a linha todo mês são quatro dos dezessete termos existem na lista, a fórmula que os usa é publicada sem uma reclamação, e aí a linha do holerite é recusada em toda competência, porque nada nesta versão do sistema preenche o valor deles três vêm do ponto — {worked minutes}, {night minutes}, {overtime minutes} — que ainda está por construir; o quarto é {salary unit amount} eles continuam na lista de propósito, para quem escreve a fórmula hoje deixar a conta pronta, mas a tela avisa em âmbar , tanto no painel de termos quanto abaixo da expressão termo marcado "depende de acordo" ou "depende de tabela" é outra coisa — e essa você resolve ele responde assim que o cadastro existir ligue o vínculo a um sindicato com acordo vigente ({hourly rate}, {monthly base minutes}, {vacation bonus percent}) ou publique a tabela legal da competência ({minimum wage}) sem o cadastro, a linha é recusada nomeando o termo — o sistema não chuta um divisor de 220 horas nem um terço constitucional, porque o divisor difere por sindicato e chutar seria pagar errado com cara de acerto a marca é cinza, e não âmbar, porque aqui há o que fazer os que respondem sempre {salary base}, {days in competence}, {daily rate} (o salário dividido por trinta, que é o mês do mensalista na clt — não pela quantidade de dias do mês), {worked days}, {absence days}, {dependent count irrf}, {dependent count family allowance}, {night premium percent} (o acordo, ou os 20% do art 73 quando não há acordo) e {thirteenth twelfths} marque "elegibilidade" só em fórmula que produz uma condição uma que devolve valor leria qualquer número diferente de zero como "sim", e a regra nunca excluiria ninguém o sistema recusa a combinação mudar a conta quando o acordo muda não edite a fórmula publicada declare uma versão nova com a competência em que a regra nova passa a valer — a anterior é encerrada no mês de véspera e continua respondendo pelos meses em que valeu correção de erro de digitação, aí sim, é edição da versão publicada para corrigir a digitação clique no lápis na linha da fórmula o formulário do topo se preenche e o título passa a editar , mostrando ao lado o código e a competência como o registro ainda os guarda corrija a expressão e clique em salvar alterações ; cancelar desiste sem gravar se a expressão citar um termo que o sistema não conhece, a recusa vem do servidor e nomeia o termo código e competência ficam bloqueados na correção trocar a competência de uma versão que já tem sucessora deixaria a cadeia de vigências inconsistente, e hoje o servidor aceitaria isso sem reclamar para mudar quando a fórmula passa a valer, o caminho é a versão nova descrita acima roteiros de cálculo — a ordem abra "roteiros de cálculo" (/payroll routines) no menu lateral, em recursos humanos → roteiros de cálculo um roteiro é a lista de passos que a folha executa, em sequência calcule estas verbas, acumule aquela base, aplique a tabela do irrf, feche o holerite a ordem não é apresentação — ela decide os números montar os passos de um roteiro clique no ícone passos na linha do roteiro o painel abre com os passos na ordem em que rodam, em leitura para mexer, clique em "editar os passos" — o botão só aparece para quem tem a autorização manter roteiros de cálculo em modo de edição cada passo mostra campo quando aparece o que o passo faz sempre — calcular uma verba, acumular uma base, aplicar tabela oficial ou fechar o holerite verba ao calcular uma verba; e também ao aplicar tabela oficial, para dizer em qual verba o resultado é lançado base de cálculo ao acumular uma base tabela oficial ao aplicar tabela oficial (inss, irrf, salário família…) condição sempre, e é opcional — a fórmula que decide se o passo roda os botões da linha sobem , descem e removem o passo; o de baixo acrescenta um passo novo ao fim nada é gravado enquanto você não clicar em "salvar a ordem" — e "descartar alterações" devolve tudo ao que estava salvar envia o conjunto inteiro, não uma linha é a ordem que o sistema confere, e conferir uma linha de cada vez deixaria o roteiro, por um instante, numa ordem que ninguém checou um roteiro sem passo nenhum não calcula nada ele fica registrado e a folha daquele tipo não fecha a tela avisa antes de salvar por que o sistema recusa uma ordem um passo que lê uma base antes do passo que a acumula não falha ele produz zero — e zero numa base se lê como "essa pessoa não teve esse provento" a folha fecha, os holerites saem, e o recolhimento a menos aparece na conciliação anual, quando já ninguém sabe em que competência começou por isso o sistema monta o grafo de dependência entre os passos e recusa ao salvar , não ao fechar a recusa diz qual passo lê o quê e qual passo só acumula depois — ou que ninguém acumula aquela base, que é outro erro com outro conserto só passo de acumulação pode nomear uma base de cálculo qualquer outro que carregue uma é recusado, e essa exclusividade não é burocracia é o que permite ao sistema enxergar as duas pontas de toda dependência base alcançada por outro caminho seria dependência que nada vê o passo de tabela oficial também lê uma base — a que a própria tabela taxa o inss incide sobre a base do inss, o irrf sobre a base do irrf isso é característica do tributo, não escolha de quem monta o roteiro, e por isso não há campo para informá la a conferência de ordem leva esse passo em conta desde 2026 08 09; até então ela só enxergava o que uma fórmula de condição lesse, e aceitava a tabela do inss aplicada antes da acumulação da base dele quem já tivesse salvado um roteiro assim não pagava errado — o cálculo recusava pessoa a pessoa, dizendo que a base não foi acumulada —, mas descobria tarde passo com condição precisa de fórmula que produza condição uma que devolve valor leria qualquer número diferente de zero como "sim", e o passo nunca seria pulado numeração dos passos use números espaçados — 10, 20, 30 inserir um passo entre dois outros não deve renumerar o resto, porque renumerar reescreve linhas que um auditor pode ter citado declarar o que uma verba compõe na tela de detalhe da rubrica, o cartão o que esta verba compõe lista todas as bases em vigor naquela competência para cada uma, escolha soma , subtrai ou não entra , e clique em salvar "não entra" é uma resposta e fica gravado "esta verba não entra na base do fgts" e "ninguém disse ainda se entra" são fatos diferentes, e só o primeiro é resposta é por isso que a lista mostra todas as bases, e não apenas as já declaradas o contador que assina a composição antes do primeiro fechamento precisa enxergar a diferença isto não substitui os códigos de incidência do esocial , e as duas coisas convivem de propósito os códigos de incidência são o que se declara ao fisco ; este cartão é o que o sistema calcula é legítimo — e comum — uma verba ter código de incidência de inss e papel "não entra" numa base interna o papel pende da vigência da rubrica, não da rubrica uma verba pode entrar na base do fgts até certa data e sair depois é mudança de norma, não rubrica nova pendurar na rubrica faria a mudança reescrever o passado dizer a quem o desconto é repassado na tela de detalhe da rubrica, o cartão quem recebe esse dinheiro, e quando responde a outra metade da pergunta o holerite desconta, e alguém tem de receber o inss retido vai à previdência, o imposto de renda à receita, a contribuição sindical ao sindicato, e o fgts e o patronal são recolhidos pela empresa preencha três campos e clique em salvar campo o que informar pago a o parceiro que recebe comece a digitar o nome ou o documento vence no dia o dia do mês seguinte à competência em branco, vale a data de pagamento da própria folha categoria de despesa a linha do plano de contas em que a obrigação entra no financeiro o fechamento da folha recusa enquanto isto estiver em branco , nomeando a rubrica e o valor não é rigor de cadastro o dinheiro já saiu do bolso do colaborador, e emitir o lote sem a obrigação de repassá lo deixaria dinheiro de terceiro dentro da entidade com todos os totais batendo — ninguém perceberia até a guia vencer cada ausência tem a sua frase, e vale ler qual apareceu falta o credor, falta a categoria da rubrica, falta a categoria do líquido (que se informa na abertura da folha, não aqui) e falta a pessoa estar cadastrada como parceiro são quatro consertos em três telas diferentes as frases saem uma de cada vez, na ordem do conserto mais próximo resolva a que apareceu e feche de novo o dia 31 é aparado, não recusado quem declara 31 está dizendo "o último dia"; em abril o vencimento sai no dia 30 recusar faria onze meses funcionarem e um falhar a pensão alimentícia é a exceção, e ela se declara na pessoa o beneficiário é nomeado na ordem judicial e é diferente para cada empregado, então a declaração feita no cartão a quem esta verba se aplica (logo abaixo) vence o que estiver aqui duas ordens sobre a mesma rubrica geram dois repasses, cada um no nome do seu beneficiário — nunca um só somado declarar a quem uma verba se aplica na tela de detalhe da rubrica, o cartão a quem esta verba se aplica responde a pergunta que o holerite faz esta pessoa recebe isto? escolha o degrau em aplica se a , informe qual , opcionalmente um valor fixo , a competência em em vigor a partir de , e clique em declarar a folha sobe os degraus do mais estreito para o mais largo e para no primeiro que responde degrau alcança uso típico uma pessoa só aquele empregado acordo individual, decisão judicial um cargo quem ocupa o cargo adicional de função um setor quem está lotado ali insalubridade de uma área um sindicato a categoria piso ou reajuste de convenção toda a empresa todos vale refeição, salário base só o degrau mais largo dispensa o alvo uma declaração de cargo sem dizer qual cargo ficaria cadastrada, apareceria na lista e não alcançaria ninguém — a tela mostraria a verba configurada e quarenta pessoas não a receberiam por isso o sistema recusa e o inverso também a declaração para toda a empresa não leva alvo, porque levando um ela nunca seria encontrada a verba que ninguém declarou fica ausente do holerite, e não zerada uma linha "r$ 0,00" é uma pergunta que o empregado leva ao rh, não uma resposta se uma verba não sai para ninguém, comece conferindo se ela tem alguma declaração aqui quando o desconto vem de uma decisão judicial abaixo dos campos comuns há um bloco separado com número do processo , vara e beneficiário ele é só para desconto que um juiz mandou fazer — pensão alimentícia, retenção judicial a maioria das verbas não passa por ali, e deixar os três em branco é o normal preencha os três ou nenhum o sistema recusa meia ordem, e cada metade que falta quebra o processo num lugar diferente falta o que acontece se fosse aceito o beneficiário o desconto sai todo mês e o repasse não tem a quem ir o lote que paga a folha recusa a linha por falta de destinatário — semanas depois, longe de quem cadastrou o servidor recebe a menos e quem deveria receber a pensão não recebe nada o processo o desconto acontece e ninguém consegue provar por quê numa fiscalização, desconto sem a ordem que o autoriza é valor a devolver ao empregado (clt art 462) a vara o processo não pode ser localizado os números se repetem entre jurisdições, e é o par processo + vara que identifica a ordem o beneficiário precisa estar cadastrado como parceiro , porque é para ele que o título de repasse será emitido um beneficiário que não é parceiro geraria um pagamento endereçado a ninguém — e o sistema avisa na hora do cadastro, não na hora de pagar a ordem se declara na pessoa o beneficiário é nomeado no ofício e muda a cada empregado, então a declaração de pensão é sempre no degrau "uma pessoa" — nunca no cargo ou na empresa o degrau que respondeu fica gravado na linha calculada refazer a competência do ano passado depois que a pessoa mudou de setor responderia outro degrau sem o carimbo ninguém saberia qual dos dois foi pago é o que sustenta uma resposta a reclamação trabalhista mais de uma lotação principal vigente faz a folha recusar não é rigidez o valor passaria a depender de qual linha o banco devolvesse primeiro, e nada registraria a escolha encerre a lotação sobreposta no cadastro trabalhista e rode de novo calcular a folha de um mês em folha de pagamento → cálculo da folha , clique em abrir uma folha , informe o estabelecimento, a competência , a data de pagamento , em líquido entra em a categoria de despesa dos salários, e o tipo de folha; clique em abrir depois, na linha da folha, clique em calcular por que o líquido tem uma categoria própria, informada aqui cada desconto leva a sua, declarada na rubrica; o líquido não tem rubrica a quem perguntar — é o que sobra dos proventos depois dos descontos ele é perguntado na abertura e não no fechamento de propósito no fechamento você está conferindo, não configurando, e descobrir ali que falta uma linha do plano de contas é o pior momento do processo, com a folha já calculada e todo mundo esperando refazer o cálculo ( recalcular ) leva a categoria adiante — você não a informa duas vezes a data de pagamento não é detalhe administrativo é ela que decide qual tabela de imposto de renda se aplica uma folha de janeiro paga em fevereiro é retida pela tabela de fevereiro , enquanto a contribuição previdenciária dela usa a de janeiro — e nas férias o pagamento é antes do gozo começar competência e data de pagamento são dois campos porque são dois fatos o comando volta na hora; o cálculo continua a coluna andamento mostra quantas pessoas já foram processadas você pode sair da tela e voltar o que a tela deixa fazer, e por quê ao abrir uma folha, o painel começa por uma faixa que diz em que estado ela está , oferece a única ação que faz sentido agora e mostra a ação recusada desabilitada, com o motivo escrito ao lado uma folha calculada oferece fechar e enviar ao financeiro ; uma folha de teste oferece recalcular e mostra o fechar recusado, porque folha de teste nunca fecha; uma versão que já foi superada por outra mais nova não oferece nem uma coisa nem outra a faixa não adivinha tudo — e é de propósito quatro recusas do fechamento dependem de fatos que a tela não enxerga a competência já encerrada, a remessa bancária já emitida, os totais que não fecham e uma folha irmã do mesmo bolo calculada e não fechada nesses casos o botão é oferecido, o servidor recusa pelo nome e a tela mostra a frase dele uma faixa que chutasse essas quatro às vezes proibiria o que o servidor permite — e com uma tela não se discute quem calcula não é necessariamente quem fecha se o fechamento não estiver na sua alçada, a faixa diz isso em vez de oferecer um botão que responderia "acesso negado" no clique a folha de férias férias não se pagam junto com o salário do mês, e não é preferência a lei manda pagar tudo de uma vez até dois dias antes de o descanso começar, e o imposto de renda das férias é apurado à parte do salário são duas folhas no mesmo mês conceda as férias no cadastro da pessoa, abra uma folha do tipo férias para o mês em que as férias começam e calcule o recibo traz as parcelas separadas linha o que é quando aparece férias o valor dos dias tirados sempre terço constitucional de férias um terço das férias sempre férias em dobro (clt art 137) a segunda cópia dos dias fora do prazo só quando o prazo passou abono pecuniário de férias os dias vendidos em vez de descansados só quando houve venda terço sobre o abono pecuniário um terço do abono só quando houve venda adiantamento de férias o valor adiantado, digitado por você só quando lançado à mão o mês que paga é o mês que começa trinta dias iniciando em 25 de janeiro são pagos inteiros na folha de janeiro — não vinte e três dias em janeiro e sete em fevereiro se você abrir a folha de férias do mês seguinte, ninguém terá férias começando ali e o sistema recusa pelo nome é a mesma regra que faz o fracionamento funcionar cada pedaço entra na folha do mês em que ele começa o terço é um terço das férias, não do salário quem tira quinze dias recebe metade do terço de quem tira trinta um sistema que calculasse sobre o salário pagaria o mesmo terço aos dois — e o recibo fecharia igual, que é o que torna esse erro difícil de enxergar a dobra inclui o terço o que a lei manda dobrar é a remuneração das férias, e a remuneração tem o terço dentro (súmula 81 do tst) por isso a linha da dobra é maior que a das férias daqueles dias, e não igual a ela quem não tem férias no mês é recusado pelo nome, não pago com zero uma linha de "r$ 0,00" de férias é uma pergunta que o colaborador leva ao rh e se ninguém do estabelecimento tem férias começando naquele mês, a folha inteira falha — o desfecho certo para uma folha de férias sem ninguém de férias vender dias é uma escolha da concessão, não uma linha à parte ao conceder as férias você informa quantos dias a pessoa vendeu; o sistema paga esses dias pela mesma base dos dias descansados — médias incluídas — e acrescenta o terço sobre eles quem não vendeu nada não vê linha nenhuma de abono no recibo o teto da venda é um terço do que a pessoa tem direito, e nem sempre são dez dias quem faltou demais tem direito a 24, 18 ou 12 dias (é a escala do art 130), e aí o teto é 8, 6 ou 4 o sistema recusa acima disso pelo nome e os dias vendidos descontam do mesmo saldo dos descansados quem tem 30 dias e vende 10 pode descansar 20, não 30 o adiantamento de férias é digitado, não calculado ele é um valor negociado, e nenhuma fórmula sabe qual é lance o à mão na folha de férias e ele entra no recibo enquanto ninguém lançar, a linha simplesmente não existe ele não segue a regra do adiantamento do 13º o adiantamento do décimo terceiro não sofre desconto na hora — a lei manda cobrar tudo na segunda parcela não existe regra igual para férias adiantar férias antecipa o dinheiro , não a cobrança por isso o adiantamento de férias entra normalmente nas bases de inss, irrf e fgts o que o fechamento deixa no financeiro fechar não é só mudar o estado da folha é criar as contas a pagar o sistema separa o que foi apurado em três destinos e gera um título para cada um destino quantos títulos vencimento líquido de cada pessoa um por colaborador, nunca somados a data de pagamento da folha o que foi retido (inss, irrf, sindical, pensão) um por rubrica e por credor o dia declarado do mês seguinte o que a empresa deve (patronal, rat, fgts, terceiros) um por rubrica o dia declarado do mês seguinte o líquido nunca é consolidado em um título só , e isso não é preferência um título somado não carrega a conta bancária de cada pessoa, e é dela que a remessa bancária é feita um pagamento único ao "pessoal" não vira arquivo de crédito em conta inss e imposto de renda vão ao mesmo órgão em títulos separados são guias diferentes, e um título cobrindo as duas não concilia com nenhuma quando o extrato voltar se algo estiver sem destino, o fechamento recusa e nada é criado — nem os títulos que estavam completos o lote e as obrigações nascem juntos, na mesma operação ou os dois existem, ou nenhum não há meio fechamento para desfazer à mão quem não pôde ser calculado se alguém não pôde ser calculado, a folha abre uma lista não calculados com o motivo de cada um — falta o salário, falta a tabela do mês, falta um ingrediente da conta resolva essa lista antes de fechar uma folha que termina com 699 de 700 e não diz nada é pior que uma folha que não fecha a pessoa que faltou descobre no dia do pagamento é por isso que a lista é uma tela e não uma nota de rodapé ninguém calculado ⇒ a folha fica em falhou , e não em "calculada" concluída sobre resultado vazio se lê como sucesso em toda tela que a mostra de onde saiu cada número clique em qualquer linha do holerite e a folha abre a memória cada ingrediente com o valor que contribuiu e de onde veio — o salário do vínculo, a base acumulada nesta folha, a faixa da tabela oficial e qual versão dela pagou isso é obrigação, não conforto a jurisprudência trabalhista anula pagamento feito "englobado", sem discriminação do que o compõe a memória é o que torna o número contestável por alguém que não estava lá quando ele foi calculado — o perito, o contador, o próprio empregado a linha aponta para a vigência da rubrica, não para a rubrica se a regra mudar por norma no ano que vem, a linha do ano passado continua explicada pelas regras sob as quais foi calculada cada ingrediente sai como o que ele é dinheiro com cifrão e centavos, alíquota em porcentagem, contagem como número inteiro quem lê a memória não precisa saber de que espécie é cada termo para entender a linha — descobrir isso é justamente o que a memória existe para poupar o imposto de renda a tabela e a redução a linha do imposto de renda tem duas etapas, e a memória mostra as duas separadas de propósito legal table é o que a tabela progressiva produziu sobre a base tributável quem confere pode caminhar as faixas da tabela publicada e tem de chegar exatamente neste número tax reduction é a redução do imposto que a lei nº 15 270/2025 (art 3º a da lei nº 9 250/1995) criou a partir de janeiro de 2026 ela é subtraída do imposto apurado e não pode passar dele — o desconto pode chegar a zero, nunca a valor negativo o que é retido é a diferença para quem ganha até cinco mil reais no mês a redução costuma zerar o imposto, e é por isso que legal table maior que zero com o desconto em r$ 0,00 está certo — não é erro de cálculo, é a lei a redução lê o rendimento bruto do mês, não a base de cálculo o ingrediente taxable income mostra qual rendimento foi lido duas pessoas com o mesmo bruto e deduções diferentes recebem a mesma redução — se os dois números divergirem, é a base que está sendo lida no lugar do rendimento, e aí o imposto sai errado para os dois a redução precisa estar cadastrada em tabelas oficiais, como espécie irrf — redução do imposto sem ela a folha calcula assim mesmo, e retém o imposto cheio — que é o que a norma mandava antes de 2026 não há recusa, porque uma competência anterior a 2026 legitimamente não tem essa tabela; se os holerites de 2026 estiverem saindo com imposto maior do que o esperado, é o primeiro lugar a olhar qual folha você está lendo, e por que ela falhou ao abrir uma folha, a faixa logo abaixo do código diz qual folha está aberta a situação, o tipo, a competência, a data de pagamento e a versão — mais o selo teste quando for simulação sem ela esses dados ficavam só na linha da grade, que sai de vista assim que o painel abre, e tudo abaixo era lido sem se saber de que mês era se a situação for falhou , aparece a razão em vermelho é a diferença entre "deu erro" e "nenhuma pessoa pôde ser calculada" — e a segunda vem com a lista de quem faltou logo abaixo recalcular e folha de teste recalcular cria uma versão nova e conserva a anterior, consultável e comparável linha a linha folha fechada recusa recálculo — o caminho é reabrir ou lançar uma complementar cancelar conserva todos os números nada é apagado os números de uma folha cancelada são o que o auditor lê para entender por que um pagamento foi desfeito folha marcada como teste produz os mesmos números e não pode ser fechada ela aparece na mesma lista das reais, com a etiqueta teste e com o código começando em sim — porque citar um valor simulado a um empregado é o tipo de erro que acontece uma vez e não se esquece pagar uma diferença a folha complementar quando o mês já foi pago e faltou pagar alguma coisa — o aumento que entrou tarde, a hora extra que chegou depois do fechamento —, o caminho não é reabrir a folha é abrir uma folha complementar da mesma competência, que paga só a diferença folha de pagamento → cálculo da folha → nova folha escolha a mesma competência do mês que já foi pago e o tipo complementar a data de pagamento é a da nova quitação, que normalmente cai no mês seguinte lance a diferença de cada pessoa em lançamentos manuais , com a rubrica diferença salarial e o valor que falta pagar escreva o motivo — ele fica no registro e é o que responde à pergunta "por que essa pessoa recebeu duas vezes em março" calcule o sistema desconta inss e imposto de renda sobre a diferença e apura o líquido confira a memória de cálculo de quem recebeu e feche um mês fechado não impede o lançamento destinado à complementar é a única exceção da trava de competência fechada, e ela existe exatamente para isto a complementar não reescreve o pagamento que já saiu, ela alimenta um pagamento novo lançamento para qualquer outro tipo de folha continua sendo recusado os descontos consideram o que o mês já pagou, e é por isso que eles parecem "altos" tanto o inss quanto o imposto de renda são apurados sobre o total recebido na competência, não sobre a diferença isolada — a segunda folha continua a progressão de onde a primeira parou e abate o que já foi retido uma diferença de r$ 1 000 paga a quem já recebeu r$ 5 000 no mês não é descontada como se aquela pessoa ganhasse mil reais a memória de cálculo mostra as duas metades da conta quanto o mês já havia tributado e quanto já havia sido retido feche a folha normal antes de calcular a complementar a complementar precisa enxergar o que a folha do mês pagou, e esse fato passa a existir no fechamento se você calcular a complementar com a mensal ainda em aberto, o sistema recusa o fechamento dela e diz qual folha fechar primeiro — em vez de deixar passar um imposto apurado a menos, que ninguém perceberia depois consultar o contracheque de uma pessoa folha de pagamento → contracheques é o primeiro item do grupo de propósito as telas seguintes são a ordem em que uma folha se monta , e esta é a que quem atende abre todo dia a pergunta que chega ao rh é sempre sobre a pessoa e o mês — "o de março veio menor", "eu recebi o décimo terceiro?" por isso a consulta começa assim escolha o colaborador, escolha o ano, abra o mês são dois cliques até o documento três coisas que valem saber antes de responder o seletor de ano só oferece os anos em que aquele vínculo realmente tem contracheque não é uma lista de anos quaisquer um ano vazio se leria como "esta pessoa nunca foi paga" — alarmante, e quase sempre apenas o ano errado o mesmo mês pode ter mais de um contracheque uma folha mensal, uma complementar e uma tentativa cancelada aparecem as três sob o mesmo mês, cada uma com a sua situação — porque só a situação diz qual foi o dinheiro uma folha cancelada guarda os números para consulta, e uma marcada como teste nunca chegou na conta de ninguém; as duas avisam isso em destaque ao abrir proventos menos descontos nem sempre é o líquido os encargos da empresa são custo do empregador e ficam de fora; os informativos não entram em total nenhum cada um tem o seu bloco dizendo isso, justamente para que ninguém some e abra chamado contra um número correto o contracheque abre com o salário bruto e o líquido em destaque, depois proventos e descontos separados, cada bloco com o seu subtotal e as verbas uma a uma, com código e nome clique numa verba e o sistema mostra de onde saiu o número cada ingrediente do valor, na ordem em que a conta os usou, e a origem de cada um é o que a súmula 91 do tst espera que um contracheque consiga reproduzir — e é o que nenhum aplicativo de banco mostra quanto ainda pode ser comprometido abaixo do contracheque aberto, o cartão quanto ainda pode ser comprometido responde a pergunta que chega ao rh antes de toda autorização de empréstimo quanto dessa pessoa ainda cabe? nem tudo que sai do holerite conta igual o inss, o imposto de renda e uma pensão alimentícia saem porque a lei ou um juiz mandaram — a pessoa não teve o que consentir um empréstimo consignado, uma previdência privada ou a contribuição sindical saem porque ela concordou só o segundo grupo é limitado, e o cartão mostra os dois separados linha o que é remuneração a soma dos proventos do mês — a base sobre a qual os tetos são calculados imposto por lei ou por decisão judicial o que não disputa a margem acordado pelo colaborador o que disputa teto do que é acordado 35% da remuneração teto de tudo somado 70% da remuneração ainda disponível quanto cabe de novo consignado o obrigatório não come a margem — ele decide quanta margem existe contar o imposto de renda dentro dos 35% encolheria justamente a margem de quem ganha mais, e todo número da tela continuaria batendo o teto de tudo somado pode morder antes do outro, e aí é ele que vale quem já tem 60% do salário tomado por pensão e impostos tem 10% de espaço, não 35% é por isso que o cartão mostra os dois tetos olhar só o primeiro autoriza um empréstimo que a lei proíbe passou de um teto? o cartão diz por quanto, e diz qual acima dos 35% a frase é sobre o que foi acordado; acima dos 70% ela diz que nada mais cabe neste mês, seja qual for o teto da classe são duas conversas diferentes com a pessoa desconto que ninguém classificou aparece nomeado, e a margem acima fica incompleta o sistema não chuta de que lado ele está supor obrigatório infla a margem de todo mundo, supor acordado a encolhe, e os dois erros são silenciosos classifique a rubrica no cartão quem recebe esse dinheiro, e quando , no campo imposto ou acordado competência não calculada não é margem zero se o mês ainda não rodou, o cartão diz isso em palavras — porque ler margem cheia de um mês inexistente é autorizar contra uma folha que não existe a suspensão automática ainda não existe quando a margem estoura o sistema avisa e não suspende nada sozinho a lei manda suspender do menos prioritário para cima, e suspender o contrato errado é pior que não suspender por enquanto a decisão é de quem lê lançar o que a pessoa trabalhou no mês abra "ponto e banco de horas" (/payroll time sheet) no menu lateral, em recursos humanos → ponto e banco de horas até esta tela existir, a folha não sabia pagar uma hora extra — não por falta da conta, mas por falta do número ninguém dizia quantos minutos a pessoa trabalhou é por isso que as rubricas de hora extra e adicional noturno nascem desligadas no catálogo escolha a competência (aaaa mm) escolha o vínculo e informe três números quanto foi trabalhado , quanto disso foi noturno e quanto disso foi hora extra você pode escrever 7h20, 7 20 ou 440 — a tela repete embaixo o que entendeu, em horas e minutos, porque 720 e 7h20 são onze horas de diferença o motivo não é observação é a primeira coisa que um fiscal pergunta noturno e hora extra são parte do trabalhado, não uma soma uma hora extra feita às 23h conta nos dois campos, e por isso a soma dos dois pode passar do total — o que o sistema recusa é cada um deles isoladamente maior que o trabalhado, porque aí a folha pagaria adicional sobre hora que ninguém fez, e o holerite fecharia do mesmo jeito a armadilha vínculo sem lançamento não é pago como zero as linhas que dependem da hora são recusadas nomeando o termo , e a recusa aparece na lista de falhas da folha e trava o fechamento — que é o comportamento certo, barulhento lançar zero é outro ato , e é legítimo quem ficou afastado o mês inteiro trabalhou zero minuto, e dizer isso não é a mesma coisa que não dizer nada lançar de novo para o mesmo vínculo e competência corrige o lançamento anterior , não cria um segundo o histórico guarda o que mudou, campo a campo o banco de horas hora extra pode ser paga ou guardada quando a convenção prevê banco, ela vira crédito , e o servidor tem um prazo para tirar a folga correspondente passado o prazo sem folga, a lei é direta paga se (clt art 59 § 3º) no cartão banco de horas você faz três coisas levar a hora extra da competência ao banco o sistema lê o mesmo lançamento de resultado do período que a folha usaria para pagar a hora — então banco e holerite nunca discordam sobre quantos minutos houve uma competência entra uma vez ; tentar de novo é recusado, porque creditar duas vezes dobraria o saldo e o fechamento pagaria a mesma hora duas vezes ver o saldo escolhido o vínculo, aparecem três números o saldo , o que está fora da janela (que é o que o fechamento transforma em dinheiro) e o que ainda está dentro da janela saldo negativo — mais folga tirada do que hora bancada — aparece em vermelho, é reportado e nunca descontado o que a lei manda fazer nesse caso não foi pesquisado, e descontar por suposição tiraria dinheiro do contracheque de alguém fechar o banco , informando a janela que a sua convenção pratica e a rubrica que paga a hora bancada o banco guarda minutos, nunca dinheiro, e isso é o que protege o servidor quem fez a hora em janeiro ganhando r$ 3 000 e recebe em dezembro ganhando r$ 3 600 recebe a r$ 3 600 — é o que o art 59 § 3º manda por isso o lançamento que o fechamento gera carrega horas , e o valor é calculado pela folha da competência que paga folga tirada compensa a hora mais antiga se consumisse a mais recente, um crédito velho venceria enquanto um novo era gasto no lugar dele — e o fechamento pagaria de novo horas que já tinham sido compensadas a janela é sua, não do sistema a lei dá o teto acordo individual escrito compensa em até seis meses (art 59 § 5º) e acordo tácito, no mesmo mês (§ 6º) o regime coletivo tem teto próprio, e o sistema registra a janela que a sua convenção declara em vez de julgá la o fechamento responde uma coisa por vínculo resultado o que significa pago na folha o que venceu virou lançamento na competência e saiu do banco fechar de novo não paga outra vez ainda dentro da janela nada venceu; o saldo continua correndo saldo negativo a pessoa compensou mais do que fez o sistema reporta e não desconta — o que fazer nesse caso depende da sua convenção, e descontar por conta própria tiraria dinheiro de um holerite vínculo sem movimento fica de fora, e isso não é saldo zero quem nunca teve hora levada ao banco simplesmente não tem banco — o fechamento não abre um para ele carregar o arquivo do relógio de ponto todo relógio eletrônico é obrigado a produzir um arquivo — o afd — e o empregador é obrigado a guardá lo é ele que a fiscalização do trabalho pede o sistema lê esse arquivo no leiaute oficial ( portaria mtp nº 671/2021 ), então qualquer relógio homologado serve , de qualquer fabricante — não há formato próprio nem conversor para manter exporte o afd no relógio ou no software dele no primeiro cartão da tela, escolha o arquivo e clique em importar arquivo leia os cinco números que aparecem eles não são decoração — cada um tem um dono número o que significa de quem é o assunto lidas marcações que o sistema entendeu no arquivo — importadas marcações novas, gravadas agora — já tinha marcações que já estavam aqui ninguém é o normal de reexportar o mês sem vínculo o cpf não é de ninguém cadastrado cadastro de pessoal rejeitadas linhas que o sistema não conseguiu ler o relógio carregar o mesmo arquivo duas vezes não faz mal nenhum cada marcação é reconhecida pelo relógio que a gravou e pelo número de sequência dela, então a segunda carga não grava nada e conta tudo como já tinha reexportar o mês inteiro é rotina, e o sistema foi feito esperando isso — sem esse cuidado, a segunda carga dobraria todas as marcações e a folha pagaria o dobro de hora extra sem nada parecer errado se aparecer “arquivo incompleto”, baixe de novo antes de fechar o período o próprio arquivo declara, no fim, quantas marcações contém — quando essa conta não bate com o que foi lido, o download veio truncado é o defeito mais comum de puxar arquivo de relógio, e sem esse aviso o mês fecharia com menos horas do que a pessoa trabalhou marcação sem vínculo não é descartada ela fica guardada; cadastre a pessoa e ela se liga sozinha descartar deixaria a importação silenciosamente menor que o arquivo — que é justamente o tipo de coisa que ninguém percebe depois de importar, confira no espelho a importação guarda a marcação como o relógio a gravou; quem transforma isso em horas é o cartão seguinte o espelho do ponto é o documento que o empregado assina, e é onde a conta aparece escolha o vínculo e o sistema monta o mês dia a dia as marcações como o relógio as gravou, quanto foi trabalhado, quanto passou da jornada e quanto caiu na janela noturna três coisas para ler com atenção a tolerância aparece com o número um dia cujas variações couberam na tolerância legal (cinco minutos por marcação, dez no dia) é marcado como tolerância , com os minutos que ela absorveu ao lado o número está ali porque um fiscal confere por quê , não apenas que sim quando a tolerância estoura, conta tudo um dia doze minutos acima da jornada paga doze minutos de hora extra, não dois é a lei, e é o ponto em que quase todo sistema erra tratar a tolerância como desconto paga a menos e ninguém percebe dia marcado como incompleto é dia em que alguém não bateu a saída o sistema não inventa o horário que falta — inventar seria criar hora que ninguém fez, ou apagar hora que fez ajuste as marcações antes de confirmar o período a apuração propõe; quem confirma é você o botão usar esta apuração leva os três totais para o formulário de lançamento logo abaixo, e o lançamento continua sendo o seu ato — que é exatamente o que a fiscalização espera encontrar o turno que vira a noite é um dia quem entra às 21h e sai às 6h aparece uma vez só, no dia em que começou, com nove horas trabalhadas e sete noturnas um sistema que fechasse o dia à meia noite partiria o turno em dois e metade do adicional noturno sumiria — com o total de horas continuando certo o que ainda não entra na conta qual dia é de folga na escala (então um dia trabalhado numa folga é medido contra a jornada comum, e a hora extra dele sai menor , nunca maior), o desconto por intervalo suprimido e o banco de horas quem lança é quem administra pessoal; quem roda a folha não pode mexer nestas horas, e essa separação é de propósito são três números que a folha multiplica pelo valor da hora e por um percentual corrigir o registro de ponto logo abaixo do espelho, depois de escolher o vínculo, aparece corrigir o registro de ponto — o lugar onde o dia incompleto que o espelho aponta tem conserto são duas ações, e nenhuma delas reescreve o que o relógio gravou desconsiderar a marcação errada informe por que ela não deve contar e confirme a marcação continua na lista , riscada, com o motivo ao lado — ela sai da conta, não do registro lançar a marcação que faltou informe a data e a hora da batida que nunca foi feita e o motivo ela entra identificada como lançada à mão , sem nsr por que a marcação desconsiderada continua aparecendo o espelho é o documento que o empregado assina um espelho que sumisse com a marcação que alguém decidiu desconsiderar esconderia justamente o ato que ele existe para mostrar — e é esse ato, com o motivo e o autor, que a fiscalização pede sair da conta e sair do papel são coisas diferentes por que a marcação lançada à mão não ganha nsr o nsr é o número sequencial que o próprio relógio atribui, e o arquivo que ele produz (o afd) declara essa sequência contínua inventar um número para uma batida digitada corromperia a sequência que torna o arquivo uma prova onde apareceria o nsr, aparece lançada à mão — e quem lê nunca confunde as duas sem motivo o sistema recusa desconsiderar sem dizer por quê é apagar com outro nome, e o motivo é a primeira coisa perguntada numa fiscalização vale para as duas ações depois de declarar o total do período, o sistema recusa a correção a ordem é corrija as marcações, depois declare se o total já foi declarado, desfaça a declaração antes — corrigir por baixo dela deixaria dois números divergentes sem nada avisando duas marcações no mesmo minuto são recusadas é a forma de um clique duplicado, não de dois eventos a janela é o minuto e não o segundo, porque o relógio grava ao segundo e quem digita uma correção não sabe qual toda correção fica na trilha — quem fez, quando e por quê fechar o ponto da competência o espelho acima resolve uma pessoa por vez num órgão com relógio de ponto instalado, confirmar três números por servidor não é um processo — é a explicação de por que o relógio foi comprado e nunca foi usado o cartão fechar o ponto da competência faz o mês inteiro de uma vez pega todo mundo que o relógio registrou, apura a jornada de cada um e grava as horas para a folha o que volta não é "pronto" — é uma lista dizendo o que aconteceu com cada vínculo, e duas das três respostas são o sistema se recusando a gravar resultado o que significa o que fazer gravado a jornada foi apurada e as horas estão registradas para a folha nada recusado — dia em aberto alguém não bateu a saída em um ou mais dias, e o número deles aparece na linha importe o arquivo com as marcações que faltam, ou acerte pelo espelho, e feche de novo declaração à mão mantida o mês daquela pessoa já tinha sido lançado por alguém nada, se estava certo para trocar pela apuração do relógio, corrija o lançamento à mão pode fechar de novo à vontade fechar duas vezes não duplica nada reescreve o que o próprio fechamento gravou antes e deixa intacto o que uma pessoa declarou é por isso que "importar o que faltava e fechar de novo" é o conserto normal, e não um risco por que um dia sem saída é recusado, e não gravado pela metade a tentação é gravar o que já se tem e deixar a pessoa completar depois só que saída faltando significa que o total está a menos — e uma folha que paga a menos fecha certinho, bate, e ninguém percebe recusar aquele vínculo e seguir fechando os outros é o que transforma um erro invisível numa linha na tela quem não tem marcação nenhuma fica de fora, e isso é diferente de zero servidor cujo relógio ainda não foi instalado não recebe linha nenhuma — e a folha recusa pelo nome a linha dele quando uma rubrica pedir as horas, em vez de pagar zero em silêncio inventar um zero para todo mundo pagaria nada a quem trabalhou o mês inteiro fechar exige a mesma permissão de lançar à mão , de propósito os dois gravam a hora que alguém recebe, e uma permissão mais fraca no caminho automático deixaria quem não pode mexer nas horas de uma pessoa mexer nas de todas o vale que o financeiro já autorizou quando alguém recebe um adiantamento e não presta contas no prazo, quem abre a recuperação é o financeiro ele avisa a pessoa, espera o prazo de defesa que a lei exige e só então autoriza o desconto todo esse cuidado acontece fora da folha, e é assim que deve ser o que a folha faz é receber em financeiro → descontos em folha , a ação de entregar manda para a folha todas as recuperações já autorizadas do estabelecimento cada uma vira um lançamento no holerite da competência que ela nomeia, com a base legal junto no motivo você não redigita nada, e é esse o ponto o valor sai do financeiro e entra na folha pelo mesmo caminho, sem passar por planilha antes disso ele saía como arquivo para alguém digitar de volta — o que fazia sentido quando a folha era de outro fornecedor entregar duas vezes não desconta duas vezes cada recuperação carrega a marca do lançamento que virou, e a entrega seguinte pula quem já tem pode rodar sem medo o que a folha não consegue receber é dito pelo nome, e continua autorizado uma pessoa que é parceiro mas não colaborador (um fornecedor, por exemplo), uma competência já fechada, uma rubrica que o catálogo não tem — cada caso aparece na resposta com o seu motivo, a recuperação não é marcada como entregue, e a próxima entrega a pega quando a causa for resolvida a pessoa precisa estar cadastrada como parceiro e como colaborador, com o mesmo documento é por ele que os dois cadastros se encontram sem isso a recuperação é recusada dizendo exatamente isso quem ainda roda a folha em outro sistema continua com o arquivo a remessa não saiu do lugar, e a mesma recuperação nunca sai pelos dois caminhos o que já foi enviado é pulado lançar à mão o que a regra não explica em folha de pagamento → lançamentos manuais entra o caso que nenhuma regra cobre um acordo, uma correção retroativa, um desconto combinado é a porta que impede o padrão que sempre nasce sem ela — a planilha paralela que ninguém audita escolha a competência (aaaa mm) a tela trabalha um mês por vez, que é como se trabalha folha escolha o vínculo , a rubrica e a qual folha da competência o lançamento se destina — um mês pode ter mensal, adiantamento, décimo terceiro, rescisão e férias, e um lançamento feito para uma delas não pode ser varrido para outra informe a quantidade ou o valor , nunca os dois quem decide qual dos dois é a rubrica a que calcula por fórmula recebe a quantidade de onde calcular; a que não calcula recebe o valor o sistema recusa o errado em vez de adivinhar o motivo é obrigatório , e não é observação é o que o lançamento é valor sem explicação no holerite de alguém é exatamente o que esta tela existe para impedir para lançar o mesmo evento para várias pessoas, clique em várias pessoas sai uma linha e uma entrada de trilha por pessoa — nunca um lançamento em massa sem rastro individual quanto os meses fechados passaram a dever, depois de um dissídio o dissídio se assina em maio com efeito de janeiro o salário muda, e de janeiro a abril todo mundo foi pago a menos o cartão retroativo de reajuste desta mesma tela responde quanto — e por isso fica aqui é daqui que a diferença apurada vira lançamento informe o vínculo , o mês em que o reajuste passa a valer e a competência corrente a tabela traz, mês a mês, três números coluna o que é pago o que aquele mês efetivamente pagou de proventos, lido da folha real folha cancelada não conta — ela é uma folha que alguém retirou, e contá la faria a diferença sair menor do que é recalculado o que o mesmo mês pagaria com o salário novo enquanto ninguém tiver refeito aquele mês, a coluna diz "ainda não recalculado" devido a diferença só entra no total quando é positiva a competência corrente fica de fora de propósito a folha dela já é calculada com o salário novo, então incluí la pagaria a diferença duas vezes — uma como retroativo e outra dentro do próprio mês é o tipo de erro cujo holerite fecha, bate e nunca é questionado "ainda não recalculado" não quer dizer "não deve nada" são coisas diferentes, e o cartão mostra as duas colunas justamente para você não confundir uma com a outra um mês que ninguém refez não entra no total quem refaz os meses é o botão "recalcular estes meses" , logo abaixo da tabela ele abre uma simulação por mês da janela e devolve, numa linha, quantas abriu, quantas já existiam e quantos meses não tinham folha para comparar cada simulação copia a folha que foi paga naquele mês — mesmo estabelecimento, mesmo tipo, mesma data de pagamento e mesma categoria de despesa não é comodidade o tipo garante que um mês de férias seja refeito como férias e não como folha mensal (comparar dois holerites diferentes chamaria de dívida a diferença entre eles), e a data de pagamento é o que decide qual tabela de irrf se aplica — usar a data de hoje tributaria uma diferença de janeiro pela tabela de dezembro apertar de novo é seguro, e isso foi construído de propósito o extrato soma as linhas de todas as simulações do mês; se o botão abrisse uma segunda, o mês passaria a dever o dobro um mês que já tem simulação é reaproveitado, e a linha de resposta diz quantos foram mês sem folha fechada não é recalculado — é relatado não há folha para copiar, e adivinhar os parâmetros produziria um recalculado sem contrapartida, que nesta mesma tela se lê como dívida esses meses aparecem na contagem de "meses sem folha para comparar" as simulações são despachadas e não esperadas a resposta chega na hora; os números aparecem na tabela conforme o motor termina cada mês se a coluna recalculado ainda estiver vazia, atualize a tela em alguns segundos antes de concluir que algo falhou só quem executa folha vê o botão ler o extrato e abrir folhas são atos diferentes o extrato está aberto a quem lê folha, e recalcular exige a permissão de executar folha, porque cria folhas de verdade no sistema a diferença não é necessariamente do reajuste — leia a antes de pagar o recálculo é uma folha nova, feita agora , com as regras e os cadastros de agora se o roteiro mudou, se uma rubrica ganhou vigência nova, se um período aquisitivo foi corrigido ou se o próprio sistema passou a calcular alguma verba de outro jeito desde que aquele mês foi fechado, isso também aparece na coluna devido medido em 2026 08 13 num mês de férias sem reajuste nenhum o pago trazia dobra de r$ 2 500,00 e o recálculo trouxe r$ 3 333,33 — uma diferença de r$ 833,33 que não vinha de dissídio algum isso é o método funcionando como projetado (a diferença é o recálculo, e não um percentual aplicado sobre o que foi pago), e é por isso que a tabela mostra as três colunas antes de lançar, confira quais rubricas mudaram entre a folha paga e a simulada, abrindo as duas em folhas de pagamento diferença negativa aparece e não é paga se o recálculo der menos que o pago — uma correção para baixo, um reajuste aplicado ao grupo errado, um mês que teve um pagamento avulso —, o número aparece em cinza e fica fora da soma esconder seria apagar o sinal de que alguma declaração está errada; descontar seria tirar dinheiro de alguém por um mês já encerrado o cartão é um extrato, não um pagamento ele diz o valor; quem paga é o formulário de lançamento acima, na competência corrente — que é onde os impostos sobre essa diferença são calculados essa separação é a mesma que o esocial usa o retroativo é declarado no mês do acordo, e os meses passados não são retificados a comissão que o faturamento já calculou o cartão comissão de venda , no fim desta mesma tela, apura o que cada vendedor ganhou no mês a partir das notas fiscais autorizadas — e fica aqui pela mesma razão do retroativo é daqui que o valor apurado vira lançamento primeiro, quem ganha o quê uma regra por vendedor campo o que decide vendedor de quem é a regra é o parceiro que aparece no pedido de venda vínculo em que é paga onde a comissão entra na folha deixe vazio quando o vendedor não recebe pela folha — um representante comercial pago por contas a pagar percentual digite em por cento 3 é três por cento ganha na emissão da nota ou na baixa do título base bruto, com impostos ou líquido de impostos vale a partir de a competência em que a regra passa a valer "ganha" e "base" mudam o dinheiro no bolso da pessoa, e por isso o sistema não escolhe por você comissionar na emissão paga o vendedor por uma venda que o cliente pode nunca pagar; na baixa atrasa o vendedor, mas só paga o que entrou e numa nota de 10 000 com 1 800 de imposto, a três por cento, a comissão é 300,00 com os impostos na base e 246,00 sem eles são cinquenta e quatro reais de diferença numa nota só, e as duas respostas são legítimas vínculo vazio não é cadastro pela metade — é a resposta nem todo vendedor é empregado se o sistema adivinhasse o vínculo pelo cpf, criaria lançamento de folha para quem não tem contrato de trabalho com o campo vazio, as vendas dele aparecem na apuração marcadas como "não recebe pela folha" — em vez de sumirem depois, o mês clique em apurar e o cartão traz duas listas a de cima é o que cada vendedor ganhou quantas vendas, a base e a comissão a de baixo é o que não rendeu nada, com o motivo motivo o que aconteceu o vendedor não tem regra de comissão alguém vendeu e ninguém declarou quanto ele ganha a regra paga na baixa e o título não foi recebido a venda volta a concorrer no mês em que o dinheiro entrar a regra não nomeia vínculo — não recebe pela folha é o caso do representante a comissão dele sai por contas a pagar essa segunda lista existe justamente para não haver silêncio um mês inteiro de vendas rendendo zero, sem nada aparecer na tela, é o defeito que ninguém abre chamado — o vendedor descobre no contracheque por fim, o lançamento escolha a rubrica que paga a comissão e clique em lançar na folha sai um lançamento por vendedor, com o valor arredondado uma vez sobre a base do mês inteiro a rubrica não é escolhida pelo sistema, e isso é deliberado qual rubrica paga uma comissão decide as incidências de inss e irrf sobre aquele valor escolher por você seria decidir o imposto de alguém a partir de uma suposição a rubrica tem de aceitar valor, não quantidade a comissão é um valor apurado em reais, então uma rubrica calculada por fórmula — adicional de periculosidade, insalubridade, e boa parte do catálogo clt — é recusada com a mensagem "esta rubrica calcula por fórmula — informe a quantidade, não o valor" não é defeito é a mesma trava que impede um lançamento manual de contradizer a fórmula da rubrica escolha (ou cadastre) uma rubrica de comissão que receba valor nota cancelada não é venda ela não aparece nem como ganho nem como perdido — porque não é uma venda que deixou de pagar comissão, é uma venda que não existe recebimento parcial também não conta como recebido metade do dinheiro entrando não faz a venda cobrada percentual mudou? vale a declaração mais recente que já estava em vigor na competência a anterior fica no histórico — mês já pago não é recalculado a uma taxa que ninguém acordava então entra uma vez enquanto o lançamento aguarda uma folha , só pode existir um para o mesmo vínculo, rubrica, competência e tipo de folha depois que uma folha o leva , a linha registra qual foi — e a partir daí ele não pode mais ser editado nem cancelado, porque já é linha paga errou o valor? corrija, não cancele clique no lápis na linha — ele fica ao lado da lixeira o formulário do topo se preenche, o título passa a editar e logo abaixo aparece qual linha está sendo corrigida matrícula, pessoa, verba e competência ajuste o que estiver errado e clique em salvar alterações o resultado é uma linha na competência com o valor certo — e o conferente da folha vê um lançamento onde houve um erro de digitação, não dois cancelar não apaga , e continua existindo para quem realmente quer retirar o lançamento a linha fica como cancelada e sai da regra de unicidade, para que o lançamento que a substitui possa ser gravado e o original continue legível lançamento retirado é fato que alguém pergunta depois competência fechada é recusada — com uma exceção, e ela é a razão de a folha complementar existir lançamento destinado à folha complementar não é barrado por um mês já fechado, porque ele não reescreve nada do que foi pago; alimenta uma folha nova mensal, décimo terceiro, férias e rescisão continuam recusados competência sobre a qual ninguém informou o sistema é permitida — e a trilha registra que a situação de fechamento era desconhecida, para que ninguém conclua depois que alguém conferiu equipamentos de proteção e a ficha de entrega em folha de pagamento → equipamentos de proteção a nr 6 obriga o empregador a fornecer equipamento aprovado , gratuitamente, e a registrar cada entrega — e a própria norma (item 6 5 1, alínea d ) aceita "livros, fichas ou sistema eletrônico " esta tela é esse registro não é apoio a um papel que alguém arquiva cadastrar o equipamento informe código , nome e, quando houver, o certificado de aprovação (ca) com a data até a qual ele vale opcionalmente, fabricante, o prazo de troca em dias e se o item exige treinamento o certificado é do modelo, não da peça ele vence no calendário dele, e é por isso que mora no cadastro do equipamento e não em cada entrega item sem certificação legítima fica com o campo vazio; o que o sistema recusa é número de ca sem data de validade — sem ela, ninguém sabe a partir de que dia a entrega passa a ser irregular registrar a entrega escolha o colaborador, o equipamento, a data, a quantidade e por que o equipamento mudou de mãos primeira entrega, troca por prazo, danificado, extraviado ou devolução o motivo é declarado, nunca deduzido a nr 6 (item 6 5 1, alínea g ) separa "substituir imediatamente quando danificado ou extraviado" da troca por prazo — o primeiro diz algo sobre o local de trabalho, o segundo diz apenas que o tempo passou, e numa fiscalização os dois se leem diferente a ficha é do vínculo quem tem dois contratos no grupo tem duas fichas o equipamento é fornecido por um empregador, e a ficha que o fiscal lê é a dele o certificado vencido barra a entrega uma faixa no topo lista os certificados vencidos ou a vencer em 30 dias e se alguém tentar registrar uma entrega com data posterior ao vencimento, o sistema recusa — nomeando o equipamento, o certificado, o dia em que venceu e o caminho renovar o certificado, ou cadastrar o modelo recertificado por que recusar em vez de apenas avisar uma luva inteira, entregue no dia seguinte ao vencimento do ca dela, é uma entrega irregular um controle que aceitasse esse lançamento seria um lugar de escrever bonito a própria não conformidade — e o registro é justamente o que o empregador apresenta quando alguém se acidenta a devolução continua permitida mesmo com o certificado vencido ou o item fora de uso é assim que o equipamento deixa o prédio nada se apaga lançamento errado se cancela com motivo — e o motivo é obrigatório, porque cancelamento sem motivo é apagar com outro nome equipamento que já foi entregue a alguém não pode ser excluído as entregas que o citam são prova, e o caminho é tirá lo de uso esses registros são guardados por décadas porque é deles que se depende numa ação sobre acidente plano de saúde quem está coberto, o consentimento e a coparticipação em folha de pagamento → planos de saúde o desconto que aparece no holerite é a soma de duas metades que quase ninguém vê juntas as mensalidades de cada vida coberta — a parte previsível — e as cobranças de coparticipação do mês — a parte que surpreende é por isso que as duas moram nesta tela, uma embaixo da outra cadastrar o plano informe código , nome e o tipo de contratação o tipo não é enfeite, e o erro dele é invisível coletivo empresarial e plano contratado pelo próprio trabalhador descontam exatamente o mesmo valor — eles só escolhem o código declarado ao esocial (9219 e 9912) plano cadastrado no tipo errado sai certo no holerite para o empregado, para o analista e para a conferência, e sai errado só no arquivo que o governo lê meses depois, onde consertar custa caro por isso não existe valor pré selecionado um padrão aqui seria o sistema chutando sobre um contrato que ninguém mostrou a ele a autorização assinada escolha o plano, a data da assinatura e onde o papel está sem consentimento assinado não há desconto o art 462 da clt proíbe descontar do salário; a súmula 342 do tst é o que torna o plano de saúde uma exceção — e só quando o trabalhador autorizou por escrito o que a fiscalização pede é o documento , então o que o sistema guarda é a data e a referência do papel, não o visto de alguém numa tela ver que falta é o ponto desta lista sem ela, a recusa só aparece quando a folha roda — no dia em que ninguém tem folga para correr atrás de assinatura aqui ela aparece semanas antes, como "nenhum consentimento registrado para este vínculo" revogação é data, não exclusão consentimento revogado em setembro não torna ilegal o desconto de agosto, e a linha revogada continua na lista justamente por isso a pergunta é sempre sobre uma competência, não sobre hoje as vidas cobertas cada vida — o titular e cada dependente — entra com a mensalidade e o dia em que a cobertura começou o desconto é a soma das vidas titular com dois dependentes paga três mensalidades numa linha só do holerite quem procura a diferença numa mensalidade isolada não acha encerrar cobertura é data, nunca apagar a vida que deixou de ser coberta em março foi cobrada em fevereiro, e competência fechada precisa continuar explicável entrada e saída no meio do mês são cobradas proporcionalmente aos dias as cobranças de coparticipação cada uso do plano cobrado do trabalhador a data, o valor e o que foi usado marque internação , saúde mental e cobrado como percentual quando for o caso — esses três campos são o que a norma lê duas recusas, e as duas acontecem na hora de lançar a primeira percentual sobre internação é proibido (resolução consu 8/1998), com a saúde mental como exceção expressa — por isso a recusa exige as três condições juntas, e uma regra que olhasse só "internação" barraria uma cobrança psiquiátrica legítima a segunda as cobranças do mês não podem passar a mensalidade daquela vida (stj, 2024) — e o teto é por vida , não por vínculo, senão uma família grande teria cobrança legítima recusada e uma pequena teria cobrança ilegal aceita por que recusar no lançamento e não no cálculo da folha quando a folha roda, alguém já cobrou o trabalhador e o dinheiro está em disputa recusar ali produz um holerite que não fecha e uma discussão que ninguém resolve recusar na porta produz uma cobrança que nunca foi aceita — que é o estado sobre o qual a organização consegue agir e por que o sistema não "apara" o excesso em silêncio aparar esconderia o fato que a recusa existe para dizer alguém cobrou mais do que a norma permite o empregado veria uma linha menor e nunca saberia; e a organização, que responde por ter descontado, não teria registro de que aconteceu quem vê a lista de cobranças as cobranças ficam atrás de uma permissão própria , separada da que administra o plano saber que alguém está coberto é um fato; saber o que a pessoa usou — consulta, internação, saúde mental, inclusive de dependentes — é outro quem administra o cadastro não recebe o segundo junto com o primeiro, e a recusa vem do servidor a lista não aparece nem em exportação, nem no histórico de alterações pagar quem não é empregado o recibo de autônomo (rpa) a prefeitura contrata um eletricista autônomo para um serviço pontual não há vínculo, não há férias, não há décimo terceiro — mas há retenção , e ela não é a mesma da folha abra "recibo de autônomo (rpa)" (/service receipts) no menu lateral, em folha de pagamento → recibo de autônomo (rpa) a tela emite o recibo já com as contas feitas informe o estabelecimento e a competência , escolha o prestador , a data do serviço , o que foi feito e o valor bruto depois, um campo que o sistema não preenche por você o campo que decide o dinheiro é sobre a sua organização, não sobre o prestador "o que esta organização é" decide a alíquota da previdência do prestador escolha retenção do prestador quando deve a contribuição patronal de 20% 11% o caso comum de um órgão público ou de uma empresa não deve a patronal 20% quem paga é pessoa física, cooperativa de trabalho ou entidade isenta — não há patronal de onde deduzir não há padrão, e isso é de propósito chutar 11% recolhe a menos em todos os casos da segunda linha; chutar 20% recolhe a mais na primeira nenhum dos dois erros aparece no recibo ele imprime, os totais somam, e a diferença chega como autuação anos depois não some 45% em cima dos 11% quem lê o art 30, § 4º isolado é convidado a isso, mas os 11% já são os 20% menos o teto de 9% — a mesma regra dita duas vezes aplicar as duas dá 2%, e 2% num recibo parece só um valor baixo o sistema não faz isso, e este parágrafo existe para que ninguém "corrija" o cálculo achando que faltava o teto vale para um lado só a retenção do prestador para no teto do salário de contribuição; a contribuição de 20% da organização não para são duas bases sobre o mesmo pagamento o imposto de renda é do mês, não do recibo dois pagamentos de r$ 2 000,00 ao mesmo prestador em agosto não são dois pagamentos isentos são r$ 4 000,00 com imposto devido, e ele aparece no segundo recibo por isso a coluna do imposto às vezes mostra uma base maior que o bruto daquele recibo não é erro de conta é o mês inteiro a tela escreve "sobre x acumulados no mês" justamente para o leitor não corrigir o que está certo o terceiro recibo retém só a diferença o que já foi retido no mês é abatido; ninguém paga o imposto duas vezes o iss é digitado, e o sistema não o calcula não existe regra nacional de retenção de iss quem manda é a lei do município , e a lei complementar nomeia responsáveis por tipo de serviço , nunca pela inscrição do prestador um sistema que calculasse o iss estaria inventando a lei de uma cidade que ninguém lhe mostrou por isso a tela pede o valor e o município (código ibge), guarda os dois como você informou, e registra quem informou o que o sistema recusa prestador com vínculo de emprego vigente na data do serviço bloqueio, não aviso serviço prestado sob vínculo é não incidência , e o rpa usado para mascarar vínculo é o risco jurídico mais caro deste módulo um aviso seria dispensado por quem está com pressa, e o recibo que ele deixasse passar é o documento que uma reclamação trabalhista lê de volta para a organização mas quem saiu pode voltar como prestador o bloqueio mede o vínculo na data do serviço alguém desligado no ano passado pode legitimamente ser pago como autônomo hoje falta de tabela legal recusa nomeando qual sem o teto do salário de contribuição ou sem a tabela do imposto de renda da competência, o sistema diz qual publicar — e não um genérico "não foi possível calcular", que manda você abrir chamado o que a tela mostra e o que ela não desconta a coluna custo da organização traz a contribuição de 20% que a organização paga por cima ela não é descontada do líquido do prestador, porque não sai do bolso dele — mas está na tela porque sem ela o pagamento parece custar um quinto menos do que custa cada recibo tem histórico quem emitiu, para quem, de quanto e sob qual natureza de tomador — o campo que decidiu 11% ou 20% ler e emitir são permissões diferentes o contador e o auditor leem recibos que não podem emitir; quem executa a folha não emite recibo de autônomo o que esta seção ainda não cobre este trecho estava desatualizado até 10/08/2026, e no sentido que engana pior ele declarava como "entrega posterior" quatro coisas que já existiam — o catálogo inicial de rubricas clt, o fechamento da folha, o lançamento manual e a folha complementar as quatro estão documentadas nas seções acima manual que subestima o produto manda o leitor procurar por fora o que ele já tem o que de fato ainda não existe o envio do evento s 1010 ao esocial o que a tela de rubricas produz é exatamente o conteúdo que ele transmite; falta o transmissor o envio ao esocial dos totais de encargo os quatro encargos passaram a ser apurados em 11/08/2026 (veja abaixo); o que ainda não existe é a transmissão deles o desconto simplificado mensal do imposto de renda, que é opção do contribuinte quando supera as deduções legais hoje a folha deduz inss e dependentes a pensão alimentícia aplicada sozinha as rubricas existem no catálogo e a pensão já abate a base do imposto de renda; falta o passo no roteiro que a faz entrar sem lançamento a cada mês o cálculo por espécie de vínculo o roteiro do catálogo é o clt estagiário e diretor estatutário entram por ele se estiverem cadastrados com salário mensal, e saem com desconto de inss de empregado, que não é o devido para nenhum dos dois a rescisão não há motivo de desligamento nem roteiro de cálculo rescisório o contrato guarda apenas a data de término uma rescisão hoje é calculada fora do sistema o banco de horas o saldo de horas não é acumulado nem compensado — o que existe é o lançamento do mês e o espelho em construção a marcação de ponto por dispositivo móvel não há registro da origem da marcação nem porta para marcação avulsa o caminho é o arquivo do relógio a comissão de vendas na folha , o plano de saúde com coparticipação e o cartão premiação o abono pecuniário de férias e o adiantamento de férias as regras legais estão levantadas, mas a incidência de inss e imposto de renda sobre elas não foi confirmada — e semear uma verba com incidência errada é pior que não ter a verba o recálculo automático do retroativo de dissídio a tela e o extrato existem; o que não existe é o passo que dispara as simulações o operador vê "ainda não recalculado" e o total não soma sobre a margem consignável a regra existe e funciona, mas não governa ninguém por padrão o catálogo não traz nenhuma verba classificada como facultativa ela passa a valer quando a organização classificar as suas — até lá, a margem é calculada e não barra nada isso é deliberado (só o cliente sabe quais descontos dele são facultativos), e é o tipo de coisa que parece defeito para quem não sabe o que a empresa paga além do líquido o quarto cartão do resumo — "encargos da empresa" — mostra quanto a folha custa ao empregador por cima do que os colaboradores recebem esse dinheiro não sai do salário de ninguém sai do orçamento, e é ele que aparece no empenho de pessoal por isso o cartão fica fora do líquido , e o valor que vai para o banco não muda por causa dele são quatro, e o sistema apura cada um separado porque eles são cobrados por regras diferentes e mudam em datas diferentes rubrica o que é sobre o que incide inss patronal a contribuição da entidade à previdência (lei 8 212/1991, art 22, i) a mesma base do inss do colaborador, sem teto rat ajustado pelo fap o seguro de acidente do trabalho, já multiplicado pelo fator de acidentalidade a mesma base contribuição a terceiros salário educação, incra, sistema s — o que o enquadramento fpas determina a mesma base fgts depositado o depósito de 8% (lei 8 036/1990, art 15) a base do fgts, sobre a remuneração paga , antes de qualquer desconto o sistema não traz os percentuais prontos, e isso é de propósito vinte por cento é a regra de uma entidade no regime geral; um ente com regime próprio recolhe à alíquota fixada em lei local o grau de risco vem do cnae do estabelecimento, o fator de acidentalidade é publicado ano a ano por estabelecimento, e o total de terceiros depende do enquadramento quatro números, quatro donos vir com um valor de fábrica seria publicar como certo um enquadramento que ninguém conferiu como cadastrar menu folha de pagamento → tabelas legais , clique em nova versão e escolha a espécie inss patronal , rat ajustado pelo fap , contribuição a terceiros ou alíquota do fgts preencha a alíquota e a referência da fonte — o número da lei, da portaria ou do ofício do fap a referência não é burocracia é o que aparece ao lado do valor quando alguém abre a linha do encargo para conferir de onde saiu se você ainda não cadastrou a folha calcula normalmente e o cartão mostra um traço com a frase dizendo quais tabelas faltam isso é diferente das tabelas de inss e imposto de renda do colaborador, que impedem o cálculo aquelas mudam o que a pessoa recebe, e uma folha com o desconto errado é pior que uma folha que não roda o encargo não chega ao colaborador, então travar o pagamento de todo mundo por causa dele seria desproporcional se a entidade é isenta de algum deles , cadastre a alíquota como zero , com a referência que a dispensa zero cadastrado e zero por falta de cadastro parecem o mesmo número na tela e são fatos diferentes — só o primeiro tem uma norma atrás onde conferir a conta abra a folha, vá em por colaborador e clique na linha do encargo a memória mostra a base , a alíquota e o valor , com a norma ao lado multiplicar os dois primeiros tem de dar o terceiro — é assim que se confere um encargo sem refazer a folha sobre os números das tabelas legais de 2026 — inss, imposto de renda, dedução por dependente e a redução do imposto eles foram levantados de fontes públicas convergentes e ainda não foram conferidos contra o diário oficial o ato oficial da portaria do inss está publicado num pdf sem camada de texto antes de a folha rodar para valer, alguém precisa abrir o dou e conferir — e é por isso que este parágrafo existe em vez de a documentação simplesmente afirmar os valores